sexta-feira, 24 de junho de 2016

JORNAL O GUARANY, EDIÇÃO ESPECIAL DA DATA MAGNA DA CACHOEIRA, CIRCULA NESTE SÁBADO, 25 DE JUNHO, DESDE AS PRIMEIRAS HORAS DA MANHÃ
Pedro Borges Dos Anjos's photo.

A versão impressa do Jornal O Guarany, edição especial de 25 de Junho de 2016, DATA MAGNA da cidade, circula neste sábado, nas ruas da Cachoeira, São Félix, Muritiba e região. Exemplares de assinaturas serão entregues nos lares cachoeiranos e sanfelixtas. Interessados podem também pegar exemplares no Palácio da Cultura, ao lado Fórum Teixeira de Freitas. A distribuição gratuita será feita também nas ruas, nos Povoados do Capoeiruçu, Belém, Santiago do Iguape e São Francisco do Paraguaçu. Não deixe de adquirir o seu exemplar para tomar conhecimento de notícias e propostas de reconhecida importância para o processo de desenvolvimento de sua cidade e região. Pegue o seu exemplar no Palácio da Cultura, agência de Revistas e Jornais, ao lado do Fórum Teixeira de Freitas. Exemplares poderão ser adquiridos na Redação do Jornal na Rua Benjamin Constant, 15 - Centro/Cachoeira/BA

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Custo Brasil: Ex-ministro Paulo Bernardo é preso em Brasília
Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil / Reprodução EPTV
O ex-ministro Paulo Bernardo foi preso nesta quinta-feira (23) em desdobramento da 18ª fase da Operação Lava Jato (Pixuleco 2), batizado de "Custo Brasil". Bernardo foi preso no apartamento funcional da esposa, a senadora Gleisi Hoffman (PT-PR), em Brasília e será encaminhado a São Paulo. São cumpridos 65 mandados, sendo 11 são de prisão preventiva, 40 de busca e apreensão e 14 de condução coercitiva nos estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Distrito Federal. Os mandados foram expedidos a pedido da PF, pela 6ª Vara Criminal Federal em São Paulo. Um dos mandados está sendo cumprido na casa da senadora, no bairro Água Verde, em Curitiba e outro estão na sede do PT no centro de São Paulo. A operação apura um esquema de pagamento de propina em contratos de prestação de serviços de informática do Ministério do Planejamento, da qual Bernardo já foi titular. As fraudes geraram pagamentos de propina de aproximadamente R$ 100 milhões, entre os anos de 2010 e 2015. A PF tem indícios de que agentes públicos da pasta direcionaram licitações em favor de uma empresa de tecnologia e informática, para gerir empréstimos consignados para servidores federais.  A investigação aponta que 70% dos valores recebidos por essa empresa eram repassados para pessoas ligadas a funcionários públicos ou agentes públicos com influência no MPOG, usando outros contratos, fictícios ou simulados. Os investigados podem ser indiciados pelos crimes de tráfico de influência, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, com penas de 2 a 12 anos de prisão. O PT já convocou os advogados do partido para tentar acompanhar a operação. O presidente do PT, Rui Falcão, está embarcando em Brasília e deve manter a viagem. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, há fortes rumores de que ao menos um diretor do blog Brasil 247, supostamente alinhado ao PT, também deve ser alvo da operação. (Atualizada às 7h44)

OPERAÇÃO CUSTO BRASIL

Esquema 
fraudava contracheques de pensionistas e aposentados

Esquema da Operação Custo Brasil fraudava contracheques de pensionistas e aposentados
Força-tarefa da operação detalhou fraude | Foto: Reprodução / Globo News
O esquema descoberto pela Operação Custo Brasil, deflagrada nesta quinta-feira (23), fraudava créditos consignados de contracheques de servidores, aposentados e pensionistas. Os empréstimos consignados eram administrados pelo Serpro, da Receita Federal, que passou a não mais conseguir gerenciar os créditos e um banco foi contratado para administrar as transações. Essa contratação, no entanto, foi feita com outros interesses, de acordo com o superintendente-adjunto da Receita Federal, Fábio Ejchel. “Para cada parcela que os servidores pagavam, existia o pagamento de R$ 1 para o serviço de gerenciamento e controle. Uma boa parte disso era desviada para agentes públicos e partícipes da organização criminosa”, disse, lembrando que cada parcela deveria custar R$ 0,30.  O esquema foi detalhado durante coletiva de imprensa. A fraude chegou a mais de R$ 100 milhões, beneficiando inclusive o ex-ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), Paulo Bernardo, preso nesta manhã. Segundo o delegado Regional de Combate ao Crime Organizado, Rodrigo de Campos Costa, Bernardo recebia através de um escritório de advocacia – que recebeu pelo menos R$ 7 milhões – enquanto que outros funcionários recebiam de empresas de fachada e lobistas. A empresa contratada para administrar os empréstimos foi a Consist, que repassava 9,5% do seu faturamento para o ex-ministro Paulo Bernardo. A porcentagem foi reduzindo ao longo do tempo, chegando a 2%. E, segundo o procurador Andrey Borges de Mendonça, era da Consist que saía os valores repassados para as empresas de fachada com a simulação de serviços, chegavam aos parceiros (como eram chamados os operadores) e eram distribuídos aos agentes públicos e políticos. "Os R$ 7 milhões foi o que se apurou em notas da Consist para o escritório de advocacia. O que apuramos foi que 80% ia para Paulo Bernardo", disse,  estimando que o ex-ministro teria recebido cerca de R$ 5,6 milhões. "É algo ainda em apuração", acrescentou. Na Operação Custo Brasil foram cumpridos 11 mandados de prisão preventiva, 40 mandados de busca e apreensão e 14 mandados de condução coercitiva, em São Paulo, Pernambuco, Distrito Federal e Rio Grande do Sul.

Fonte: Bahia Notícias/por Estela Marques

quarta-feira, 22 de junho de 2016



Manuel Lopes de Carvalho Ramos, personalidade cachoeirana desconhecida
Por Ubirajara Galli*


 Esse é um filho ilustre da cidade de Cachoeira e que seu eito natal não conhece ou que muito pouco sabe dele. Colaborando com o amigo escritor e confrade do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, o reconhecido professor de Direito, Nelson Lopes de Figueiredo, estive na segunda quinzena de maio passado nessa histórica cidade do recôncavo baiano, em busca das pegadas existenciais de Manuel Lopes de Carvalho Ramos, com o propósito de obter registros dos passos desse fantástico cachoeirano. Nelson está elaborando, sem dúvida, a mais completa obra memorial produzida sobre Manuel Lopes de Carvalho Ramos. Entretanto, nas casas culturais do município e na vizinha São Félix, apesar da boa vontade de seus gestores, nada encontrei. Para se ter uma ideia, na Biblioteca Municipal Ernesto Simões Filho, dos seis livros existentes no acervo que tratam da história de Cachoeira, nenhuma citação encontrei sobre Manuel Lopes de Carvalho Ramos.

Apresentando esse fantástico cachoeirano
Nasceu em Cachoeira (BA), no dia 10 de agosto de 1865, na Rua das Flores, atual Rua Prisco Paraíso. Filho de Antônio Lopes de Carvalho Sobrinho e Rosalina Martins Ramos. Seu pai era comerciante e, por muitos anos e até a sua morte, ocorrida em 1899. Foi secretário da Intendência (Prefeitura) de Cachoeira. Sua mãe era filha do Comendador Rodrigo José Ramos e de Militana Martins Ramos, uma das famílias mais bem-sucedidas economicamente do recôncavo baiano, marcada por gestos filantrópicos.

Pelas pesquisas empreendidas in loco, na cidade de Cachoeira, terra natal de Manuel Lopes de Carvalho Ramos, seu eito revela não conhecer a sua trajetória de destacado escritor, além de sua múltipla existência como magistrado, abolicionista, jornalista, político e espiritualista. É compreensível, que lá, a sua história seja desconhecida, por ter sido construída, principalmente, em terras goianas, entre 1888 e 1907.

Embora em sua terra natal tenha passado toda a sua infância e boa parte da adolescência, realizando os estudos que o levaram a cursar Direito na Faculdade de Direito de Pernambuco, entre 1883 e 1886, para depois de formado retornar a Cachoeira, onde permaneceu até 1888, advogando e lecionando Francês e Inglês, no Gabinete da Instrução – que funcionava no Conjunto do Carmo – e, certamente, trazer em sua mala cultural, seus dois primeiros livros de poemas, publicados durante seu período acadêmico, em Recife: Flores Poéticas e Inspirações Noturnas, ainda assim, suas pegadas não foram encontradas.

No segundo semestre de 1888, passeando na cidade do Rio de Janeiro, conheceu o político goiano, deputado e jornalista, Leopoldo de Bulhões que lhe fez o convite para ser juiz municipal de Torres do Rio Bonito, atual Caiapônia. Topou o convite. Em Caiapônia, escreveu o poema épico Goyania e que haveria dar nome a futura capital goiana construída por Pedro Ludovico Teixeira, na década de 1930.

Em 1891 transferiu-se para a antiga capital de Goiás, Cidade de Goiás, como juiz seccional substituto. Posteriormente, assumiu a titularidade de juiz da 1ª Vara da Capital e por repetidas vezes tomou assento como desembargador-substituto, no Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. Foi diretor e presidente do Gabinete Literário Goiano, a primeira casa cultural instituída em Goiás. No dizer de José Mendonça Teles, um dos principais memorialistas de Goiás: “Manuel Lopes de Carvalho Ramos exerceu grande liderança intelectual em Goiás. Respeitado por sua cultura jurídica, era igualmente respeitado por sua sensibilidade poética”. Colaborou intensamente com os principais jornais goianos. Doente, foi aposentado das suas funções de magistrado em 1907, quando então mudou para Rio de Janeiro para se tratar, lá, falecendo em 9 de setembro de 1911.

Seu filho, Hugo de Carvalho Ramos, seu principal herdeiro literário, autor do livro Tropas e Boiadas, admirado pela crítica nacional, é considerado um dos introdutores da temática regionalista no País.

Obra de Manuel Lopes de Carvalho Ramos
Flores poéticas Recife, 1883, escrito quando ainda estudante; Álvares de Azevedo, drama, 1884, repre­sentado em Recife; Goyania, poema épi­co. 1889, contém o livro oito mil versos divididos em vinte cantos em oitava rima, em que ele canta o descobrimento de Goiás, tendo como protagonista o bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva, o "Anhanguera". Por escritura pública, o livro foi doado ao governo do Estado de Goiás; Os Gênios, poe­mas. Goyaz, 1896, elogia os gênios nas ciências, nas letras e nas artes e na "Introdução refere-se ao materialismo que, negando sistematicamente a exis­tência de Deus, conduz o homem ao egoísmo, ao desalento, a mais acerba desesperança e não poucas vezes ao suicídio".

Um pedido especial
Esse gentil espaço que acomoda meu texto, cedido pelo professor e jornalista, editor-chefe de O Guarany, Pedro Borges dos Anjos, que conheci nessa minha visita a Cachoeira e que me foi apresentado pela bibliotecária Patrícia Maria Lima Porto, diretora da Biblioteca Ernesto Simões Filho, além de tornar sucintamente conhecida a história desse especial cachoeirano, Manuel Lopes de Carvalho Ramos, tem o propósito de, publicamente, pedir ajuda àqueles que, porventura, tenham conhecimento da sua trajetória, e que se dispuser a colaborar com informações, para entrarem em contato comigo, pelo e-mail: biragalliescritor@gmail.com, para enriquecer a obra memorial do professor-escritor, Nelson Lopes de Figueiredo, que deverá ser lançada no final do mês de agosto vindouro.

Ubirajara Galli
Membro da Academia Goiana de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Autor de 47 livros



DESUMANIDADE GERA DESUMANIDADE

Paiva Netto
No meu estudo Cidadania do Espírito, comento: Desumanidade gera desumanidade. Aí está, em resumo, a explicação do estado atual nas diversas regiões do planeta. Porém, com a riqueza de nosso Espírito, podemos edificar um amanhã mais apreciável. Entretanto, nenhuma reforma será duradoura se não houver o sentido de Caridade, o respeito ao cidadão e o bom comando das gentes, atuando na Alma. Todavia, para que isso realmente ocorra, é necessário que estejamos integrados em Deus, que é Amor, portanto, Caridade. Sem essa providência e perseverança nela, como preconiza Jesus, possivelmente nem saberíamos por onde começar. A integração verdadeira em Deus e em Sua Lei, expressa pelo Divino Mestre no Seu Novo Mandamento, é a reforma que falta ter início. Disse Jesus: "Novo Mandamento vos dou: Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos, se tiverdes o mesmo Amor uns pelos outros. O meu Mandamento é este: que vos ameis como Eu vos tenho amado. Não há maior Amor do que doar a própria Vida pelos seus amigos. Porquanto, da mesma forma como o Pai me ama, Eu também vos amo. Permanecei no meu Amor" (Evangelho, segundo João, 13:34 e 35, 15:12, 13 e 9).

Supremo poder da Alma
Caridade é a comprovação do supremo poder da Alma ao construir épocas melhores de vida (material e espiritual) para as criaturas e seus países, os Cidadãos do Espírito. Não existe maior inspiração para a boa política do que ela, seguida pela Justiça aliada ao Bem. Absurdo?! O tempo mostrará que não. Resta às multidões aprender em definitivo a enxergar essa realidade e desenvolver o sentido de compaixão. Assim, com o passar das eras, o mundo abandonará a doença que, pelos milênios, lhe tem feito tanto mal: a pouca atenção que dá à força do Amor Fraterno, “princípio básico do Ser, fator gerador de Vida, que está em toda parte e é tudo”.

Sobre o sublime ato de se doar ao próximo e suas consequências sociais, assim se manifestou o pensador político francês Alexis de Tocqueville (1805-1859), autor de A democracia na América: “A caridade dos indivíduos se dedica às maiores misérias, procura o infortúnio sem publicidade e, de maneira silenciosa e espontânea, repara os males. (...) Pode produzir somente resultados benéficos. (...) Alivia muitas misérias, sem produzir nenhuma”.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br – www.boavontade.com

segunda-feira, 20 de junho de 2016


 

O radialista JORGE FRANÇA
falando sobre pré-candidatura a vereador

A minha pré-candidatura é uma realidade e depende muito do apoio e a força do meu partido o PSB e de amigos, ouvintes (que me acompanham nos meus 14 anos de rádio), colegas de radio, ferroviários e pensionistas da RFFSA, onde por 16 anos fui telegrafista e representante da categoria no sindicato na função de diretor regional do Recôncavo, como executivo na colegiada, e do grande relacionamento que tenho com toda sociedade cachoeirana e região. Como cachoeirano, pretendo dar continuidade aos projetos socioculturais, incentivando o que temos de melhor que é a nossa arte, a nossa cultura, onde somos ricos. Precisamos motivar mais o esporte, o lazer, os grupos culturais, a nossa música, fortalecer os nossos eventos, as nossas festas, a exemplo da festa de N.Sª. da Boa Morte, fazer também o verdadeiro São João dos bairros e zona rural, Festa D’Ajuda, o encontro dos evangélicos,  representar, com muita força, o homem e a mulher do campo que é a nossa riqueza maior, abraçar os idosos (ilustres cachoeiranos) que já deram e ainda dão sua parcela de contribuição a nossa cidade, entre outros. Se os cachoeiranos me derem esta oportunidade de sonharmos juntos, poderemos ter uma política contemporânea revolucionando a política do futuro, com vitorias e ousadia, colocando nossa Cachoeira no lugar adequado à sua história.


Jorge A. S. da França – Radialista formado pela UEFS – Universidade Estadual de Feira de Santana - curso de extensão; Graduado em Biologia pela Faculdade de Tecnologia e Ciências, com especialização em Psicanalista Clínico.
E-mail: franca_eventos@yahoo.com.br
Tel – (75) 9 8861-6304 /9 8160-4003