sábado, 26 de março de 2016
Lídice da Mata foi a senadora mais cara da Bahia em 2015, apontam dados do Congresso
Lídice, Otto e Pinheiro | Foto: Montagem/ Bahia Notícias
Lídice da Mata (PSB) foi a senadora baiana que mais pediu
reembolso ao Congresso, através das cotas parlamentares, em 2015. De
acordo com uma consulta aos dados abertos da Casa Legislativa, a
socialista solicitou reembolso de R$ 406,6 mil no último ano, número que
a coloca como a 19ª que mais pediu reembolso ao Senado. A líder no
quesito é Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), com R$ 514,4 mil. Entre gastos
como passagens aéreas, aluguel de imóveis, alimentação e combustível,
todos os parlamentares da casa custaram, juntos, R$ 24,3 milhões aos
cofres públicos. Lídice consome notoriamente mais do que os outros dois
baianos no Senado. Walter Pinheiro (PT) reembolsou R$ 175,5 mil e Otto
Alencar (PSD), R$ 170,7 mil, o que os colocam como 70º e 71º,
respectivamente, dos 105 senadores que exerceram mandato em 2015 –
considerando suplentes que também assumiram o cargo. Os gastos da líder
do PSB baiano que se destacam como maiores do que os dos demais são com
“aluguel de imóveis para escritório político, compreendendo despesas
concernentes a eles” e “passagens aéreas, aquáticas e terrestres
nacionais”. Na primeira categoria, ela gastou R$ 114,5 mil, contra R$
88,6 mil de Pinheiro e R$ 24,2 mil de Otto – o detalhamento mostra que
R$ 45 mil foram para a FMG Empreendimentos e Participações LTDA, empresa
com sede no Rio Vermelho, em Salvador. Já na segunda, Lídice gastou R$
105 mil, enquanto o membro do PSD gastou R$ 39,2 mil e o do PT, R$ 25,1
mil. Da verba para passagens, R$ 62,2 mil (mais do que o total gasto
pelos senadores somados) foram gastos com a empresa LM Turismo, sediada
em Brasília, sendo que apenas cinco das 88 passagens compradas em 2015
foram justificadas: quatro como viagens de Lídice e uma como de
integrantes de sua assessoria. A socialista também foi a que mais pediu
reembolso em todas as categorias de cotas parlamentares entre os baianos
- inclusive foi a única a pedir reembolso por “divulgação da atividade
parlamentar” (R$ 36,8 mil) - com exceção de “locomoção, hospedagem,
alimentação, combustíveis e lubrificantes”. O líder nesta categoria é
Otto Alencar, que pediu R$ 87,2 mil. Em nota, Lídice afirmou que "o
orçamento e procedimentos foram executados dentro do limite estabelecido
pelo Senado e todas as notas fiscais e comprovantes de pagamento
realizados estão disponíveis no site Transparência Senado". A senadora
ainda declarou que "a maioria dos gastos não é fixa e cada parlamentar
executa o orçamento de acordo com a sua necessidade". "No caso da
senadora Lídice da Mata, todas as despesas do mandato estão devidamente
auditadas e legalmente dentro do limite estabelecido", diz o documento. (Atualizada às 08h20)
Fonte: Bahia Notícias/por Luiz Fernando Teixeira
‘É uma questão de dar repaginada na carreira’, diz Sine Calmon ao lançar EP por crowdfund
Foto: Divulgação
Fonte: por Jamile Amine/Bahia Notícias.
Peemedebista já projeta governo Temer e sugere redução para 15 ministérios
Enxuto, com 15 pastas no máximo. Um governo com grandes nomes, que represente a sociedade civil brasileira, que represente partidos de forma plural e que aponte para um ajuste fiscal rigoroso”, disse ele ao GLOBO nesta sexta-feira (25) em que completou 61 anos.
Nesta quinta-feira, o PMDB do Rio resolveu deixar o governo e pretende votar majoritariamente a favor do desembarque do governo na reunião do Diretório Nacional do partido marcada para terça-feira. Sobre indicar cargos para essa eventual gestão Temer, Picciani disse que não tomará ações nesse sentido.
“Num eventual governo seu, não vamos indicar ninguém. Posso até, eventualmente, exercer um cargo de secretário, ministro, mas indicar não”, disse ele, que sugeriu a Temer, na última semana, que proceda um "ajuste fiscal rigoroso".
Jorge Picciani disse não ver crime de responsabilidade do governo Dilma, por isso o partido está se afastando do governo em vez de insistir pela sua queda. Para ele, porém, o “processo social” avançou muito com os novos acontecimentos. Segundo ele, a presidente Dilma Rousseff foi incapaz de "construir consensos", a crise avançou "pelo método PT, e cabe a eles responderem e não ao PMDB". Picciani disse também que a situação do governo piorou consideravelmente após as revelações feitas pelo ex-líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (Sem partido-MS). “Eu não me sinto traidor de nada, se alguém deve, são eles (governo) a mim”, disse.
Sobre o filho, Leonardo, líder do PMDB na Câmara e que ganhou a liderança com ajuda do governo, disse que respeita a posição do filho de continuar com o governo, mas que Picciani filho está "muito à vontade porque não deve nada ao governo".
Fonte: Por Redação Bocão News (@bocaonews) | Fotos: Reprodução
quinta-feira, 24 de março de 2016
Mais uma tentativa: AGU entra com recurso para garantir posse de Lula
Mais um recurso foi apresentado para garantir que o ex-presidente Luiz Inácio da Silva, vire ministro da Casa Civil. Desta vez, a Advocacia-Geral da União (AGU) foi o órgão responsável, que apresentou objeção, indo contra a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.
O ministro Mendes, justificou a decisão de suspender a nomeação de Lula, porque afirma ter visto intenção do ex-presidente em fraudar as investigações sobre ele na Operação Lava Jato.
No documento, a AGU pede em petição protocolada na noite desta quarta-feira (23), que Mendes reveja sua decisão, rebatendo os argumentos do ministro, que acredita que a presidente Dilma Rousseff nomeou Lula para beneficia-lo nas investigações.
O documento pede ainda que Gilmar Mendes remeta o caso ao plenário da Corte.
Fonte: Redação VN
redacao@varelanoticias.com.br
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