
Estado de saúde de Chico Anysio ainda é grave
Chico continua fazendo diálise em algumas horas do dia, permanece sedado e respira com ajuda de aparelhos. Os exames mostram estabilidade na função renal. Ainda não há previsão de alta.
Notícia e informação em tempo real. Cachoeira. Bahia. Brasil

Devido a catástrofes, cientistas ajustam o “relógio do Apocalipse”, que agora marca cinco minutos para o fim do mundo
Devido ao desastre nuclear nas usinas de Fukushima, no Japão, os cientistas responsáveis pelo relógio adiantaram o horário em um minuto. Entre 2010 e 2011 restavam seis minutos para um colapso mundial.
O presidente da associação e professor de Física da Universidade do Arizona, Lawrence Krauss, explicou que devido “aos perigos claros e iminentes de proliferação nuclear e mudança climática, assim como diante da necessidade de se encontrar fontes de energia seguras e duráveis”, foi feito o adiantamento do relógio.
Essa previsão pessimista em torno dos rumos da humanidade foi anunciada na última terça-feira, 10/01, em Washintgon, pelo Bulletin of the Atomic Scientists (BAS), uma publicação voltada à cientista e organizada pelos maiores nomes da ciência mundial, incluindo Stephen Hawking, premiado físico britânico, segundo informações do portal IG.
Desde sua criação, após o final da Segunda Guerra Mundial, o “relógio do Apocalipse” já marcou diversos horários, considerando as circunstâncias de cada época. O fato de atualmente marcar cinco minutos para o horário definido como limite, não significa que esse “tempo” não possa aumentar, caso os cientistas entendam que fatos hoje considerados grandes ameaças para o planeta foram anulados.
Foram 19 ajustes ao longo da história do relógio, sendo que as variações foram de dois a dezessete minutos em diferentes períodos. Em 1953, no auge da Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética, o relógio marcou sua menor contagem, enquanto que em 1991, quando os dois países anunciaram o Tratado para a Redução de Armas Estratégicas, a contagem chegou a dezessete minutos.
Entre os desafios atuais, encontra-se a necessidade de encontrar novas fontes de energia, mais limpas: “Isto significa satisfazer as necessidades energéticas para o crescimento econômico dos países em desenvolvimento e industrializados sem prejudicar ainda mais o clima e sem alimentar a proliferação nuclear”, declarou Krauss. A preocupação com o desenvolvimento de armas nucleares por países como Irã e Coreia do Norte também constam da lista de fatos preocupantes.
Fonte: Gospel+

Alan de Botton defende que é possível erigir “um templo para o amor, a amizade ou o respeito”

Ateus criticam muitos dos hábitos dos devotos seguidores de alguma fé. Mas agora parece que o ateísmo está querendo utilizar um elemento tipicamente religioso: erigir um templo de adoração.
O escritot Alain de Botton anunciou seus planos de construir o primeiro “templo ateu” do Reino Unido e, possivelmente, do mundo. Com a colaboração do arquiteto Tom Greenall , a obra será construída em Londres .
Dedicados à ideia de perspectiva, a torre negra terá cerca de 46 metros de altura, uma medida que remete à “verdadeira idade” da Terra: 4,6 bilhões ano. Ou seja, cada centímetro equivale 1.000 mil anos. Na base da torre haverá uma pequena lâmina de ouro de um milímetro de espessura, simbolizando o tempo de vida da humanidade na Terra.
Mas um lugar de culto não é o único elemento da religião organizada que ateus podem se beneficiar, diz de Botton. Ele entende que ateus como Richard Dawkins nunca irão convencer as pessoas que o ateísmo é uma forma atraente de olhar a vida. Em seu livro mais recente “Religião Para ateus”, o autor aponta que o design, a arte e a ideia de comunidade poderão inspirar e atrair seguidores de uma “vida sem Deus”.
Ainda não foi anunciada uma data final para a abertura do templo, mas ele espera edificar outros templos parecidos em todo o Reino Unido. Também não foi revelado quem arcará com os custos da obra.
“Por que as pessoas religiosas têm alguns dos mais belos edifícios na terra?”, pergunta Alain de Botton. “Chegou a hora dos ateus terem suas próprias versões das grandes igrejas e catedrais”.
Esse conceito já era defendido por ele no livro e agora deve se tornar realidade. “As religiões sempre souberam que um belo edifício é uma parte indispensável para firmarem a sua mensagem. Apenas os nossos livros não conseguirão fazer isso”.
Ele diz ainda que não precisa lembrar de um deus ou deuses em um local desse tipo. “Você pode construir um templo para tudo o que é positivo e bom. Isso poderia significar: um templo para o amor, a amizade ou o respeito”.
Traduzido e adaptado de Huffington Post e Dezeen por Gospel Prime
A filosofia analítica é relativamente nova quando comparada com a tradição filosófica. Com quase cem anos de história e em fase de amadurecimento a filosofia analítica se estabelece gradativamente no meio acadêmico.
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A proposta foi apresentada pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) na última segunda-feira (23), com a presença do secretário de Cultura do Estado, Albino Rubim, que coordenou até ontem (26) uma caravana cultural que passou pelos municípios de Lençóis, Wagner, Nova Redenção e Iraquara, acompanhado por 22 assessores e técnicos da secretaria estadual (SECULT).
“O motivo inicial foi apresentar o Projeto Circuitos Arqueológicos proposta via convênio entre o IPAC e a Universidade Federal da Bahia (UFBA) desde 2008, mas aproveitamos para realizar uma caravana por vários distritos desses municípios conhecendo os bens culturais dessa grande região, sejam materiais ou imateriais”, disse o secretário de Cultura durante a apresentação.
Este e outros roteiros de viagem fazem parte de proposta do IPAC para os Circuitos Arqueológicos – contemplando bens culturais tangíveis e intangíveis –, ação que pode auxiliar no desenvolvimento econômico sustentável da Chapada. “Outros estados brasileiros e países já utilizam os seus atrativos naturais e culturais como um dos principais vetores da economia, e a Bahia que detém um dos mais ricos acervos arquitetônicos e arqueológicos do país, pode conseguir o mesmo”, diz o diretor do IPAC, Frederico Mendonça. A proposta, contudo, dependeria de ampla parceria entre poderes públicos municipais, estadual e federal, iniciativa privada e sociedade civil organizada.
Segundo Mendonça, os edifícios que estão sob estudo e tombamento provisório em Wagner são a Igreja Presbiteriana, o Grace Memorial Hospital e o Instituto Ponte Nova. O pedido de tombamento apareceu sob a forma de abaixo-assinado de moradores da região. O município de Wagner surgiu às margens do Rio Utinga, devido à criação do Instituto em 1906, a partir da vinda desses presbiterianos norte-americanos que construíram as edificações. O projeto inicial foi instalar uma escola-fazenda, e depois uma estação missionária com ações de religião, educação e saúde.
Outro imóvel é o Instituto Ponte Nova que recebia alunos em internato de toda a Bahia e ainda tem os pisos em parquet, que é um assoalho feito de peças de madeira nobre, de tamanhos, cores e formas diversas, em desenhos geométricos. Para Lígia Larcher, com as instalações que ainda dispõe, a cidade de Wagner poderia se tornar um pólo cultural-educacional na Chapada, e o tombamento é um dos incentivadores dessa transformação. Todo imóvel tombado também tem prioridade nas linhas de financiamento.
Mais informações sobre o tombamento em Wagner, com a Gerência de Patrimônio Material (Gemat) do IPAC via telefones (71) 3116-6742 e 3116-6933, e endereço eletrônico gemat.ipac@ipac.ba.gov.br. Outros dados sobre ações do IPAC no site www.ipac.ba.gov.br.
Fotos em ALTA DEFINIÇÃO no Flickr/SecultBA: http://www.flickr.com/photos/secultba/sets/72157629055130743/
Renan Calheiros, senador (PMDB-AL) (Dida Sampaio/AE)
Nervoso com a sinalização de que seu afilhado na presidência da Transpetro, Sérgio Machado, está na lista dos demissíveis da Petrobras, o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), interrompeu as férias do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, para criar uma frente pelo apadrinhado e apresentar seu arsenal de retaliação.
Lobão, que está nos Estados Unidos, informou que nem a presidente Dilma Rousseff nem qualquer outro integrante do governo o procurara para falar de Transpetro. Da mesma forma, o vice-presidente Michel Temer também garantiu ao líder que a Transpetro está fora do radar das "mexidas" do Planalto. Ainda assim, o clima é de desconfiança e a única certeza é de que a eventual demissão de Machado abalaria a governabilidade no Senado.
Diferentemente da Câmara, onde o governo tem aliados e votos de sobra para aprovar seus interesses e barrar os problemas criados pela minguada oposição, a maioria governista entre os senadores é estreita. Ninguém tem dúvidas de que, sem o apoio do PMDB liderado por Calheiros, o governo não terá sossego no Senado.
A avaliação predominante no partido é de que, para tirar Machado da cadeira, só se houvesse a comprovação de um ato que o desabonasse como presidente da Transpetro. Mas um dirigente do PMDB diz que é preciso ficar alerta, "porque onde tem fumaça, há fogo".
Além de Machado, também figura na lista dos demissíveis do PMDB o superintendente da Sudene, Guilherme Rebouças, afilhado do ex-ministro da Integração nacional e atual vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, Geddel Vieira Lima.
"Podem trocar. Comigo não tem crise nenhuma. A Sudene tem um superintendente técnico, um engenheiro que era do governo Jaques Wagner (Bahia) e foi nomeado por mim", disse Geddel ao Estado, destacando que fez uma nomeação administrativa para o cargo, na condição de ministro, e não uma indicação política.
(Com Agência Estado)