Coluna de jornal que publica mentiras perde a credibilidade
Useira e vezeira em publicar notas mentirosas sobre
instituições, políticos e ações de gestores da administração pública, como
aquela com que sustenta que A Cachoeira é o mais velho da Bahia, com 116 anos
completados em 24 de setembro de 2012, e o único sobrevivente entre os 141
jornais que Cachoeira já teve, afirmou também que o prefeito da Cachoeira, entre
outras mentiras sobre o referido chefe do Executivo e sua família, fechou
Postos de Saúde e reduziu salários dos médicos, quando, na verdade, todos os
Postos de Saúde da PMC estão em pleno funcionamento, todos com integral
estrutura de atendimento à população de cada comunidade, com técnicos qualificados,
enfermeiros, médicos com dedicação exclusiva e com os salários majorados para
mais de R$12 mil mensais.
Posturas dessa natureza, onde a verdade não tem
espaço, corre na contra mão da história, descredibiliza a estrutura da coluna
que edita, sobretudo quando não há disposição para proceder ao reparo das mentiras
com que expõem negativamente a honra dos
cidadãos e seus valores.
No
entendimento da direção do Jornal O Guarany, a nota que segue publicada em um
dos blogs mais acessados na região,
refere-se a esta modalidade de impostura jornalística:
" O SEMEADOR DE MENTIRAS"
É aquele tipo de jornalista que adora
escrever sobre ética, imparcialidade, respeito, moralidade, etc, mas na
sombra age como um bandido qualquer. Aproveita-se de colegas que
assinam colunas em jornais diários, blogueiros psicopatas e pedófilos
para "semear" calúnias, mentiras e difamações. Essa tem se tornado uma
prática comum em nossa velha Bahia. Depois da mentira publicada, os
atingidos que se virem, porque o responsável se mantém escondido e os
titulares das colunas não admitem que plantaram notas tendenciosas e
mentirosas com o intuito de prejudicar figuras públicas. O semeador de
mentiras não poupa nem mesmo os membros de sua própria família. É o Cuíca de Santo Amaro do século XXI.
Fazemos nosso o comentário que segue de um leitor do blog do Jornal O Guarany, sobre o assunto:
A nota está corretíssima. Conheço esse mentiroso aí sobre quem a nota se refere, mas ele não chega aos pés do saudoso Cuíca de Santo Amaro. Cuíca de Santo Amaro era cordelista, fazia sátiras, mas só escrevia e declamava seus versos cordelistas sobre o que era verdade, mesmo as verdades que rompiam com os padrões da moralidade, mas eram praticadas, Cuíca botava boca no mundo. Já esse jornalista aí, sofre dor de cotovelo, é invejoso, além de outros males de extrema gravidade em suas relações com jovens adolescentes. É mentiroso. Pior do que ele, é o jornalista amigo dele que com notícias falsas, mentirosas, já tornou a coluna que escreve desacreditada pelos leitores, aproveitando-se da credibilidade do jornal para o qual escreve. Esses jornalistas só vão admitir que plantaram notas falsas, tendenciosas e mentirosas para prejudicar figuras públicas, quando alguma vítima mover ação judicial e eles forem condenados a pagarem por danos morais de elevada monta.
Fazemos nosso o comentário que segue de um leitor do blog do Jornal O Guarany, sobre o assunto:
A nota está corretíssima. Conheço esse mentiroso aí sobre quem a nota se refere, mas ele não chega aos pés do saudoso Cuíca de Santo Amaro. Cuíca de Santo Amaro era cordelista, fazia sátiras, mas só escrevia e declamava seus versos cordelistas sobre o que era verdade, mesmo as verdades que rompiam com os padrões da moralidade, mas eram praticadas, Cuíca botava boca no mundo. Já esse jornalista aí, sofre dor de cotovelo, é invejoso, além de outros males de extrema gravidade em suas relações com jovens adolescentes. É mentiroso. Pior do que ele, é o jornalista amigo dele que com notícias falsas, mentirosas, já tornou a coluna que escreve desacreditada pelos leitores, aproveitando-se da credibilidade do jornal para o qual escreve. Esses jornalistas só vão admitir que plantaram notas falsas, tendenciosas e mentirosas para prejudicar figuras públicas, quando alguma vítima mover ação judicial e eles forem condenados a pagarem por danos morais de elevada monta.
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