Enquanto as organizações criminosas prosperam em meio à segurança pública deficiente, o orçamento do governo estadual para propaganda já estaria na ordem de R$124 milhões

BRASÍLIA - O deputado federal ACM Neto (DEM) declarou, por meio de sua assessoria de comunicação, na segunda-feira, dia 04, que 2009 foi o ano marcado pela violência na Bahia e pelo crescimento nos gastos do governo Jaques Wagner (PT) com propaganda.
“Desde 2007, quando Jaques Wagner assumiu o governo, a violência na Bahia saltou a patamares nunca vistos antes em nosso estado. São mais de dez mil assassinatos em toda a Bahia”, afirmou o democrata. “Perdemos investimentos para estados vizinhos aqui do Nordeste, mas a indústria do tráfico de drogas cresceu. Isso ao mesmo tempo em que os gastos do governo com propaganda se avolumam à medida que as eleições se aproximam”,considerou o parlamentar, que acrescentou: “O governo dá prioridade aos gastos com propaganda. Este ano, o orçamento inicial para propaganda foi de R$110 milhões.Esse montante já subiu para quase R$124 milhões. Para segurança, ainda não se investiu nem um quarto desse valor, ou seja, o governo prefere investir na propaganda para tentar criar a ilusão de que tudo está indo bem, enquanto as pessoas estão morrendo porque não há investimento nas polícias”, finalizou.
O deputado ACM Neto tem razão, mas faltou dizer algo muito sério. O civil Cézar Nunes como titutlar da Secretaria da Segurança Pública vem gerando a mais desastrosa falta de segurança que o baiano já teve. Trafico, assassinatos, assaltos, roubos de todos os tipos, se multiplicaram na Bahia, no governo Wagner com Cézar na condução da Secretaria. É preciso que o governador ponha na Secretaria um ofical militar experiente, tem alguns no quadro da Corporação da Polícia Militar da Bahia, inclusive especialistas pós-graduados em Segurança e Inteligência. Enquanto não tomar esta providência, o programa do Varela e do Bocão vão continuar a divulgar só 15% da mortes, homicídios, assaltos e outras tragédias diárias na Bahia. Os outros 75% continuam a ocorrer em inúmeras outras localidades do Estado sem tempo para divulgação. É uma verdadera tragédia.
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