Por Luciano Borges
borges170671@yahoo.com.br
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Para alguns
a atuação do prefeito se restringe apenas no andamento natural da política
tradicional, onde somente o básico é visto como meta e prioridade. Para essas
pessoas tornou-se algo fabuloso a atuação daquele prefeito que faz a manutenção
básica dos setores municipais, tais como: coleta regular do lixo, pintura de
meio-fio, realização de festas populares, pagamento dos servidores,
restaurações de praças e jardins e outras ações de cunho meramente obrigatório,
entretanto apesar da ingenuidade dessas pessoas, percebo que ainda assim, para
elas faltam algo, que nem elas mesmas sabem definir o que é, e isto faz com que
a incapacidade de alguns gestores municipais seja vista como satisfatória.
Apesar de
alguns acreditarem que desta forma está bom ou que pior não pode ficar, é
precisar perceber que o Poder Municipal é capaz de muito mais.
Já é uma
rotina. E posso dizer vergonhosa rotina, prefeitos refazerem obras dos seus
antecessores, e ainda orquestrar como sendo ações necessárias e emergenciais.
Esta minha
explanação se faz necessária ao saber que a revitalização da Feira Livre será
uma das primeiras ações do prefeito
Carlos Pereira, ação essa já tentada em gestões passadas, e que demonstrou que pensamentos aleatórios,
e ações infundadas em pouco tempo tudo volta ao que era antes.
A Feira
Livre da Cachoeira não carece apenas de uma reorganização. Necessita de um
projeto de modernização, revitalização e gerenciamento. É preciso à elaboração
de um projeto amplo e inovador, discutido com os comerciantes, taxistas,
moto-boys, feirantes e a sociedade, a fim de promover algo sólido e definitivo.
De nada
adiantará a padronização das barracas, se não houver gerenciamento com regras e
normas previamente estabelecidas e definidas.
É primordial
a elaboração de um projeto detalhado, que atenda as exigências da evolução
moderna, que atenda verdadeiramente os anseios dos feirantes e, principalmente,
dos consumidores.
O referido
projeto terá que incorporar em sua estrutura,
palestras sobre técnicas de gerenciamento e comportamento para aqueles
que atuam diretamente na Feira Livre, mapeamento do solo municipal,
distribuição ordenada dos produtos, fiscalização, higienização e organização
permanente, planejamento para aberturas das vias de acesso e do tráfego dos
consumidores, além de local adequando para guarda dos materiais ao final do
dia.
Vale
ressaltar que barracas feitas de madeira é algo ultrapassado. Existem materiais
sólidos, porem leves, de degradação mínima e de fácil manuseio, que muito
ajudariam na montagem e exposição dos produtos ali ofertados.
Desta forma,
sim, o Poder Municipal estará realizando uma ação que necessariamente precisará
apenas de manutenção continuada, evitando gastos exorbitantes toda vez que se
muda o chefe do Executivo municipal.
Ressalta-se
ainda a viabilidade de se projetar apenas algumas coberturas ao invés de
varias, projeto já existente em algumas
feiras livres da cidade de São Paulo, e que deu muito certo, o que certamente direcionaria a nossa cidade
para o desenvolvimento planejado, moderno e inovador.
E já que a
Feira Livre está para o Mercado Municipal, assim como o Mercado Municipal está
para Feira Livre, é preciso que o Poder Executivo determine ações para que de
fato o Mercado seja contemplado com um gerenciamento capaz de garantir lazer
aos filhos da terra, visitantes e turistas. É preciso que sirva como local de
referencia para apreciação da nossa culinária, exposição permanente das obras
dos nossos artistas e ponto de referencia para o lazer saudável, tão escasso em
nossa cidade.
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