quarta-feira, 28 de setembro de 2016



Nobel da Paz, Shimon Peres


Em 2012, Shimon Peres, então presidente de Israel, faz discurso à comunidade judaica de Los Angeles

Um dos maiores ícones da História israelense, o ex-presidente e Prêmio Nobel da Paz Shimon Peres morreu na noite de terça-feira, aos 93 anos. Ele estava hospitalizado desde 13 de setembro depois de ter sofrido um acidente vascular cerebral no início do mês. Com uma carreira de quase 70 anos, o político ajudou a construir o Estado de Israel, foi várias vezes ministro, duas vezes premier e é tido como um dos protagonistas das tentativas de paz com a população palestina.

Um dos artífices dos Acordos de Paz em Oslo, em 1993, Peres recebeu o Prêmio Nobel da Paz de 1994 junto ao então primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin e ao presidente da Autoridade Nacional Palestina, Yasser Arafat, ambos hoje falecidos.

Último político da geração dos pais fundadores de Israel ainda vivo, Peres, ministro em inúmeros governos trabalhistas, assumiu em várias ocasiões as funções de primeiro-ministro e a de presidente entre 2007 e 2014. Aos 93 anos, se encontrava particularmente ativo através de seu Centro Peres para a Paz, que promove a coexistência pacífica entre judeus e árabes.


Foto: PHIL MCCARTEN / REUTERS

domingo, 25 de setembro de 2016

Notícia fúnebre
Nicolau Rodrigues de Souza

Faleceu na madrugada do dia 19/09/2016,  no Hospital Aristides Maltez, em Salvador, Nicolau Rodrigues de Souza, de padecimentos internos incuráveis. Era membro de tradicional família, filho do saudoso cardosense Manoel Borges de Souza e de dona Alzira Rodrigues de Souza. O corpo do extinto foi  trasladado de Salvador para a cidade de Antônio Cardoso, mais precisamente, para a sede da propriedade rural da família, na Ilha de Campinhos, de onde saiu o féretro para sepultamento, à tarde, no cemitério da cidade.
 

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Cachoeira/BA: Justiça do Trabalho obriga Santa Casa a pagar salários atrasados de funcionários

Cachoeira: Justiça do Trabalho obriga Santa Casa a pagar salários atrasados de funcionários
Foto: Divulgação
 
A Justiça do Trabalho, em uma liminar, obrigou a Santa Casa de Misericórdia de Cachoeira (Hospital João de Deus) a pagar os salários dos seus funcionários em dia. A ação contra a Santa Casa foi movida pelo Ministério Público do Trabalho na Bahia (MPT-BA). Caso a decisão não seja cumprida de imediato, será aplicado uma multa de R$ 300 para cada empregado prejudicado, toda vez que os pagamentos forem feitos após o quinto dia útil do mês subsequente ao trabalhado. De acordo com o procurador Marcelo Travassos, a Santa Casa repete há anos a prática de atrasar salários e o 13º. “Essa é uma importante decisão para Cachoeira, os cidadãos que utilizam o serviço da unidade de saúde e principalmente para o grande número de pessoas que trabalham no Hospital João de Deus e que vinham sofrendo as consequências de receber salários sempre com atrasos, há muito tempo”, analisou Travassos. O fato havia sido comunicado ao MPT, que instaurou inquérito, realizou audiências com representantes da instituição e tentou firmar um termo de ajuste de conduta para que a ilegalidade fosse corrigida. Como a prática persistiu, o MPT ingressou com uma ação na Justiça. Na decisão, o juiz Claudio Kelsch Tourinho Costa, da Vara do Trabalho de Cachoeira, pondera que a multa estabelecida para o caso de não cumprimento precisaria ser fixada em um patamar que permitisse uma eventual execução. “Considerando a quantidade elevada de empregados, que poderia gerar penalidades inexequíveis, fixo multa de R$ 300,00 (trezentos reais) por empregado e a cada vez que se constatar o seu descumprimento”, afirmou o magistrado. Segundo a decisão, o Hospital João de Deus deverá pagar a remuneração de seus trabalhadores até o quinto dia útil de cada mês; pagar a gratificação natalina (13º salário) na forma e em prazos legais, com a primeira parcela até o dia 30 de novembro e a segunda parcela até o dia 20 de dezembro de cada ano. Em caso de futura cobrança de multa prevista por descumprimento, o valor será revertido para uma entidade a ser definida posteriormente.
 
Fonte: Bahia Notícias

Em Salvador/Bahia

Morre aos 100 anos monsenhor Gaspar Sadoc

Morre aos 100 anos monsenhor Gaspar Sadoc
Foto: Academia de Letras da Bahia
Seis meses após ter completado 100 anos, o monsenhor Gaspar Sadoc faleceu na noite desta quinta-feira (22) em sua residência, no bairro da Vitória. Em nota, a Arquidiocese de Salvador informou que o velório será realizado na manhã desta sexta-feira (23) na Igreja da Vitória, seguido de missa de corpo presente às 15h. O horário e local de sepultamento ainda não foi confirmado. O prefeito ACM Neto lamentou a perda do monsenhor, que atuou por 75 anos como sacerdote, além de conselheiro de família e do trabalho pastoral em várias paróquias. "Vai permanecer no coração dos católicos e de todas as pessoas de boa vontade , um exemplo de dedicação à Igreja e aos necessitados", disse.
Fonte: Bahia Notícias.

Em Cachoeira/BA

Vereador 55789
Cidadão reconhecidamente qualificado para o exercício do mandato 
Uma voz de grande experiência
Filho do ex-prefeito da Cachoeira Stênio Burgos

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

STF encaminha para Moro pedido de inquérito contra Jaques Wagner

Ex-ministro perdeu o foro privilegiado com o afastamento de Dilma

Foto: Elza Fiúsa/ Agência Brasil
Foto: Elza Fiúsa/ Agência Brasil

O STF enviou para o juiz Sérgio Moro um pedido de abertura de inquérito  para investigar o ex-ministro Jaques Wagner, que ocupou a Casa Civil do governo de Dilma Rousseff. O processo foi protocolado  pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A decisão foi tomada pelo ministro Celso de Mello, ex-relator do caso.

Wagner o governo com o afastamento da presidente por causa do processo de impeachment e não conta mais com o foro privilegiado. Ele foi citado na delação premiada do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. O delator afirmou nos depoimentos que o ex-chefe da Casa Civil recebeu, em 2006, ano em que concorreu pela primeira vez ao governo da Bahia, recursos desviados da Petrobras.

“Ocorre que Jaques Wagner foi exonerado do cargo que ocupava, não exercendo, no momento, nenhuma função sujeita à jurisdição penal do STF. Deve o feito, portanto, ser submetido ao conhecimento da 13ª Vara da Justiça Federal no Paraná [Moro], inclusive para verificar a conexão entre os fatos aqui narrados e aqueles imbricados no complexo investigativo denominado Operação Lava Jato e para adotar as providências que entender cabíveis sobre os fatos aqui expostos”, escreveu o procurador.

Em nota, Jaques Wagner afirmou que “ficou surpreso e estranhou” a decisão de Celso de Mello. Ele também reiterou no comunicado que as doações que recebeu em sua campanha foram “declaradas e auditadas” pela Justiça Federal.


Fonte:
Redação VN redacao@varelanoticias.com.br