segunda-feira, 3 de junho de 2013

EM CACHOEIRA/BAHIA




Varal de Artes da Cachoeira,
inspiração dos artistas Davi Rodrigues e Seu Zé



O notório Varal das Artes de Cachoeira, criado pelos artistas nativos da Cidade Heróica, Davi Rodrigues e Seu Zé, recentemente ganhou a participação da santista, agora residente em Cachoeira, Francine Ricco, todo final de semana proporciona aos amigos e visitantes prazeroso contato com arte, cultura e cidadania, sempre com muita alegria e descontração. 

A proposta dos realizadores, através das exposições armadas todo final de semana, na Praça Teixeira de Freitas, consiste em aproximar a população da arte e da cultura da nossa região, possibilitando aos que encontram dificuldades para frequentar museus e galerias, o salutar e necessário contato com belas e apuradas obras de arte, como gravuras, pinturas e fotografias, despertando no visitante interesse e reflexão acerca da produção cultural do Recôncavo baiano.
O trabalho conduzido com maestria e esmero pelos citados artistas, também executa nobre função social, realizando na própria praça e em escolas da região oficinas de pintura e fotografia para crianças, despertando também no público mirim a curiosidade pela arte, história e cultura da Bahia, em especial do Recôncavo.
E a dedicação destes incansáveis batalhadores está sendo consagrada com uma belíssima exposição, em Salvador, em parceria com a Caixa de Assistência dos Advogados da Bahia – CAAB e com a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia. As onze obras selecionadas estão expostas para visitação gratuita até o  dia 14 de junho, das 09:00 às 19:00 horas, no saguão principal do Centro Cultural João Mangabeira, na Rua do Carro nº 136, Campo da Pólvora, Salvador – ao lado do Fórum Ruy Barbosa. O evento tem a produção dos Drs. Carlos Domingos, Renato Azevedo e Ana Izabel Jordão, contando ainda com Diogo Navarro, como responsável pela arte e divulgação.

A comunidade cachoeirana parabeniza os aguerridos artistas, desejando muita sorte e luz ao Varal, que certamente alçará voos maiores, sempre divulgando e valorizando a arte, cultura e história da nossa região.

CACHOEIRA COMEÇA FESTEJOS PELA INDEPENDÊNCIA



A cidade de Cachoeira (a 110 km de Salvador) iniciou sábado, 1, as festividades pelos 191 anos de sua independência do domínio de Portugal. As comemorações também marcam a abertura das celebrações em homenagem ao Dois de Julho no Recôncavo baiano. As festividades começaram às 19h30, em frente o prédio da Câmara de Vereadores, com a tradicional levada dos mastros por autoridades e populares para os bairros do Caquende e Ponta da Calçada, onde foram fincados e permanecerão até o final das comemorações. O ato simboliza a delimitação do território livre de Cachoeira do domínio de Portugal, após a proclamação pela Câmara de Vereadores da Cachoeira do príncipe D. Pedro como regente do Brasil, em 25 de junho de 1822.

História
A programação cívica, que começou sábado, relembra os atos heróicos dos cachoeiranos, que em 1822 enfrentaram com armas os soldados portugueses comandados pelo general Madeira de Melo. O objetivo era sufocar o movimento insurrecional instalado na então Vila de Nossa Senhora do Rosário do Porto da Cachoeira contra a ocupação dos portugueses. Considerada a mais importante Vila da Bahia daquela época, Cachoeira foi sede das forças revolucionárias pela Independência da Bahia. Pelos feitos heróicos de seu povo, o imperador D. Pedro I, em 1837, elevou a antiga Vila de Nossa Senhora do Rosário do Porto da Cachoeira à categoria de cidade com a denominação de Heroica Cidade da Cachoeira. E a cada 25 de Junho, a capital do Estado é transferida para cidade, de acordo com a Lei 10.695/07.

 Fonte: A TARDE

LULA DIZ TER "PEQUENO PROBLEMA" COM A IMPRENSA


Lula diz ter 'pequeno problema' com imprensa
O ex-presidente Lula afirmou ter um “pequeno problema” com a imprensa brasileira, em entrevista publicada neste domingo (2) pelo jornal peruano La República. “Quando critico a imprensa, eles dizem que os estou atacando. Quando me atacam, dizem que estão criticando”, disse o petista. De acordo com Lula, durante o período que comandou o país nenhum canal de TV ou jornal deixou de receber publicidade do governo por fazer críticas ao seu governo. Lula declarou, porém, que “os companheiros da comunicação devem compreender que um canal de TV é concessão do Estado”. “E não se pode usar uma concessão para atuar como partido político”, acrescentou. Informações da Folha.

domingo, 2 de junho de 2013

A MAÇONARIA NÃO DEVIRIA EXISTIR



Autor: Márcio Aguiar
Mestre Maçom

Esta história foi narrada, por um Irmão Maçom desconhecido…Dia desses fui acompanhar a  sindicância  de  um menino  de   14 anos, pretendente a ser iniciado na Ordem DeMolay, no Capítulo do qual faço  parte. Estávamos  em  um  grupo  de 4 pessoas para esta   sindicância. Além   de   mim,  iam  meu  filho  e  mais  dois DeMolays.  Chegamos à casa do menino e a sindicância começou como começam todas as sindicâncias, os DeMolays explicando ao candidato o que é a Ordem, como ela se iniciou seus preceitos, as virtudes que são cultuadas, etc., etc…
Na minha posição de Tio, eu só escutava as explicações, acompanhava as perguntas curiosas e as respostas bem fundamentadas. Porém, eu percebia que o candidato ficava incomodado com as respostas e acabava questionando com mais ênfase determinados pontos até que ele perguntou: “- Ok, vocês me explicaram que a Ordem DeMolay prega o respeito a Pai e Mãe, quer que sejamos cidadãos patriotas, tolera e respeita todas as religiões e etc., mas eu não preciso ser DeMolay para fazer isso, pois isso é que meus pais têm me ensinado desde pequeno. Então, por que eu precisaria ser iniciado na Ordem para continuar fazendo o que eu já faço?”
Se não fosse a seriedade do momento teria sido engraçado, pois tanto meu filho quanto os outros dois DeMolays ficaram com aquela cara de “putz, é verdade, eu não tinha pensado nisso. E agora, o que eu respondo?”.
Aí todo mundo olhou para mim, esperando uma ajuda na resposta e eu fui obrigado a dizer algo. Mas eu acho que eles não esperavam a resposta que eu dei. Disse assim: “- Sabe, eu já me fiz essa pergunta algumas vezes e só pude concluir uma coisa: A Maçonaria não deveria existir, assim como a Ordem DeMolay também não deveria existir”.  Nossa!!! A cara de pânico dos meninos era hilária. No mínimo eles pensaram “Este cara ficou doido. A gente vem tentar trazer mais um membro para nossa Ordem e ele diz que ela deveria acabar? Ele deve ter ficado maluco”.
Aí eu tive de continuar a explicar minha “teoria”: “- Na verdade as pessoas não deveriam precisar ser lembradas a todo o momento que elas devem ter respeito pelo seu país, sua família ou ao próximo. Aliás, deveria ser a coisa mais normal do mundo nós nos reunirmos para arrecadar fundos para ajudar um orfanato. Aliás, mas, aliás, mesmo, se o mundo fosse diferente, nem deveriam existir orfanatos, pois não deveriam existir crianças abandonadas pelos pais.
Nós deveríamos sair à rua e não deveria ser normal querermos brigar com o motorista de outro carro por causa de uma vaga para estacionar. Ninguém deveria desconfiar da honestidade de outra pessoa, porque a desonestidade não deveria existir. Eu não deveria colocar portões na minha casa e me fechar dentro de uma gaiola para evitar ser assaltado, porque a violência não deveria existir. Ninguém deveria temer sair de casa com a camisa do seu time de futebol preferido, com medo de ser espancado até a morte por uma meia dúzia de imbecis que usam uma camisa de outro time. Mas, infelizmente, este mundo que acabei de comentar não existe e somos expostos diariamente a tantas influências negativas que temos de procurar uma forma de nos unirmos a pessoas que ainda cultuam algum tipo de preceitos e valores morais e que pensem como nós. E para isso que existem a Maçonaria e a Ordem DeMolay, por exemplo. Lá, somos lembrados a continuar usando tudo de bom que aprendemos com nossos pais e nos são “relembrados” alguns outros valores que acabamos esquecendo com a correria da vida.
No dia que o ser humano aprender a respeitar ao próximo, eu proponho o fim da Maçonaria e de todas as Ordens semelhantes. “Enquanto isso seria um prazer ter você conosco.” Hoje, este candidato não é mais candidato, pois foi iniciado DeMolay logo depois.
Mas o que mais me deixou feliz foi escutar esta minha teoria repetida por um dos meninos que estavam participando daquela sindicância para outro candidato a Ordem DeMolay, dias depois. Ou seja, até que esta teoria não é tão maluca assim, pois mais alguém concorda com ela.

“Um homem sábio”, José Mujica e o papa Francisco conversam na Santa Sé



Mujica e o papa Francisco conversaram longamente na manhã deste sábado, no Vaticano
Mujica e o papa Francisco conversaram longamente 
na manhã deste sábado, no Vaticano

Presidente do Uruguai e ateu convicto, o agricultor José Mujica foi recebido neste sábado, na Santa Sé. O papa Francisco cumprimentou-o no Palácio Apostólico do Vaticano, e disse que o governante era um “homem sábio”. Segundo o porta-voz da Igreja Católica, Federico Lombardi, a audiência entre o pontífice argentino e o presidente durou cerca de 45 minutos e, após ela, Francisco disse estar “muito contente por ter se reunido com um homem sábio”.
Mujica, de 78 anos, e o papa argentino trocaram um abraço e, antes de começar a reunião, ambos lembraram um “amigo em comum” já falecido, o escritor e teólogo uruguaio Alberto Methol Ferré. Sobre o escritor uruguaio, Mujica disse que o autor “nos abriu a mente”, enquanto o papa afirmou que o intelectual “nos ajudou a pensar”.
Em um dos encontros privados mais longos que Francisco manteve com um líder político, papa e Mujica mostraram grande sintonia e cordialidade. A audiência começou como estava previsto, às 11h (6h de Brasília). O presidente do Uruguai deu ao papa uma estatueta em estilo gaúcho e um livro do próprio Alberto Methol Ferré e de Alver Metalli, A América Latina no século XXI.
O papa retribuiu a cortesia ao líder uruguaio com uma cópia do documento com as conclusões da Assembleia de Bispos Latino-Americanos, realizada em Aparecida, no Brasil.
Em comunicado divulgado após o encontro, a Santa Sé disse que o presidente do Uruguai também se reuniu neste sábado com os secretários de Estado e para as Relações com os Estados do Vaticano, Tarcisio Bertone e Dominique Mamberti, respectivamente.
Foi o primeiro encontro entre o presidente do Uruguai e o argentino Jorge Mario Bergoglio desde que este foi eleito papa em 13 de março, pois Mujica optou por não comparecer à cerimônia de início do pontificado celebrada seis dias depois na Praça de São Pedro, no Vaticano.

The Three Realms of God’s Presence

 
Pastor Benny “Ask, and it shall be given you; seek, and ye shall find; knock, and it shall be opened unto you: For every one that asketh receiveth; and he that seeketh findeth, and to him that knocketh it shall be opened.” — Matthew 7:7-8

God’s Desire
The Lord desires you greatly. In fact, He wants your fellowship in such an intense way that the Bible tells us that the impulse to seek God begins with Him. God knows that the human heart is not capable of seeking Him, so God gives the human heart strength to do it. We simply don’t have the hunger or desire, but God places that hunger and desire in us.

We are told in Scripture that hunger originates with the Lord Himself: “As the hart panteth after the water brooks, so panteth my soul after thee, O God. My soul thirsteth for God, for the living God: when shall I come and appear before God?” (Psalm 42:1-2).

That is why we are told, “Draw me, we will run after thee” (Song of Solomon 1:4). Until we are drawn by the Lord, we don’t have it in us to seek God. Therefore, the psalmist wrote, “Quicken us, and we will call upon thy name” (Psalm 80:18). He knew he had to be quickened and drawn before he could call upon the Lord.

Hunger is the sign of life in a believer. One of the first symptoms of illness is the loss of appetite. When hunger is gone, a person is increasingly open to more sickness and weakness. Real believers are hungry, and that hunger is placed in the heart by the Lord Himself, drawing you into His presence.

Three Realms of Prayer
When we
study the subject of being in God’s presence, we should always go to the source. The Old Testament gives a map for entering into His presence. That map leads us from the outer court to the Holy Place, and then into the Holy of Holies.

In the New Testament, the Lord
Jesus said, “Ask, and it shall be given you; seek, and ye shall find; knock, and it shall be opened unto you: For every one that asketh receiveth; and he that seeketh findeth, and to him that knocketh it shall be opened” (Matthew 7:7-8).
 
In this passage, the Lord presents three realms of prayer—the realm of asking, the realm of seeking, and the realm of knocking. Each area has a unique purpose in obtaining direct access to the throne room.

When Moses, under God’s direction, built the Tabernacle in the wilderness, he built it with three distinct areas:
  • This area was surrounded by a linen fence, and within it stood the altar of sacrifice and the laver.
  • In this room was found the candlestick, the table of showbread, and the table of incense.
  • Here was placed the ark of the covenant and the golden censor.
These rooms reveal the three realms of prayer and the presence of God.
The Outer Court: the Realm of Asking
The Lord Jesus tells us, “Every one that asketh receiveth” (Matthew 7:7). Asking is where we begin and results in abiding in Christ. As He said, “If ye abide in me, and my words abide in you, ye shall ask what ye will, and it shall be done unto you” (John 15:7).

Asking begins in the outer court. This is where we make our requests known to Him: “Be careful for nothing; but in every thing by prayer and supplication with thanksgiving let your requests be made known unto God” (Philippians 4:6). 

Only when we wait in the outer court, overcoming the flesh in this first realm, are we granted the privilege of advancing to the next realm.

The Holy Place: the Realm of Seeking
In the Holy Place, the seeking realm, stood the candlestick on one side and the table of showbread on the other. As the high priest entered and looked toward the veil, he would see the table of incense.

It is here in the Holy Place that the Holy Spirit grants us the power to seek the Lord. In Scripture we read:
Ye shall seek me, and find me, when ye shall search for me with all your heart. And I will be found of you, saith the Lord: and I will turn away your captivity, and I will gather you from all the nations, and from all the places whither I have driven you, saith the Lord; and I will bring you again into the place whence I caused you to be carried away captive.” (Jeremiah 29:13-14)
Seeking the Lord, finding Him, and finding the fullness of your liberty will cause your heart to be filled with His Word. It will cause you to erupt in worship and prepare you for the greatest privilege a Christian will ever know—the knocking world.

The Holy of Holies: the Realm of Knocking
The third realm of prayer and God’s presence, the Holy of Holies, is the place of knocking and partnership with God. God speaks in the Holy of Holies. He does not speak in the outer court or the Holy Place.

The seventh chapter is one of the longest in the book of Numbers. It deals with the day the Tabernacle was fully set up, detailing the offerings. Then in the very last verse of that chapter we read these amazing words:
When Moses was gone into the tabernacle of the congregation to speak with him, then he heard the voice of one speaking unto him from off the mercy seat that was upon the ark of testimony, from between the two cherubims: and he spake unto him. (Numbers 7:89)
Moses had to enter into the Holy of Holies to be in God’s presence and to hear God speak. How glorious that moment must have been! It still is today, for the deepest form of intimacy with the Lord takes place only in the Holy of Holies.

There are no shortcuts. You have to go through the process. You have to come to the outer court and get on your knees, making your requests known to God in the first realm. It is easy to get distracted in the outer court because there is so much activity. The flesh is still in control. You get tired and worn out. You cannot hear God’s voice there, so it gets easy to give up.

The physical realm is the outer court. The soul realm is the Holy Place. But the spiritual realm is the Holy of Holies. It is where the flesh and soul are no longer in control. The silence there is the product of abundance. You understand the meaning of the verse, “Hold thy peace at the presence of the Lord GOD” (Zephaniah 1:7). A holy hush permeates your soul. A wonderful peace floods over you, sweeping over your spirit, and overwhelms you.

The Calling to Communion
Charles G. Finney, a Presbyterian minister in the 1800s, became an important figure in the Second Great Awakening, so much so that he was called the “Father of Modern Revivalism.” He knew the amazing depths of God’s presence and wrote, “No words can express the wonderful love that was shed abroad in my heart.… These waves came over me, and over me, one after another, until I recollect I cried out, ‘I shall die if these waves continue to pass over me.’ I said, ‘Lord, I cannot bear any more,’ yet I had no fear of death.”

Such intense, ecstatic, intimate worship in God’s presence cannot be described with human words: “The Lord is in his holy temple: let all the earth keep silence before him” (Habakkuk 2:20).

The Lord is asking us to come daily into the outer court to make our requests known to Him and to receive blessing from His giving, loving hands. He is asking us to come daily into the Holy Place, seeking Him until we find Him. And He wants us to come daily into the Holy of Holies, where we can experience intimate communion with Him.

And that is my prayer for you, my friend!
My Personal Request
As we continue to move through 2013, we have a great need.
God is continuing to open many unprecedented doors to this ministry, but we have no guarantee that these doors will continue to be held open if we do not move forward in faith right now. We cannot delay!

Will you help me obey the command of our Master Jesus and sow a seed-gift today for souls? Please let me hear from you in the next few days!
Sow with mighty expectation for today and the future, for our Lord Jesus declared, “Give, and it shall be given unto you; good measure, pressed down, and shaken together, and running over, shall men give into your bosom. For with the same measure that ye mete withal it shall be measured to you again” (Luke 6:38).
For we know it is “not by might, nor by power, but by my spirit, saith the Lord of hosts” (Zechariah 4:6)…
For the cause of our Lord Jesus Christ,

Benny Hinn

sábado, 1 de junho de 2013

Fundador de seita que se autoproclama reencarnação de Jesus atrai fiéis e causa preocupação às autoridades e líderes cristãos

Fundador de seita que se autoproclama reencarnação de Jesus atrai fiéis e causa preocupação às autoridades e líderes cristãos
Um homem que se auto-proclama a reencarnação de Jesus

Cristo tem chamado a atenção de especialistas e causado preocupação a líderes religiosos pela quantidade de seguidores que ele tem atraído para sua seita, na Austrália.
A Divine Truth, (Verdade Divina), igreja fundada por Alan John Miller, tornou-se alvo de observação das autoridades australianas pelas características de seus seguidores. Os adeptos da seita passaram a fazer aquisições de lotes próximo à sede da Divine Truth, com o objetivo de estar perto do suposto Jesus.
Entre as crenças do grupo, está a ideia de que não apenas Miller seja a reencarnação de Jesus, mas que sua parceira, Mary Luck, seja a própria Maria Madalena, amiga e discípula de Jesus que presenciou a crucificação.
“Tenho lembranças muito claras da crucificação, mas isso é tão angustiante para mim como foi para outros, como Maria, que estava presente. Quando você é um com Deus, você não está em um estado de medo, e você tem um bom controle sobre as sensações e níveis de dor que seu corpo pode absorver”, disse Miller em entrevista à TV britânica Sky News.
Entre os ensinos da seita, é difundido que “após a sua crucificação”, Jesus entrou no mundo dos espíritos e conheceu Platão, Sócrates, diversos papas e presidentes, e que essas conversas com as figuras mencionadas serviram para lembrá-lo dos milagres que realizou há dois mil anos. “Eu revivi um número de pessoas… incluindo meu amigo Lázaro, que a maioria das pessoas sabe que é mencionada na Bíblia”, diz Miller.
Sobre as críticas de pessoas que o classificam como falso profeta, Miller rebate dizendo que essa não é a primeira vez que contestam sua santidade: “Havia muitas pessoas no primeiro século não acreditavam que eu era o Messias e se sentiram ofendidos com o que Eu disse – e, na verdade, morri nas mãos de alguns deles”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+