quarta-feira, 26 de julho de 2017

Povoado da Opalma em Cachoeira/Bahia

Reconstruindo a verdade
Sobre a entrevista com a qual o lavrador Jorge Carlos da Silva denuncia agressão a si, feita pelo médico do Posto de Saúde da Opalma, o Jornal O Guarany recebeu em sua Redação, no dia 25/07/2017, o referido médico, Dr. Antônio José de Almeida, e sua esposa Kátia Macedo Araújo de Almeida, para expressar a versão reconstrutora da verdade sobre a contenda.

Histórico
O Dr. Antônio José de Almeida sempre foi muito querido na comunidade da Opalma. Quando o prefeito Tato Pereira assumiu a administração do município, na atual gestão, a esposa do seu denunciante, a Sra. Rosália liderou um abaixo-assinado com que lhe pedia a permanência do mesmo médico  no mencionado  Posto de Saúde.

O denunciante é cardíaco e já tem um prontuário nos arquivos do Posto, de modo que o médico, salvo raríssimas exceções, já sabe o que receitar para retornar o seu estado de saúde  à normalidade. Médico experiente, com 44 anos no exercício da Medicina, o Dr. Antônio José de Almeida imediatamente receitou ao paciente, ciprofloxacina e buscopan, cujo efeito é rápido, gerando conforto e bem-estar em curto espaço de tempo. O paciente foi embora. O médico, tendo em vista que no estoque do Posto não tinha disponível o mencionado medicamento, mandou um emissário chamá-lo a retornar à sua presença, a fim de dar-lhe uma quantia em dinheiro para comprar a medicação indicada.

Surpresa
Ao entregar-lhe o dinheiro para a finalidade mencionada, Jorge Carlos da Silva reagiu a oferta, com palavras de baixo calção, ofensivas à honra, como “seu f.d.p.” foi para isso que você me chamou? Meta seu dinheiro no “c.” Ante a ofensa, o médico confessou sua reação, exigindo que o denunciante lhe respeitasse. Também, hipertenso e diabético, o médico optou sair do local, para buscar medicar-se. Muito afetado, física e psicologicamente, o médico chegou a ser internado, permanecendo na UTI, em Salvador, só tendo alta dias depois, após a recuperação.

Retorno
Recuperado, ao retornar ao Posto, o Dr. Antônio Almeida foi surpreendido por um grupo de pessoas que se posicionava para impedir a sua entrada. Entendeu tratar-se de adversários do atual prefeito, sob comando de quem é desafeto político do chefe do Executivo municipal, na referida comunidade.

Medidas
Tendo em vista que a ocorrência afeta negativamente a sua idoneidade laboral, o Dr. Antônio José de Almeida já está adotando providências policiais e jurídicas para resguardar a honra de seu exercício profissional.

Gratidão
O Dr. Antônio José de Almeida e sua esposa Kátia Macedo Araújo de Almeida, na oportunidade, agradeceram ao Prof. Pedro Borges e a seu filho Luciano Borges, pela deferência e gentileza com que os receberam na Redação do Jornal O Guarany, deixando-os à vontade para apresentar o contraditório.

Urge pontuar que durante a entrevista, o médico não expressava mágoa nem ódio contra o paciente denunciante. Em nenhum momento, houve a menor manifestação de ofensa ou desapreço. Ao contrário, chegou a expressar apreço à esposa, Sra. Rosália, por liderar abaixo-assinado, com que a comunidade pediu a sua permanência no Posto.

segunda-feira, 24 de julho de 2017





Paciente agredido por médico quase vai a óbito
Aconteceu no Posto Médico da comunidade da OPALMA

Acompanhado da jovem Sheyla Cristiane Nery da Silva, moradora na localidade, a Reportagem do Jornal O Guarany ouviu a versão de José Carlos da Silva, a vítima, tudo confirmado pela colaboradora que lhe assiste.

Histórico
No final do mês passado, José Carlos da Silva, 54 anos, aposentado por invalidez, portador de cardiopatia, ao buscar atendimento no Posto Médico da Comunidade, sentindo muitas dores, o médico nem o examinou, apenas prescreveu um medicamento. Ao sair, o paciente comentou com a recepcionista, “o médico sequer mediu minha pressão, apenas passou uma receita,” o médico ouviu o comentário. No trajeto, já próximo de sua residência, um emissário do médico, em referência, o alcançou, com um recado do profissional, pedindo-lhe que retornasse para receber o atendimento e dinheiro para comprar o medicamento indicado na receita. Ao adentrar ao ambiente, para atender ao chamado, em referência, José Carlos da Silva foi agredido com sucessivos tapas desferidos pelo médico Antônio José de Almeida, gerando grande alvoroço e apreensão no local, à vista do estado de saúde da vítima.

Fúria
Em estado de expressa fúria, o médico tentou calar o paciente agredido, abriu sua carteira, em seguida, atiçou-lhe na cara cédulas de dinheiro, ao tempo em que pedia-lhe que saísse do local.

As enfermeiras e outros servidores do
Posto de Saúde socorreram a vítima, no mesmo local, em seguida, em caráter de urgência foi conduzido ao Hospital da Santa Casa da Cachoeira, pelo dentista do mencionado Posto, onde foi recebido com a devida atenção e submetido aos procedimentos que seu caso requer.

Reação da comunidade
No dia seguinte, médico ofensor ao chegar no referido Posto, o povo da comunidade impediu-lhe a entrada, como uma forma de protesto ao seu comportamento.

Vale pontuar, que José Carlos da Silva, segundo ele próprio atesta, foi sempre muito bem recebido e tratado no referido Posto Médico, pelos médicos, enfermeiras e demais profissionais da saúde. Lamenta a ocorrência, pois, tem apreço pelos serviços prestados pelo referido Posto de Saúde, ainda mais para uma pessoa em sua posição, sempre dependente de atendimento médico.

Post Scriptum: A Reportagem do Jornal O Guarany enviou até o referido Posto na Opalma, um emissário de sua Redação para ouvir a versão do médico Antônio José de Almeida, mas não o encontrou.

sábado, 22 de julho de 2017

Is Freemasonry a Religion?

The Freemasons are primarily a fraternal order and, contrary to conspiracy theories, not a religion or particularly clandestine. So what makes people join? And how influential are they today?
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sexta-feira, 21 de julho de 2017

ACONTECEU EM CACHOEIRA/BAHIA


Entrevista
Na Redação do Jornal O Guarany, Prof. Pedro Borges entrevista seu conterrâneo, Florisvaldo Pinheiro Cardoso de Souza, bisneto do temido líder Antônio Cardoso, coronel da Guarda Nacional, do período da ditadura Vargas.

Conhecido popularmente como Flor, Florisvaldo Cardoso de Souza é bisneto do velho líder Antônio Cardoso, cujo nome deu origem ao atual município de Antônio Cardoso. Seu pai, o saudoso Sr. Cornélio Cardoso de Souza tinha mais um irmão, Antônio Cardoso Neto, o qual foi o primeiro prefeito do novo município criado em 1962, desmembrado do território de São Gonçalo dos Campos.

A Fazenda Lagoa
Dono de ampla propriedade, a Fazenda Lagoa, o Sr. Antônio Cardoso mantinha em suas terras jagunços,  fortemente armados, uma espécie de coluna militarizada, sob suas determinações, na qualidade de coronel da Guarda Nacional, prontos para agir a qualquer hora do dia ou da noite. 

Em vida, seus filhos e sucessores foram criados sob normas rígidas de comportamento e caráter íntegro. Eram instruídos que seriam severamente punidos, sem clemência, pelos genitores, caso as mencionadas normas fossem descumpridas ou desfiguradas. Ninguém, nem autoridades, qualquer fosse à hierarquia de seus postos, poderiam corrigir, humilhar um descendente do Sr. Antônio Cardoso. A correção ou punição só poderia ser aplicada por ele próprio ou pelos seus descendentes, na escala hierárquica da família.   

Os Cardosos & Cachoeira
Há uma relação entre a família do velho líder Antônio Cardoso e Cachoeira.

Ninguém de sua família, filhos e sucessores, ou amigos mais íntimos poderiam ser desrespeitados, nem por autoridades nem por qualquer outra pessoa. Ai de quem contrariasse as determinações do mencionado líder! Ele mandava matar! Dois filhos dele: um chamava-se Tinor Cardoso, o outro Manoel Cardoso, sempre vinham à Feira Livre da Cachoeira, aos sábados. O prefeito, Dr. Inocêncio Boaventura, proibiu os cidadãos andar armados na cidade naquele período. Sem saber, os dois, Tinor Cardoso e Manoel Cardoso, montados a cavalo, deixavam serem vistas suas armas, enquanto passeavam nas cercanias da Feira Livre. Os guardas da Prefeitura os abordaram, pediram entregar as armas. Eles recusaram. Os guardas engrossaram as vozes, tomaram as armas à força, além de tirar-lhes as gravatas. Eles se trajavam a rigor. Os dois rapazes, após passarem pela vergonha, em público, retornaram, imediatamente, para a fazenda do pai, a fim de contar-lhe a decepção por que passaram, por ordem do prefeito da Cachoeira. Naquela época, o prefeito, Dr. Inocêncio Boaventura, dava expediente aos sábados em seu Gabinete, onde é hoje a Câmara Municipal. O Sr. Antônio Cardoso respondeu que ninguém de sua família poderia passar pela vergonha semelhante a que seus dois filhos passaram, portanto, eles teriam que voltar à Cachoeira, e eles mesmos matarem a tiros o chefe do Executivo cachoeirano. Antes, como era analfabeto, os dois filhos também,  mandou ver uma professora, sua conhecida, para escrever uma carta ditada por ele, endereçada ao prefeito da Cachoeira, com a qual dizia as razões por que  ele iria morrer. Pronta a carta, entregue aos filhos, armou bem os dois, com pistolas novas e municiadas, autorizando o retorno imediato à cidade da Cachoeira, para materializar a sinistra missão. Chegando à Cachoeira, já à tarde, os dois se dirigiram imediatamente ao Gabinete do Prefeito. Logo recebido, entregaram a carta, enquanto a lia, já no final do último parágrafo, conforme instruído pelo pai, deflagraram dois tiros, deixando a referida autoridade desfalecida ao chão em sua Gabinete. Retornaram imediatamente, numa rota de fuga instruída pelo próprio Antônio Cardoso, ambos montados em animais fortes e ágeis. À noite já estavam de retorno à residência do genitor, na Fazenda Lagoa, integralmente protegida por jagunços fortemente armados para responder a bala quaisquer tentativas da polícia da Cachoeira para prender os filhos ou qualquer agressão  contra a propriedade.

Florisvaldo Cardoso de Souza tem muitos amigos em Cachoeira, pois, durante alguns anos viveu com suas irmãs e irmãos nesta cidade. Seu saudoso irmão Ariosvaldo Cardoso de Souza, mais conhecido como Vardo, viveu e faleceu em Cachoeira. Era amigo e seguidor político do saudoso prefeito Geraldo Simões. Flor cita que no período, moravam em Cachoeira, suas irmãs Valtamira Pinheiro Cardoso de Souza (Valtinha), Iva Pinheiro Cardoso de Souza, Vandélio Pinheiro Cardoso  de Souza (falecido), Crispim Pinheiro de Souza (caçula) e Antônio Pinheiro Cardoso  de Souza (falecido).

Florisvaldo é casado com Juanice Silva de Oliveira, com quem tem uma filha adolescente, Débora de Oliveira Pinheiro de Souza. Aposentado, reside com a família, em Feira de Santana, mas prossegue em atividade laboral, comercializando jóias em Cachoeira e outras cidades da região. 

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Convocação aos membros 
do Rotary Club Cachoeira/São Félix


De ordem do presidente, Prof. Pedro Borges dos Anjos, informamos que as reuniões do RC Cachoeira/São Félix voltaram a ser semanais, às 12h, às quintas-feiras, conforme registro no Rotary International. Até finalizar o processo de reforma e requalificação de sede social na Rua Prisco Paraíso No. 08, já em operação, as sessões plenárias, com almoço compartilhado, prosseguem sendo realizadas no Restaurante Maktub, como anteriormente. Urge o comparecimento de todos para o devido registro de presenças e comunicação inadiável do presidente em relação à reforma já em processo de materialização no imóvel sede do Clube, e a projeção de ações sociais na comunidade.


ASCON Luciano Borges
Servidora demitida ilegalmente é reintegrada

 Por Luciano Borges 
O município da Cachoeira foi obrigado pela Justiça do Trabalho da Vara de Cruz das Almas a reintegrar uma servidora pública que ocupava o cargo de agente de saúde, a qual  foi indevidamente exonerada, sem justa causa e sem o devido processo administrativo. O magistrado também determinou que o município faça o pagamento  referente aos vencimentos, inclusive todos os direitos e vantagens do período do afastamento ilegal desde a data da demissão.

Servidora do município, há mais de 10 anos, a agente de saúde pública Tatiane Nuno foi admitida após aprovação em processo seletivo no ano de 1999 e foi demitida sem qualquer procedimento legal em fevereiro de 2011.

Inconformada com a injustiça de que foi vitima, a servidora contratou os advogados Nelson Aragão Filho e Cláudio Almeida dos Anjos, buscando o seu direito legítimo com que teve a vitória após mais de cinco anos de delonga judicial.

De acordo com o advogado Claudio dos Anjos, “a reintegração do cargo é um direito da servidora, pois, ela está tutelada pelo manto do principio Constitucional não observado pelo município referente a garantia do contraditório e da plenitude da defesa, presentes no o art. 5º, LV, que dispõe: aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes”.

Dessa forma, o meritíssimo Juiz do Trabalho decidiu que ficou evidente a nulidade do ato da demissão da servidora, em virtude da desobediência ao devido processo legal, concedendo a servidora o direito de ser reintegrada no cargo que ocupava, e a receber também os salários não pagos em decorrência do afastamento ilegal.

Ela foi reintegrada, acompanhada por Oficial de Justiça designado, no dia 17 de julho de 2017.


Governador Rui Costa não instalou o governo nem transferiu a sede da administração do Estado Bahia para Cachoeira, em sua Data Magna – 25 de Junho, nem mandou representante

Jornal O Guarany lamenta

Informado por fontes oficiais da própria administração do Estado, o Jornal O Guarany, em sua edição especial em homenagem à Data Magna da Cachoeira, anunciou em primeira página, que o governador Rui Costa estaria presente para instalar a administração e proceder à transferência da capital para esta cidade, conforme instrui a Lei. Lamentavelmente, o governador Rui Costa, pelo terceiro ano consecutivo nem veio nem mandou representante. Pedimos desculpas aos nossos leitores por divulgar a notícia, em referência. A transferência da capital baiana para Cachoeira acontece com base na lei 10.695/07. É lamentável!