segunda-feira, 1 de abril de 2013
Casa 'de duende' chama a atenção em parque nos EUA
Foto: Richomndsfblog.com
Um pequeno detalhe numa árvore do Parque Golden Gate, perto de San
Francisco, nos EUA, está tendo grande atenção na Internet americana. A
foto de uma porta de madeira jovem no rodapé de uma árvore centenária,
publicada no site Richmondsfblog.com, está causando rebuliço em sites norte-americanos.
Leia também:
Você moraria numa casa hobbit?
Você moraria numa casa hobbit?
A foto causou grande comoção web e está atraindo muitos visitantes
para o parque, interessados em visitar a "porta dos elfos", como o
inusitado detalhe foi apelidado na Internet. A porta é encontrada numa
área do parque perto da Academia de Ciências da Califórnia.
Teorias conspiratórias sobre qual a origem da porta já começaram a
surgir. Uma fada? Um elfo? Um hobbit? Um camundongo? Outros fazem piada:
é um esquilo com habilidades de arquiteto. O editor do site que
descobriu a "casa" contou ao Yahoo! que este é o post mais popular da
história do blog.
“Isso mexeu com a imaginação das pessoas e deu mais audiência que
qualquer outra história postada no site. É um presente mágico que alguém
deu ao parque". A editora do blog se diz emocionada com a repercussão
da história e acha que "isso é a prova que todos temos uma criança
dentro de nós que adora mistério e fantasia", acrescentou ela.
O achado causou muita especulação, mas ninguém veio a público para se
dizer autor da pequena porta. Uma boa notícia: a administração do
parque não vai fechar a "casa dos hobbits". Uma outra porta como essa
havia surgido num parque em Minneapolis. (a dica é do @michelblanco)
Páscoa: Vídeo de crianças contando a história de Jesus faz sucesso na internet; Assista!
Um
vídeo no qual a Paixão de Cristo é encenada por crianças tem feito um
grande sucesso na internet, sendo compartilhado e reproduzido em sites e
redes sociais. No vídeo, o relato bíblico sobre a morte e ressureição
de Cristo é narrado e encenado por crianças entre 3 e 5 anos, e tem
atraído a atenças de milhares de pessoas.
O vídeo foi gravado por membros da igreja Comunidade Luterana do
Redentor, no Bairro São Francisco, em Curitiba. A gravação durou um dia,
e foi realizada em uma chácara de Campo Largo, na Região Metropolitana
de Curitiba, e contou com a participação de 20 crianças da igreja.
Carolina Stuernagel, uma das idealizadoras do vídeo, conta, que a
ideia inicial do projeto era simplesmente montar um vídeo sobre a data
com ajuda de pessoas que frequentam a igreja. A inspiração de utilizar
crianças como atores surgiu de outro vídeo, produzido por australianos.
- O objetivo principal era fugir dessa história de que a Páscoa é
representada pelo ato de receber chocolates, e sim, mostrar a mensagem
original da Paixão de Cristo – afirmou, segundo o G1.
- A gente até esperava que tivesse alguma ‘audiência’, mas realmente
nos surpreendemos com os números e com o poder da internet – completou
Carolina, sobre a repercussão do vídeo.
Ela falou ainda sobre como foi trabalhar com crianças na produção, e
afirma que isso fez com que o resultado ficasse melhor do que o que foi
previsto no roteiro.
- Gravar o áudio foi mais fácil que montar as cenas. Mas foi super
legal, o improviso ficou melhor que o roteiro e o resultado ficou mais
espontâneo, natural – explicou Carolina Stuernagel, que completou
dizendo: – Quando a gente trabalha e convive com crianças as coisas se
tornam ainda mais maravilhosas. Se de todos os compartilhamentos, pelo
menos 1% dessas pessoas entendeu o sentido real da Páscoa, para nós já é
uma comemoração muito grande.
Assista ao vídeo:
Por Dan Martins, para o Gospel+
Ativista diz que só foi preso durante audiência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias porque é “negro, gay e pobre”
Detido pela Polícia Legislativa durante uma sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias,
por chamar o deputado Marco Feliciano de racista, o antropólogo Marcelo
Regis Pereira gravou um vídeo afirmando ter sido vítima de preconceito.
- Sou mais um cidadão brasileiro indignado com toda situação que está
acontecendo com os direitos humanos do Brasil. Fui penalizado e
retirado da sessão, justamente ser uma parcela ínfima da população
brasileira, por ser negro, pobre e gay – afirmou Pereira no vídeo.
O antropólogo afirma ainda que não faz parte de nenhum partido
político e nem movimento social e faz um convite para que a população
lute ao seu lado, contra o que ele chama de usurpação dos direitos
humanos.
- Convido todo o cidadão brasileiro a entrarem nesse movimento.
Convido os negros, brancos, católicos e evangélicos, enfim todos, para
lutar contra a usurpação dos direitos humanos. Não tenha medo e venha
lutar contra tudo isso que tá acontecendo – conclama o ativista.
A atitude do ativista foi criticada pelo jornalista Reinaldo Azevedo,
colunista da revista Veja, que classificou o vídeo como uma
“manifestação do mais escancarado oportunismo”. Ele ainda defende a
posição do deputado, que pediu a detenção do ativista depois de ser
chamado de racista.
- De fato, há gente acreditando que é legítimo invadir uma comissão,
subir na mesa, chamar o outro de racista etc. Uma vez coibida a
agressão, então é hora de gritar: Preconceito! Com a pressurosa
colaboração da imprensa, esse troço está indo longe demais – destacou
Azevedo, que criticou ainda o fato do ativista se autodeclarar negro,
como forma de corroborar com sua tese de preconceito.
- Negro, como se vê, Pereira não é. Como ele mesmo diz, assim ele se
autodeclara. Eu posso me autodeclarar índio, por exemplo. Tenho
legitimidade pra isso. Feliciano, que tem comprovadamente a mãe negra,
deve ser mais negro do que o acusador – completou.
Reinaldo de Azevedo teceu ainda críticas contra o argumento do
antropólogo de que foi preso por ser gay, e também pelo fato de se
declarar pobre, e ao mesmo tempo ressaltar sua formação universitária.
- Ele chama o outro de racista, é expulso da sala e diz que fizeram
isso porque sou gay. Ainda que isso estivesse na cara, ser gay não lhe
dá o direito de ofender os outros. Ou dá? Mas como Feliciano poderia
saber? Está escrito na testa? Há gente que parece e é, que parece e não é
– criticou.
- Não existe faculdade de antropologia no Brasil. É uma
pós-graduação. Isso quer dizer que ele tem um curso universitário e uma
especialização. É esse o padrão da pobreza no Brasil? Tome tento, meu
senhor! Tenha compostura! Pobre não tem cara, não! Mas a pobreza, ah,
essa tem!!! – ressaltou o jornalista.
Assista ao vídeo:
[yoututbe=www.youtube.com/watch?&v=hZMfXS-77RM]
Por Dan Martins, para o Gospel+
Pastor Silas Malafaia anuncia que participará dos programas Agora É Tarde e Superpop
O
pastor Silas Malafaia vai participar dos programas “Agora é Tarde” e
“Superpop”. O anúncio foi feito pelo próprio pastor através de seu
Twitter, onde informou sobre as gravações dos programas.
- Semana q vem gravo para os programas de Danilo Gentili e Luciana Gimenez. quando for ao ar informarei. – publicou Malafaia.

O convite para participar dos programas veio depois da sua polêmica
participação no programa “De Frente com Gabi”, que fez com que o pastor
Silas Malafaia começasse a receber um grande destaque da mídia. O
programa “Agora é Tarde”, apresentado por Danilo Gentili, recebeu também na última semana o deputado e pastor Marco Feliciano, que falou da polêmica em torno da sua nomeação como presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara.
A data dos programas ainda não foi anunciada.
Por Dan Martins, para o Gospel+
Jean Wyllys defende presença de servidores da Câmara em protestos contra Marco Feliciano: “Jesus concorda comigo”
As
manifestações organizadas por movimentos LGBT contra o deputado Marco
Feliciano na Câmara dos Deputados tem contado com a constante
participação de servidores públicos e assessores de parlamentares
contrários ao deputado que, como quaisquer servidores, são pagos com
dinheiro público. O deputado Jean Wyllys saiu em defesa da presença dos
assessores, e chegou a dizer que Jesus concordava com ele.
O fato foi observado em uma matéria da revista Veja, assinada pelo
jornalista Gabriel Castro, que ressaltou inclusive, que tais
funcionários da Câmara têm utilizado de seu horário de trabalho para
participar de manifestações contra o parlamentar.
Castro frisou em seu texto que entre os militantes que participam dos
constantes protestos contra Feliciano pode-se observar um grande número
de funcionários da Câmara, sobretudo daqueles ligados a parlamentares
do PSOL e do PT. O jornalista citou como exemplos de constante presença
nessas manifestações Rodrigo Cademartori, conhecido como Rodrigo
“Pilha”, assessor da deputada Érica Kokay (PT-DF), que antes de ser
assessor parlamentar era ligado ao movimento estudantil; Tiago Oliveira,
assessor do PV; e muitos militantes ligados ao PSOL, entre eles uma
funcionária do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ).
Em seu Twitter, Wyllys criticou o texto da revista, afirmando se
tratar de uma busca para defender políticos que pagam assessores para
cuidar de igrejas.
- A revista que “reclamou” da presença de assessores está buscando
motivo para defender quem paga assessor pra não ir à Câmara e tocar
igreja. É a velha tentativa de desqualificar protestos legítimos de
pessoas indignadas com a sujeira que levou o tipo à presidência da CDHM.
Em vez de tratar da prisão ilegal dos manifestantes e da arbitrariedade
dos seguranças à paisana, decide distorcer os fatos. É a tática! Mas o
que esperar de revista que se relacionou com o esquema Cachoeira e que
serviu de tribuna para o criminoso Demóstenes Torres? – escreveu o
deputado, em uma série de publicações na rede social.
Wyllys prosseguiu sua crítica ao jornalista publicando um texto
afirmando que Castro busca notoriedade para se candidatar ao congresso, e
que o jornalista é constantemente criticado por copiar textos de outros
autores como se fossem seus.
Ele disse ainda que a reportagem da revista estaria mentindo sobre a
presença dos assessores nas manifestações, e defendeu a presença dos
assessores afirmando se tratar de uma forma de proteger os manifestantes
da Polícia Legislativa, e que o trabalho de tais funcionários inclui
representar os parlamentares em eventos que sejam de seu interesse.
- A presença de assessores nos protestos é a maneira que temos de
proteger manifestantes da arbitrariedade da policia legislativa e
seguranças. Devido ao excesso de atividades, nem sempre podemos
acompanhar as manifestações. Os assessores são, portanto, nossos olhos
sobre elas. Graças aos assessores podemos identificar seguranças à
paisana entre manifestantes e podemos socorrer manifestantes presos
arbitrariamente. – justificou o deputado, que concluiu dizendo: – O
papel dos assessores é também este: nos representar em QUALQUER EVENTO
que ocorra na Câmara e que seja de nosso interesse!
Ao ser criticado por um pastor, que afirmou que um dia ele
encontraria Jesus e entenderia o trabalho do pastor Feliciano, Wyllys
prontamente: – Já encontrei. Jesus concorda comigo!
Por Dan Martins, para o Gospel+
Assinar:
Postagens (Atom)



