quinta-feira, 2 de julho de 2015

Príncipe saudita decide doar toda sua fortuna para instituições de caridade

(Foto: Reuters)
O príncipe saudita Alwalled bin Talal é conhecido como um dos homens mais ricos do mundo, somando US$ 35 bilhões ao longo de sua vida. E o que este bilionário decidiu fazer com toda sua riqueza? Doar TUDO para a instituições de caridade! 

Talal, de 60 anos, explicou que parte do valor será enviado à “Alwaleed Philanthropies”. Já outra parte vai para organizações de caridade empenhadas no combate a doenças e defensores dos direitos da mulher pelo mundo. 

Alwaleed bin Talal ficou no 34º lugar da lista de bilionários elaborada pela revista "Forbes" neste ano e é o homem mais rico da Arábia Saudita. 

Além disso, ele preside o conselho diretor da companhia Kingdom Holding, que detém investimentos no Oriente Médio, Estados Unidos e Europa. O grupo também investe no Twitter e em redes de hotelaria.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

COMO VENCER O INIMIGO NO JOGO DE XADREZ E NA VIDA REAL


A reputação é a chave do poder. Você pode vencer batalhas e guerras simplesmente através dela. Quando o oponente, uma vez perdida a reputação, estará vulnerável e será atacado de todos os lados.

 Para enfrentar inimigos, questione a reputação deles e, depois, ausente-se, deixando que a opinião pública o julgue e o execre.

Não existe trégua. Todos os grandes líderes sabem disso: todos os poderes e valores de inimigos devem ser destruídos completamente. Se você bate, mas o deixa recuperar, ele vai buscar vingança. A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar. Exponha, por escrito ou verbalmente, um roteiro falso, e, deixe o inimigo seguir por ele, pensando estar no caminho certo.

Surpreenda-o, ganhe expressão e espaço, onde ele sequer imagine. Nunca deixe o oponente saber o que você realmente quer. Assim, ele, o inimigo, sem a menor força para sustentar ou dar apoio às suas pretensões, morre no deserto do esquecimento.
Debate sobre parlamentarismo deve ser reaberto, diz Eduardo Cunha

Foto: Reprodução

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, afirmou nesta segunda-feira (29) que o debate sobre o parlamentarismo deve ser reiniciado pelos deputados. Cunha defendeu a adoção do sistema ao ser questionado durante o evento Câmara Itinerante, em Manaus (AM).

“Vivemos uma crise do presidencialismo, porque mesmo com a perda da condição política, você não pode refazer o pleito, só na próxima eleição você pode rever a decisão. No parlamentarismo, em certas circunstâncias especiais, você pode dissolver até mesmo o Congresso e realizar novas eleições”, disse.

Reforma política

Para Cunha, a votação da reforma política foi um avanço, ainda que as mudanças não tenham sido muitas. “No sistema eleitoral, tivemos todas as opções, mas a Câmara fez a opção por manter o sistema existente”, disse.

Cunha ressaltou que a tendência é baratear as campanhas e impor um limite às doações de empresas. Ele estima que o tempo de campanha deva diminuir de 90 para 60 dias, e o tempo de exposição da campanha na TV, de 40 para 30 dias. “Defendo que empresas que prestam serviços junto à administração pública sejam impedidas de fazer doações”, disse.

Maioridade penal

O presidente da Câmara defendeu também a redução da maioridade penal para crimes graves e afirmou que esse debate deve continuar com a reforma do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90).

“Após a redução vamos debater mudanças no sistema de internação, que hoje em dia não funciona. Muitos lugares são inadequados”, disse.

Pacto federativo

Ele apoiou ainda uma mudança gradual do pacto federativo, sem impacto imediato para o orçamento da União, mas com independência crescente dos entes federados, o que restabeleceria sua capacidade de investimento.

Segundo Cunha, a primeira medida deve ser tornar obrigatório o gasto com emendas de bancada, que são emendas ao Orçamento da União feitas pelas bancadas estaduais da Câmara para grandes projetos em seus estados. “Faz tempos que essas emendas não são liberadas, e vamos reverter isso”, disse.

Veto a MP

Cunha disse que seu partido, o PMDB, deve defender a derrubada do veto ao texto da Medida Provisória 660/14, que permite a servidores dos ex-territórios do Amapá e de Roraima optarem pelo quadro em extinção de pessoal da União. O veto retirou da proposta policiais e bombeiros militares, aposentados e servidores da Suframa.

O deputado Silas Câmara (PSD-AM), que foi o relator da proposta, explicou que a readmissão de servidores demitidos é um direito, e prometeu trabalhar pela derrubada do veto. “No entanto, isso é difícil, porque é necessária maioria da Câmara e do Senado. Da parte do meu partido há disposição, pelo que entendo”, disse o presidente.

Nota da Redação do Jornal O Guarany: Para que o exercício pleno do regime democrático se faça de forma igualitária, não só o parlamentarismo deverá ser posto em discussão, mas também a inclusão da monarquia, conforme o povo também opinou no plebiscito, com o qual sai vencedor o presidencialismo, cujo regime está em crise.


Governo Dilma tem rejeição de 68%, aponta Ibope; aprovação é de apenas 9%
Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (1º) aponta  que 68% dos eleitores brasileiros consideram o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) como ruim ou péssimo. Segundo o levantamento, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), apenas 9% dos ouvidos classificaram sua atuação como ótima ou boa e 21% a avaliaram como regular. Cerca de 1% preferiu não opinar. A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 21 de junho com 2.002 pessoas de 141 municípios. Segundo o G1, a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança da pesquisa é de 95%. O CNI informou que no levantamento anterior, divulgado em abril deste ano, 12% aprovavam o governo (consideravam "ótimo" ou "bom"). Na época, 64% avaliaram Dilma como "ruim" ou "péssima", e 23% como "regular".

Fonte: Bahia Notícias
Delator da Lava Jato diz que Dirceu era 'padrinho' de empreiteira
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
O lobista Milton Pascowitch afirmou, durante depoimento à Polícia Federal, que o ex-ministro José Dirceu atuava como espécie de "padrinho" da empreiteira Engevix em contratos com a Petrobras. Segundo a Folha de São Paulo, o mais novo delator da Operação da Lava Jato contou que, em troca, Dirceu fazia "insistentes" pedidos de repasses ou favores, como uma doação a uma arquiteta que reformou um dos imóveis do petista. O lobista, que foi preso em maio, teve seu acordo de delação homologado pela Justiça nesta segunda-feira (29). Em troca da colaboração, ele ganhou o direito de deixar a carceragem da PF em Curitiba e passar para prisão domiciliar. Pascowitch é dono da empresa Jamp Engenharia, que foi contratada para fazer consultoria na Engevix e aproximar a empreiteira do PT. Dirceu teria recebido cerca de R$ 1,1 milhão entre 2008 e 2011, além de outros R$ 1,5 milhão entre 2011 e 2012 - quando o ex-ministro enfrentava o julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), no qual foi condenado. Ele teria recebido dinheiro mesmo quando não prospectava clientes para a Engevix. O irmão e sócio do petista na JD, Luís Eduardo de Oliveira e Silva, também faria pedidos, afirmou o delator. Pascowitch explicou que o esquema de propina começou a partir da nomeação de Renato Duque para a diretoria de Serviços da Petrobras em 2003. Segundo ele, parte da receita da Engevix com contratos com a estatal era primeiro transferida para Duque e depois destinada ao PT. À Justiça, o ex-vice-presidente da empreiteira, Gerson Almada, admitiu que os pagamentos ao lobista serviam para ajudar na aproximação com o PT, mas negou a existência de subornos. Em nota, Dirceu afirmou que sua defesa não teve acesso ao conteúdo da delação e que, portanto, não tem como opinar sobre o caso. Ainda assim, reforça que ele "não teve qualquer influência na indicação de Renato Duque para a diretoria da Petrobras" e que Almada "foi claro ao afirmar que nunca conversou com José Dirceu sobre contratos da Petrobras ou doações ao PT".

Fonte: Bahia Notícias
Marrone diz que é médium e que viu espírito de Cristiano Araújo
Foto: Divulgação
No programa "Cidade Alerta", da TV Record, exibido no dia 24 de junho, dia da morte do cantor Cristiano Araújo, o sertanejo Marrone declarou que estava muito abalado com a morte do amigo e que o teria visto em espirito. "Me comoveu muito que eu sonhei com o Cristiano essa noite. Sonhei que ele estava na minha cama. Eu sou um pouco médium, aí eu tava na cama com ele. Eu peguei ele, ele tava todo tremendo. Acho que ele passou aqui pra se despedir de mim, porque ele gostava muito de mim também. Estou muito abalado", contou em uma ligação telefônica.

O cantor ainda falou sobre o impacto da morte de Cristiano para o Brasil. "Acho que não só eu, mas o Brasil todo. Quem tem família, perder um filho, uma pessoa de 29 anos, com uma carreira brilhante pela frente. Ele não tava no hospital doente, ou tinha uma doença grave. É um momento muito ruim, inesperado. Quem pode responder é Deus, ele sabe o que faz", disse. 
Após intervenção do CNJ no TJ, mais de 56 mil atos foram praticados na Justiça de 1º grau
Foto: Angelino de Jesus
Um balanço das atividades desenvolvidas no Regime Especial de Trabalho do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), instituído pela corregedora Nacional de Justiça, ministra Nancy Andrighi, foi relatado na tarde desta terça-feira (30), durante a sessão plenária do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A ministra baixou a Portaria 5/2015, que determinou o deslocamento de servidores do segundo grau para o primeiro, para desafogar a carga processual nas varas Cíveis, Família e Criminal.  No total, foram deslocados 262 servidores para trabalhar no regime especial.

A corregedora afirmou que, entre o dia 8 a 26 de junho, levando em consideração o feriado dos festejos juninos, foram proferidos 948 despachos ordinatórios, foram baixados 3.268 processos. Em seu relato, ela ainda elenca que foram expedidas 1.561 certidões, que foram feitas 887 certidões de curso de prazo que estavam parados, “que paralisam de sobremaneira os processos”, e que foram expedidos 1.290 mandados. Além desses dados, a ministra destacou que foram expedidos 432 ofícios e que foram juntadas 8.288 petições. Também foram localizados 6.540 processos que “não estavam em seu lugar adequado”, e que foram preparados 1492 processos para iniciar a digitalização. A equipe ainda realizou uma triagem de 23.278 processos para verificar em que fase estão, e se estão corretamente ou não. Foram feitas ainda 580 publicações. Já o número de petições juntada ao processo e para o arquivo foi de 2.288. O total de atos praticados foi de 56.673. 

A ministra agradeceu todos os funcionários e juízes que estão envolvidos no regime especial e parabenizou a Justiça baiana, que deve concluir o disposto na Portaria 5 “em pouco tempo”.Ela afirmou que os trabalhos devem ser encerrados no final de outubro, como já previa o corregedor do TJ-BA, desembargador José Olegário Monção Caldas. O presidente do CNJ, ministro Ricardo Lewandowski também parabenizou a ministra pela iniciativa, que tem feito um trabalho “em prol da magistratura nacional”. Lewandowski ainda a classificou como uma corregedora “moderna”, por não restringir a função ao caráter disciplinar, e estende-lo para uma função “pedagógica, didática e de incentivo”, trabalhando de forma presencial para corrigir falhas funcionais.

Fonte: Bahia Notícias - por Cláudia Cardozo