terça-feira, 9 de fevereiro de 2016


A Minha Palavra
Compositor: Pedro Borges dos Anjos

Minha palavra é vida,
É honra, é sorte,
É revestida de Poder.


Minha palavra é bênção,
Também é praga, é morte.
Pode ser sorte.


Depende da situação,
Da opressão,
Reveste-se de dupla unção,
Pode ser bênção, pode ser maldição.




Cálice
Compositor: Gilberto Gil/Chico Buarque

Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
Pai, afasta de mim esse cálice
De vinho tinto de sangue

Como beber dessa bebida amarga
Tragar a dor, engolir a labuta
Mesmo calada a boca, resta o peito
Silêncio na cidade não se escuta
De que me vale ser filho da santa
Melhor seria ser filho da outra
Outra realidade menos morta
Tanta mentira, tanta força bruta

Como é difícil acordar calado
Se na calada da noite eu me dano
Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento
Na arquibancada pra a qualquer momento
Ver emergir o monstro da lagoa

De muito gorda a porca já não anda
De muito usada a faca já não corta
Como é difícil, pai, abrir a porta
Essa palavra presa na garganta
Esse pileque homérico no mundo
De que adianta ter boa vontade
Mesmo calado o peito, resta a cuca
Dos bêbados do centro da cidade

Talvez o mundo não seja pequeno
Nem seja a vida um fato consumado
Quero inventar o meu próprio pecado
Quero morrer do meu próprio veneno
Quero perder de vez tua cabeça
Minha cabeça perder teu juízo
Quero cheirar fumaça de óleo diesel
Me embriagar até que alguém me esqueça

NA BAHIA

Polícia investiga caso de mulher que morreu após cair da ponte de "Pedra do Cavalo" na BR-101

A Polícia Civil está investigando o caso de uma mulher que morreu após cair da ponte de "Pedra do Cavalo" na BR-101 entre as cidades de São Félix e Governador Mangabeira, no recôncavo baiano. 

O corpo de Cleide Rodrigues de Carvalho, 31 anos, natural de Salvador, foi encontrada por volta das 4h da manhã desta quinta-feira (04) embaixo da ponte, com ferimentos provocados pela queda.

A polícia acredita que ela pode ter se suicidado, mas irá investigar para saber os motivos que teriam lhe motivado a tomar esta decisão. O corpo foi removido para o (DPT) Departamento de Polícia Técnica, para ser necropsiado. Cruz na Tela

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

O QUE É O PROGRAMA MONARCA
Por Pedro Borges dos Anjos
MM Editor-Chefe do Jornal O Guarany
Hitler disse uma vez: "Que sorte para os líderes quando os homens não pensam". Veja o que os líderes querem da população. Uma população bem educada sabe seus direitos, entende os problemas e sabe tomar decisões quando algo não está correto. Por isso, leia o conteúdo, informe-se, e não seja um alienado! 
Autoridades opressoras buscam no exercício do Poder implantar estruturas controladoras,  imaginam-se intocáveis, inatingíveis. Criam, impõem e sancionam formalidades estatutárias com esta finalidade. Entre muitas, integrantes de instituições por eles dirigidas são orientados, de forma consciente ou instruídos inconscientemente, a nada escreverem, a não responderem correspondências, por qualquer via. Em nome da Instituição à qual pertencem, e até em nome pessoal, são proibidos de se manifestarem, reivindicarem, ou assinarem em documentos, salvo quando permitidos pelos comandantes da cúpula dominante das mencionadas Organizações. Os dirigentes, na escala inferior, são instruídos de forma determinada a usar e cumprir fielmente a “Programação Monarca”, sem que saibam do que se trata nem tenham ciência de que estão comandados por um poder de domínio mental.
A Programação Monarca é um método de controle mental utilizado por numerosas organizações para fins ocultos. Os métodos são incrivelmente sádicos, todo o seu propósito é traumatizar a vítima, psicológica e fisicamente, constrangê-la e humilhá-la. Os resultados esperados são horríveis: um escravo de mente controlada pode ser acionado a qualquer momento para executar ações instruídas e exigidas pelo manipulador.
A Programação Monarca compreende elementos de abuso em rituais satânicos (Satanic Ritual Abuse) e Transtorno de Personalidade Múltipla (Multiple Personality Disorder).
Ela utiliza uma combinação de rituais, neurociência, psicologia e ocultismo para criar dentro dos “escravos”, um alter-ego que pode ser acionado e programado por manipuladores. Escravos Monarcas são utilizados por várias organizações ligadas à elite mundial, em áreas tais como sociedades iniciáticas, escravidão sexual, militarismo e a indústria do entretenimento.
O referido Programa foi implantado na Grande Loja Maçônica do Estado Bahia e amplamente executado pelos grão-mestres da mencionada Instituição, a partir do ano 2003, a ponto de impedir por Atos de suas lavras o direito de ir e vir de membros da Potência, em referência.
Mestre maçom, há 45 anos, Bacharel  em Teologia e Doutor em Divindade, durante os cursos, pesquisei e estudei em Filosofia, sobre as diversas teorias que dominam sistemas e controlam indivíduos, com que pude inteirar-me da estrutura do Programa Monarca.
Como maçom, convidado, compareci a uma solenidade da Grande Maçonaria Mista do Estado da Bahia, na cidade de Feira de Santana. As autoridades opressoras acima mencionadas, imaginando-me cativo  de suas determinações arbitrárias,  produziram Atos com que suspenderam meus direitos maçônicos, em seguida, ante minha rigorosa reação, expulsaram-me da “maçonaria”. Eles imaginam que suas vítimas aceitem a Gleb como a única maçonaria do mundo. Reagi, buscando na Justiça comum, restauração do meu status maçônico quo ante e a condenação de ambos por danos morais e materiais. Em seguida, produziram outros Atos, proibindo quaisquer comunicações comigo, visita, inclusive o cumprimento normal de todos os dias. A Justiça, embora tenha concluído o cerimonial jurídico instruído para a sentença, prossegue em silêncio, ja faz cinco anos, nesta data de 12/06/2015.  Eles também exercem o tráfico de influência no Poder Judiciário. Há juizes e desembargadores maçons, revestidos de poderes para agirem dominados pela supremacia do Programa Monarca. Via de regra, são iniciados na Maçonaria com este propósito.
Escrevi o livro  “Maçonaria Glebiana – Memórias do Império das Trevas,” relatando a gravidade do Programa Monarca e denunciando as mencionadas autoridades desfiguradoras da verdadeira Maçonaria. Produzi, recentemente, Carta Aberta ao Grão Mestre vencedor do pleito com que os maçons da Grande Loja, em referência, o reelegeram a um segundo mandato período de 2015/2018, derrotando o anterior que postulava voltar ao cargo. A lide foi decidida na Justiça comum, com reconhecida celeridade. Enviei, tanto o livro quanto a Carta Aberta a todos os maçons  membros das lojas subordinadas à referida Grande Loja. Os maçons permanecem em silêncio. O próprio Programa Monarca define que é assim mesmo: silêncio absoluto. Os que se pronunciassem, o objetivo seria censurar-me ou pedir que não mais lhes enviasse quaisquer mensagens, que  retirasse seus nomes de minha lista de e-mails, enfim, o propósito é traumatizar, psicológica e fisicamente, constranger e humilhar. No meu caso, eu já sou blindado contra as manifestações de ofensas dessa natureza.
Omitindo os nomes dos autores, todos revestidos do cargo de veneráveis de lojas maçônicas da obediência da Gleb,  eis alguns exemplos de mansagens via e-mails que recebi, com que provo estarem dominados mentalmente pelo Programa Monarca.
Peço fineza nos excluir de sua lista de e-mails.
Ven.·.M.·.
Favor não postar publicações sobre a GLEB em minha linha de tempo
Venerável
Peço-lhe a gentileza de não mais endereçar e-mail desse jaez para mim, exceto quando for para tratar de questões nobres e importantes.
Venerável
Só três manifestações, todas reconhecidamente anti-maçônicas e desrespeitosas. Os demais destinatários, todos, optaram por permanecer em absoluto silêncio.
Eis o que determina a Programa Monarca, em parte de sua estrutura: "O primeiro segredo para dirigir os membros de uma Organização e ser senhor de suas opiniões, é semear a discórdia, a dúvida e criar pontos de vista opostos, o tempo necessário para que, perdidos nessa confusão, não se entendam mais e se persuadam de que é preferível não ter opinião pessoal quando se tratar de assuntos emanados da autoridade maior. É só obedecer, mesmo que esta obediência seja contra a si. É preciso atiçar as paixões dos membros e criar uma literatura insípida, obscena e repugnante. O dever da imprensa é de mostrar a incapacidade dos não-iluminados em todos os domínios da vida religiosa e governamental.”
“O segundo segredo consiste em exacerbar as fraquezas humanas, todos os maus hábitos, as paixões e os defeitos até o ponto em que reine total incompreensão entre os que integram os quadros da Organização. É preciso principalmente combater as personalidades fortes, que são os maiores perigos. Se demonstrarem um espírito criativo, elas produzem um impacto mais forte do que milhões de pessoas deixadas na ignorância.”
Invejas, ódios, disputas, privações, suspensão de direitos, desconstrução de valores, expulsão com divulgação obrigatória, devem esgotar os membros a tal ponto que não possam ver outra solução senão a de submeter-se plenamente à dominação do dirigente maior.
Objetivando a materialização de seu trabalho pela palavra e por Atos, dando prova de adaptação, eles dirigirão o povo segundo sua vontade.
O Programa monarca determina: “É preciso desabituar os iniciados da Organização a pensar por si mesmos: dar-se-á a eles um ensinamento baseado no que é concreto e ocuparemos sua mente em disputas oratórias que não passam de simulações. Por outro lado, é preciso repetir incessantemente a doutrina para que eles permaneçam em sua profunda inconsciência.”
Operam de forma didática, determinam a cessação de solenidades da cultura milenar, sem qualquer explicação convincente, proíbem relações de amizade, cumprimentos, visitação com os que dissentem de gestos tão ultrajantes.
Os membros, estando sob estado de cegueira mental, tornam-se insensíveis e incapazes de julgar por si mesmos, não terão o direito de opinar nas decisões da autoridade maior, as quais deverão ser regidas com mão forte e impiedosa severidade. Só lhes é dado o direito de opinar para concordar, manifestar fidelidade à autoridade opressora.
Urge refletir e denunciar, em organizações maçônicas, religiosas, nos segmentos sociais, seitas, etc., se estão sob esta influência. Os membros, ao identificar-se impedidos no seu direito  constitucional de cidadão de ir e vir, e outros ultrajes que ferem seus valores, e se sentem sem força para reagir a fim de não serem punidos pelos operadores das técnicas satânicas do Programa Monarca, saibam estarem revestidos e controlados mentalmente pelos poderes emanados do mencionado Programa. Poucos são capazes de usar o raciocínio da reação. A maioria permanece inerte e fiel à autoridade de Satanás, o Diabo. Foi o que aconteceu com os fiéis seguidores do pastor Jim Jones, o mega-operador do Programa Monarca no pseudo Ministério “Evangélico Templo dos Povos” que culminou com a ordem de suicídio coletivo fielmente cumprida por todos os integrantes da mencionada Organização “Evangélica” instalada nas matas da Guiana, em 1978, ingerindo suco envenenado com cianeto.

Irmão Lázaro faz Carnaval para evangélicos em show na Praça da Sé, em Salvador/Bahia

Irmão Lázaro faz Carnaval para evangélicos em show na Praça da Sé
Foto: Jailton Suzart/Ag Haack/Bahia Notícias
 
O deputado federal Irmão Lázaro (PSC) deu um tempo no seu trabalho em Brasília para fazer um "Carnaval evangélico" para fieis que foram para o palco do Pelourinho neste domingo (7). O ex-vocalista do Olodum soltou a voz que o tornou famoso e emocionou os presentes.

Na saída do cortejo do Ilê, Prefeito e Governador são vaiados no Curuzu, em Salvador/BA


Na saída do cortejo do Ilê, Prefeito e Governador são vaiados no Curuzu 
Nem tudo são flores na festa do “Mais Belo dos Belos” que ocorre neste sábado (6) na Senzala do Barro Preto. Depois da cerimônia de abertura do cortejo do Ilê Aiyê, a saída das autoridades municipais e estaduais foi tomada por vaias para o Prefeito ACM Neto e o governador Rui Costa. Fazendo uma paródia com a música do carnaval, pessoas que estavam presentes fizeram criticas sobre o imbróglio com a marca de cerveja que patrocina a festa durante a saída de Neto. Já para Rui Costa, gritos com os dizeres “Cabula! Cabula!” recordaram a morte de 12 jovens negros no bairro de Cabula, que neste sábado (6) faz exatamente um ano do ocorrido. “É normal, a rua é um ambiente democrático para a manifestação de todos”, afirmou o governador. 

Fonte Foto: Luana Ribeiro/Bahia Notícias/por Luana Ribeiro / Edimário Duplat

domingo, 7 de fevereiro de 2016

 ONU quer legalização do aborto no Brasil para combater epidemia de microcefalia

ONU quer legalização do aborto no Brasil para combater epidemia de microcefalia
A epidemia de microcefalia foi usada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como mote para pedir a liberação do aborto em toda a América Latina.

Em tese, os casos de microcefalia estariam acontecendo por causa do vírus zika, transmitido pelo mosquito aedes aegypti, o mesmo que transporta as variações da dengue e a febre chicungunya. Como não há indícios de que há outra causa, as autoridades de saúde tratam o zika como responsável pela epidemia.

A decisão da ONU em recomendar a legalização do aborto para esses casos foi anunciada pelo alto comissário para os Direitos Humanos, Zeid Rad’ad Zeid Al-Hussien: “As leis que restringem o acesso a esses serviços devem ser revistas em adequação com as obrigações dos Direitos Humanos, a fim de garantir o direito à saúde para todos”, afirmou, alegando que trata-se de uma emergência.

De acordo com informações da agência France Presse, a porta-voz da ONU, Cecile Pouilly, acusou os países que vêm recomendando às mulheres que não engravidem de incoerência, pois não fornecem meios contraceptivos e não permitem o aborto.

Zeid seguiu a mesma linha de Pouilly, e afirmou que os governos não levam em consideração que muitas mulheres não podem exercer controle sobre quais circunstâncias devem ou não engravidar, e apontou as “altas taxas de violência sexual” como uma das situações fora de controle.

Por fim, a dupla alegou que os países da América Latina têm demonstrado grande dificuldade em combater o mosquito e frear a propagação do vírus zika, seja por falta de estrutura ou por condições climáticas favoráveis à reprodução do aedes e sua proliferação.

Pressão
Um grupo de advogados, acadêmicos e ativistas pretende pedir, no Supremo Tribunal Federal (STF), a concessão para que grávidas que quiserem optar pelo aborto se seus bebês forem detectados com microcefalia possam fazer de forma legal, pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A sugestão da ONU poderá ser usada por esse grupo como reforço de argumento. A antropóloga Debora Diniz, do instituto de bioética Anis, está à frente da ação e demonstra confiança, lembrando que conseguiu a legalização do aborto em casos de anencefalia: “Somos uma organização que já fez isso antes. E conseguiu. Estamos plenamente inspiradas para repetir, sabendo que vamos enfrentar todas as dificuldades judiciais e burocráticas que enfrentamos da primeira vez”, afirmou, criticando a postura das igrejas Católica e evangélicas, além de grupos sociais pró-vida.