De acordo com estudos da FAO (Organizações
das Nações Unidas para Agricultura e a alimentação) existem no mundo
capitalista 841 milhões de pessoas famintas, que o avanço tecnológico, a
globalização e a modernização não trouxeram beneficio algum.
A
primeira epidemia de fome conhecida no mundo foi 3.500 anos antes de Cristo no
Egito. Outras houve ocasionalmente, como a que assolou a Irlanda de 1845 a
1850, levando a morte um milhão de pessoas. Em 1943, em Bengala, morreram
de 2 a 3 milhões de pessoas. Há ainda as
crises crônicas dos países africanos.
Mas, foi nos últimos 20 anos, no apogeu
do capitalismo, que a fome tornou-se permanente no Sudoeste da Ásia, na África
e na América Latina.
Em teoria, o mundo produz alimentos
suficientes para todos. Entretanto, muitos milhões não têm dinheiro para
adquiri-los. 200 milhões de crianças sofrem de carência alimentar. A cada ano,
11 milhões de crianças com idade abaixo de 5 anos morrem de fome.
A fome mata no mundo 11 mil crianças por
dia. Isso quer dizer uma criança a cada 8 segundos. No Brasil, são 32 milhões
de pessoas famintas. Isto acontece por que a riqueza está concentrada nas mãos
de uns poucos capitalistas, em detrimento de muitos milhões de pessoas sem
trabalho ou com salários insuficientes para comprar comida.
No
Brasil a reforma Agrária dará trabalho e alimentos baratos para todos.

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