domingo, 11 de novembro de 2012

EM CACHOEIRA/BAHIA

Aconteceu no dia 5 de novembro de 2012, às 13h15min, na agência do BB da cidade da Cachoeira

Servidoras da agência do Banco do Brasil constrangem cliente

Cliente idoso, após esperar uma hora e dez minutos na fila de atendimento prioritário, ao chegar a sua vez,  ao aproximar-se do caixa para a operação que há anos faz com o cartão de sua consorte, a servidora do mencionada agência bancária recusou-se em atendê-lo sob a argumentação, em alto e bom som, de que o mesmo estava tentando fazer operação de saque com cartão de terceiros. Surpreendido ante tamanha ofensa à sua honra, o cliente explicou que o cartão era de sua própria consorte e que há anos faz a operação de saque em seu lugar. A explicação enfureceu ainda mais a servidora que de forma deselegante e deseducada prosseguiu negando-lhe o atendimento, como se ali estivesse um meliante, um malandro, tentando ludibriar o caixa para auferir uma transação espúria. O cliente apelou para o funciconário do caixa vizinho, buscando dele que explicasse à servidora novata que ele mesmo antes o atendeu sucessivas vezes para a mesma operação. De forma sarcástica, intolerável, o servidor não esboçou a menor disposição para contribuir com a solução do impasse, com que agravou ainda mais a atmosfera vergonhosa da qual estava sendo vítima, visivelmente notada em sua face, devido ao ultraje que  se perpassava sobre sua imagem ante à vista de muitos que semelhante a ele  aguardavam atendimento na fila.
Inconformado com a atmosfera constrangedora a que foi submetido e ausência de qualquer iniciativa dos dois únicos servidores dos caixas, o cliente dirigiu-se ao segurança da agência, relatando-lhe e protestando o ocorrido, ao mesmo tempo  pedindo para falar ao gerente geral. Este, após adentrar à sala da gerência, retornou com o recado que a referida autoridade não podia atendê-lo, pois, era hora de almoço, mas que o mesmo podia relatar o fato à subgerente. 
Ao aproximar-se da subgerente, esta lhe exigiu nova senha, o cliente recusou tirar outra senha que o faria esperar igual período ou mais, e foi logo relatando-lhe o assunto. A subgerente, em lugar de solucionar o impasse, argumentou que todos sabem das normas e não seria  ela a pessoa indicada para  desobedecê-las. O cliente disse-lhe que ela mesma o atendeu inúmeras vezes, fazendo a mesma operação, quando a referida subgente exercia a função de caixa. Disse-lhe ainda o cliente que concordava com a aplicação de normas daquela natureza para malandros nunca para uma pessoa de bem, reconhecida na comunidade, em sua posição. Retirou-se, retornando vinte minutos depois, com a esposa, para realizar a operação. Ambos foram atendidos diretamente pelo gerente de contas, ocasião em que o cliente ofendido em sua dignidade fez breve relato tácito da ocorrência. O caso agora está na Justiça.

A oferta de emprego & A falta de servidor qualificado

Propaga-se e é verdade que há sucessivas ofertas de emprego no Brasil, em inúmeros segmentos produtivos e de serviços  ao público. O que falta é gente qualificada para o exercício das funções oferecidas, razão por que instituições como o Banco do Brasil contratam servidores sem as mínimas qualificações para o exercício das mencionadas atividades, postura que vem gerando conflitos e discórdias de amplas proporções, e até tragédias.
Servidores com o perfil igual aos mencionados nesta reportagem, não devem ser designados para lidar com o público, função que requer, além da habilitação para  operações mecânicas e comuns, o domínio da psicologia do atendimento, a comunicação cordial, atenciosa, funcionários capazes de sustentar no ambiente de trabalho, atmosfera de paz, de harmonia, e fazer com que o cliente se sinta estimado e parceiro da instituição, nunca um oponente. Funcionários portadores de posturas opressivas, mal-educados, sem  qualificações para lidar com público, como as duas funcionárias da agência do Banco do Brasil na cidade da Cachoeira/BA, antes mencionadas, deveriam estar trabalhando internamente, no expediente burocrático, que não exijam quaisquer relações com o público.

É evidente que funcionários com este perfil têm de ser corrigidos e até mesmo excluídos do serviço de atendimento ao público, caso insistam em preservar  posturas  de natureza conflitante, geradora de atmosfera de discórdia com a clientela.

Reações quando os malandros agem
Os malandros quando agem nessas instituições, seus servidores tremem nas bases, levantam-se, sentam-se, deitam no chão, baixam a cabeça, enfim, fazem tudo quanto os marginais lhes determinam. 






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