sábado, 19 de maio de 2012

Dilma receberá R$ 20 mil por ter sido torturada
Torturada na ditadura, Dilma diz que doará indenização de R$ 20 mil



A presidente Dilma Rousseff receberá do governo do Rio indenização de R$ 20 mil




A presidente Dilma Rousseff receberá indenização do governo do Rio de Janeiro por ter sido interrogada e torturada no estado durante a ditadura militar e doará o valor para o Grupo Tortura Nunca Mais, segundo informou nesta sexta-feira (18) o porta-voz da Presidência da República, Thomas Traumann.
A assessoria de imprensa da Secretaria estadual de Assistência Social informou que o governo do Rio pagará até o fim de junho uma indenização no valor de R$ 20 mil à presidente Dilma.
Segundo a secretaria, das 895 vítimas do regime que tiveram os processos aprovados pela comissão especial criada para analisar os casos, cerca de 120 ainda serão indenizadas pelo estado do Rio.
O Grupo Tortura Nunca Mais, que receberá o valor segundo a Presidência, foi fundado em 1985 por iniciativa de ex-presos políticos que passaram por tortura durante o regime militar e por familiares de mortos e desaparecidos políticos.
Nesta quarta-feira (16), Dilma deu posse aos sete membros que integrarão a Comissão da Verdade, criada para apurar violações aos direitos humanos cometidas entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar.
Na ocasião, a presidente afirmou que a instalação do colegiado não é motivada por "ódio", "revanchismo" ou "desejo de reescrever a história".
“O Brasil merece a verdade, as novas gerações merecem a verdade e, sobretudo, merecem a verdade factual aqueles que perderam amigos e parentes e que continuam sofrendo como se eles morressem de novo e sempre a cada dia", afirmou, antes de, emocionada, interromper o discurso.

RIO DE JANEIRO/RJ: EMPOSSADOS NOVOS DIRIGENTES DO MACKENZIE RIO

O Diretor Acadêmico tem raízes cachoeiranas




O Instituto Presbiteriano Mackenzie Rio, uma das instituições de ensino acadêmico mais gabaritadas do país, promoveu em a última quarta-feira, 16 de maio, no Salão Nobre em sua sede provisória na Rua Buenos Aires nº 283, Centro, Rio de Janeiro, a concorridíssima solenidade de posse da sua Diretoria Acadêmica e Gerência Geral. Para a importantíssima função de Diretor Acadêmico, foi empossado o Pastor, Advogado Tributarista e Professor MSc. Dr.Wladymir Soares de Brito, cujas raízes genealógicas estão fincadas na Heroica Cidade da Cachoeira através da Família Rebouças (por parte da sua bisavó) e Soares (por parte do seu avô, o renomado causídico Luiz Rebouças Soares), enquanto o Engenheiro Renato José Piragibe assumia a Gerência Geral da Instituição.

A reunião contou com as ilustres presenças do Reverendo Roberto Brasileiro, Presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, do Presidente do Conselho Deliberativo do Mackenzie, Dr. Maurício Melo de Menezes, do Diretor Presidente Dr.Hesio Cesar de Souza Maciel, do Reitor da UPM Professor Dr. Benedito Aguiar Neto, do Reverendo Guilhermino Cunha pastor da Catedral do Rio, Reverendo Isaias de Souza Maciel, Presidente da Ordem dos Ministros Evangélicos do Brasil e do Exterior, (OMEBE), diversas autoridades da Universidade, representantes dos Corpos Docente e Discente e uma comitiva da Igreja Presbiteriana do Jardim Guanabara composta de Diáconos, Presbíteros, Licenciado Vinicius Lacerda e Senhoras da SAF capitaneadas pelo Pastor Auxiliar Reverendo Maurício Barbosa Nunes.

Segundo consenso geral, o ponto alto da solenidade foi o pronunciamento do novo Diretor Acadêmico, Dr.Wladymir Soares de Brito, que ressaltou a importância do resgate da confissão de fé, como uma essência do procedimento educacional em seu amplo, elevado e filosófico.

Na abalizada opinião do Professor e Pastor Francisco Nery, Coordenador do DERE e da OMEBE, “o discurso edificante do Reverendo Dr.Wladymir foi pautado na esperança, no amor e na educação que formam os pilares de uma retórica emocionante e inteligente, coroada de um brilhantismo que veio não apenas da mente e do coração do Pastor, mas, das regiões do Espírito, teologicamente falando”.

Nós de O Guarany, pedimos ao Supremo Arquiteto do Universo que abençoe o seu servo o Reverendo Wladymir, nessa nova etapa que será desafiadora na sua vida profissional, é verdade, porém, estamos certos, de profícuas realizações.

Nas suas férias, Reverendo,venha rever a Cachoeira tão amada pelos seus avós e seus pais e que na sua adolescência o senhor tanto visitou,fez e deixou amigos.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

ACONTECEU NA CIDADE DA CACHOEIRA/BAHIA

Homenagem


Roque Pinto; amigo de fé, irmão, camarada

Por Erivaldo Brito


“O homem de muitos amigos deve mostrar-se amigável,mas há um amigo mais chegado do que um irmão” - Provérbios 18:24


NA SEGUNDA-FEIRA bem cedinho, liguei para o fabrico na certeza de que iria encontrá-lo. Ao ouvir o seu “alô” respondi de forma entusiasmada: Saudações tricolores! E ele, com aquela voz mansa exclamou: “Meu irmão, estava pensando justamente em ligar pra você!” Estávamos comemorando jubiloso o título do campeonato carioca conquistado pelo Fluminense, nosso time do coração.
Na nossa animada e prolongada conversa, ele fazia comparações entre as novas revelações de Xerém com antigos jogadores amadores da nossa cidade. Ele se lembrou de quando dirigia o Flamenguinho e de um jogo em especial, quando o Real (de Felisberto Gomes,”Briô”), jogou reforçado com o veloz e arisco “Vaduca”. Ele que era dublê de técnico e dirigente, no intervalo, recomendou que o atacante “Du”, irmão do goleiro “Ceguinho”, recuasse para anular “Vaduca”.
“Du” argumentou que ainda não havia feito o seu gol mas, atendeu a seu pedido, ocupando a sua posição como atacante Arlindo Tinoco que era ruim de bola mas, tinha lugar garantido por ser irmão de Moacir “Réu”, jogador que ele considerava melhor do que “Dedé” do Vasco. Despedimo-nos. Jamais passou pela minha cabeça de que fosse aquele o nosso último telefonema. No dia seguinte, o “meu irmão”, como ele gostava de enfatizar estaria se despedindo da vida terrena.
A notícia chegou-nos como chegam e vão-se todas as coisas. Pensei escrever um breve panegírico a fim de homenageá-lo, meu irmão. Não tive condições emocionais de fazê-lo, ainda, por isso faço minhas as palavras do poeta: “qualquer dia, amigo, eu volto a te encontrar.
Qualquer dia, amigo ,a gente se encontra” coroando o velho e bem comum provérbio latino: Hodie mihi,cras tibi!

*Erivaldo Brito, cachoeirano, advogado radicado na cidade do Rio de Janeiro/RJ

quarta-feira, 16 de maio de 2012

CACHOEIRA/BAHIA: PÊSAMES À FAMÍLIA ROQUE PINTO

Venho por meio desta mensagem, expor meus sentimentos pela perda do querido amigo Roque Pinto. A Cachoeira chora sua a partida! Cidadão gentil, educado e de boa índole. Guardarei boas lembranças da sua passagem aqui na terra. Expresso à família enlutada meus pêsames. Que Deus ilumine e console a vida de vocês!

Sinceramente,
Luciano Borges dos Anjos
Coordenador de Produção
Bonatec - Indústria e Comércio Ltda
Celular:( 011 ) 7885-7261 ID.Nextel: 55*82*102754
Fone: ( 011 ) 2705-0922 / 2705-0923 / 2705-9222

ACONTECEU EM SÃO PAULO/SP

Luciano Borges reúne moradores e lança candidatura a vereador de São Paulo

Foi confirmada ontem a noite, em concorrida reunião promovida por Luciano Borges dos Anjos, em sua residência, com a presença de moradores do Jardim São Roberto e Fazenda da Juta, a inclusão do nome do acadêmico em Direito e corretor de imóveis Wellington de Jesus Pinto, como pré-candidato a vereador de São Paulo nas eleições deste ano. Wellington Pinto, conhecido popularmente como JP, já está devidamente filiado ao PTC – Partido Trabalhista Cristão. Grandioso evento de lançamento da candidatura de Wellington Pinto 2012, sob a coordenação de Luciano Borges, acontecerá no próximo dia 25/05 nas instalações do Lava Jato do Magrão, na Rua Plínio Dionísio de Freitas, no Jardim São Roberto, onde concentrará cerca de 200 convidados, entre amigos, simpatizantes e correligionários. Luciano Borges já manteve contato com a alta cúpula da agremiação partidária, para certificar-se das presenças do presidente do mencionado Partido, Ciro Moura e do deputado federal Gabriel Chalita, um dos mais votados no Estado e pré-candidato a prefeito de São Paulo.

Luciano Borges dos Anjos

Coordenador de Produção

Bonatec - Indústria e Comércio Ltda

Celular:( 011 ) 7885-7261 ID.Nextel: 55*82*102754

Fone: ( 011 ) 2705-0922 / 2705-0923 / 2705-9222

terça-feira, 15 de maio de 2012

REGISTRO

O Dia do Gari
Por Erivaldo Brito


Temos, no mês em curso, muitas datas a comemorar: mês de Maria, mãe de Jesus, mês da família, mês das noivas, dia das mães e (o que pouca gente lembra), dia do gari, 16 de maio. O Gari, essa figura singular da administração pública presta um trabalho de extrema relevância, enfrentando (o verbo é este mesmo), a má-vontade e a incompreensão de expressiva camada da população, até dos grandes centros. A varrição e coleta do lixo domiciliar, hospitalar e industrial, um trabalho reconhecidamente exausto e sujo, esteve sempre na preocupação dos dirigentes brasileiros, desde os tempos do Império. No ano de 1876, o Ministério Imperial fazia publicar um edital de licitação pública a fim de viabilizar a limpeza da cidade do Rio de Janeiro. A concorrência, a primeira do gênero no Brasil, foi ganha por um empresário francês de nome Pierre Gary. Foi então que os encarregados de fazerem a limpeza passaram a ser chamados pela patuléia de “a turma do Gary’”, de onde se originou, obviamente, os Garis dos nossos dias.
Na minha cidade natal, Cachoeira, na Bahia, o esgotamento sanitário e o abastecimento de água nasceram quase ao mesmo tempo,em 1781, só que, passaram-se 41 anos, ou seja, em 1822 para que o Chafariz (ainda existente e desativado na antiga Praça da Regeneração, atual Dr.Milton, e que poderia estar funcionando como uma espécie de fonte luminosa) viesse a funcionar.
Ainda que a água contivesse toda a sorte de impurezas, era dali que os escravos (depois os aguadeiros) apanhavam a água que abastecia grande parte da cidade. A Santa Casa de Misericórdia e as Igrejas da Ordem Terceira e do Carmo, por exemplo, possuíam poços artesianos de água potável de ótima qualidade.
Quanto à limpeza urbana, amigos, era uma lástima. O velho calçamento com pedras chamadas de “cabeça de negro”, sem o rejunte devido, possibilitava o rápido crescimento de capim e ervas daninhas.
Os excrementos residenciais eram recolhidos em barris que, levados pelos escravos (depois criados), eram jogados no leito do já maltratado e histórico Rio Paraguaçu, outro injustiçado não obstante haver desempenhado papel preponderante na magna data cachoeirana, o 25 de Junho.
É do conhecimento dos que se interessam pela história da cidade, o fato de pinicos sendo despejados pelas janelas com a anedótica frase: - Sai de baixo, Ioiô, que lá vai cocô!
Tantos anos volvidos, mas, infelizmente, temos de convir que pouca coisa mudou. Muitas pessoas ainda fazem suas necessidades fisiológicas nas vias públicas e não têm o menor zelo para com a limpeza da cidade, não a cuida como se fosse a sua própria casa.
No último 25 de Junho, estava na casa da minha mãe quando vi os garis cuidando da limpeza da rua com o apoio de uma caçamba. Cinco minutos depois, - se tanto -, apareceu uma moradora com um saco plástico e. zum,zum,zum,vupt! Não se deu nem ao trabalho de atravessar a rua. O saco plástico não resistiu ao arremesso e espatifou-se deixando à mostra vísceras de galinha.
Enquanto eu meditava sobre a necessidade de uma mobilização dos clubes de serviço, da classe professoral e da prefeitura a fim de promover uma campanha educacional tendo como monitores o próprio alunado, a criação de um concurso para premiar os moradores que entregassem o lixo em recipientes separados (o deteriorável de garrafas plásticas e papelão), e, por fim, um Cooperativa de Catadores de Lixo de Cachoeira, num galpão onde funcionaria uma futura Usina de Reciclagem, apareceu descendo da ladeira do Bar de Brito um animal enorme, todo preto. Juro que eu pensei que era um javali! Corri e bati a porta da casa e fiquei olhando pela frincha da porta; era um porco! Um porco bastante cevado que, graças ao seu impulso gastronômico acabou fazendo a limpeza que durou pouco. Na hora do desfile, a lixeira já transbordava.
No curto período em que estive secretário na primeira gestão do prefeito Ariston Mascarenhas, juntamente com o professor Adjarva Dias, então presidente da Câmara de Vereadores, criamos vários eventos e, dentre eles, o Dia do Gari, 16 de maio, que comemoramos com um almoço na Gruta Azul e uma Sessão Especial na Câmara.
No Dia do Gari, faça uma reflexão sobre o trabalho desempenhado por esses servidores municipais ou terceirizados, passe a olhá-los com outros olhos, afinal, embora considerado como trabalho sujo não deixa de ser digno e, sobretudo merecedor do nosso respeito e da nossa colaboração.

*Erivaldo Brito, cachoeirano, é advogado, radicado na cidade do Rio de Janeiro/RJ