sábado, 25 de fevereiro de 2012

CACHOEIRA/BA: MEMÓRIA

O BAR NIGHT AND DAY
Por Erivaldo Brito

As viagens para Salvador duravam em média seis horas, isso quando o vapor da Cachoeira ainda navegava pro mar e não ficava encalhado na Coroa do Espardate.

O transporte fluvial era o meio de locomoção para a capital mais usado, não apenas pelos cachoeiranos, mas, por gente de todas as camadas sociais de várias cidades vizinhas, conseguintemente, a Rua 25 de Junho e Praça Teixeira de Freitas reuniam a maioria das pensões, hotéis, bares e lanchonetes da Heróica Cidade.

Era uma região que, - devido ao fluxo de pessoas -, “nunca dormia”, mesmo porque havia viagens em plena madrugada, dependendo obviamente da maré. Outro fator de fundamental importância é que o meretrício funcionava nas cercanias, mais precisamente na Rua 7 de Setembro, “onde os necessitados iam trocar o óleo e terminavam dando o grito da independência (orgânica)”

Era, no entanto, o espaço público mais democrático do mundo, todos respeitavam os seus limites. Na Rua 25 de Junho e Praça Teixeira de Freitas moravam várias famílias da sociedade cachoeirana: Dr.Artur Marques, Francelino Mota, a família de Hipólito Peixoto (professora Angélica que foi 1ª Dama Sanfelixta), Família Jambeiro, Diva Schmidt e Lafaiete Almeida, dentre outros.

Na casa de Lafaiete e dona Chiquinha morava o neto deles chamado Neville, primogênito de Lamartine, criado pela tia Ettifrance. No sobrado vizinho, morava Diva Schmidt e o seu único filho chamado Clovis. Eu era amigo de ambos e costumava freqüentá-lo, pois a recíproca era verdadeira.

Na parte térrea do sobrado onde Clovis morava com a sua mãe, já funcionava um bar com o nome de Canto do Rio, cujo proprietário, um senhor chamado Cabinho, de compleição física semelhante à Olívia Palito, jogava de ponta esquerda no time da Suerdieck no campeonato cachoeirano do ano de 1947, mais ou menos.

Já na década de 50, no período da inauguração do Cine Glória, Carlos Gottschal assumia o controle do estabelecimento dando-lhe o nome fantasia de Night and Day.

Não sei se Gottschall possuía fluência no idioma inglês, mas, foi ele o pioneiro em dar um nome em inglês a um estabelecimento cachoeirano. E o nome pegou. É bom que se diga: o estrangeirismo era duramente combatido pelos professores do vernáculo, não havia se tornado moda, ninguém dizia play ground, shopping, design etc. Os modernos e-mails, blogs, sites, facebook, on-line, hacker, twitter, nem sonhar, mesmo porque o computador e a internet não tinham sido inventados.

Lá em casa, quando alguma lâmpada a mais estava acesa, os velhos costumavam ordenar: -Apague o xuite (switch), menino!

Também nas brincadeiras de caubói, por influência dos seriados das matinês, a gente costuma dizer: - Caumoniboi! (Renda-se!)

O Night and Day não foi o pioneiro na instalação de um snookers em seu salão. Na Rua 13 de Março, - lembro-me bem, existia uma casa especializada chamada Taco de Ouro, de propriedade de um senhor chamado Lourinho, e no Bar Yolanda (depois Bar Guarany, nos tempos de Poporrô e) um outro num bar lá no brega.

No Night, além de Carlos Menezes, destacava-se no jogo da sinuca, um filho de Rodrigo Conceição, (Caçula), chamado Vermelhinho. Por vezes, Vermelhinho enfrentava um camarada da cidade de Santo Amaro e o embate seguia durante horas, até quando a sessão do cinema terminava. Eu era garoto e olhava de longe. Os adultos enchiam as dependências e faziam suas apostas em silêncio.

Carlos Gottschall, além de ser o proprietário do Night, era presidente da Desportiva do Paraguaçu, cuja sede social funcionava no sobrado da Família Milton, na Rua Ana Neri, presentemente ocupado pela Prefeitura.

Na parte térrea do referido imóvel, na ladeirinha que dá acesso à Capela da Ajuda, funcionava um serviço de alto-falantes da Desportiva. Eu, Betinho Braga e Roberto Herval Lopes, fazíamos a locução de graça! Ali, nas manhãs de domingo, havia um Programa de Calouros que nos proporcionava boas paqueras. Bons tempos!

Roberto, meu dileto amigo Alemão Bulangê, além de ser um bom locutor, possuía uma imaginação muito fértil na criação de quadros para os programas e até escrevendo uma novela! Se houvesse nascido num grande centro teria seu nome falado ainda hoje.

A trama da referida novela era desenvolvida num local onde se escondia o chamado “louco da montanha”, cujo papel era desempenhado pelo próprio autor da novela. Eu fazia o papel de narrador e de um tal de “flibusteiro” de um navio pirata. Atuavam também na novela: Gilberto Braga (Betinho), Edenildo (meu irmão), Zé Mendes, Didi da Baiana.

Então, certa manhã, a novela estava sendo levada ao ar. Ao vivo! Braga fazia a sonoplastia em um disco 78 rotações com a agulha no final, o que produzia um som semelhante à chuva caindo, enquanto Nido (meu irmão) sacudia uma folha de flandre para fingir o som de trovões.

Impostando a voz (comparando mal com o Cid Moreira), eu ataquei: - E naquela noite tempestuosa, os moradores do pequeno o isolado lugarejo ouviam a voz cada vez mais perto do sinistro louco da montanha!

E meu amigo Alemão abria o berro: - Quero carne! Tenho sede de sangue! Quero carne!

Naquele exato momento, Gottschal foi entrando porta adentro no estudo bradando:

- E eu quero o meu guarda-chuva que você pegou ontem à noite no Night, Alemão!

Um pouco mais adiante, querido e paciente leitor, eu era ajudante de operador do Cine Glória. Era um domingo. De repente, Adilson, que era o operador, entrou esbaforido na sala de projeção, abriu uma gaveta, apanhou a maior chave de fenda e, sem dizer uma palavra, saiu porta afora. Corri à janela e vi a praça tomada de gente. Logo depois, do interior do cinema surgia o grande “heroi”, o professor Aldérico conduzindo um moleque que morava na casa de Zeca Santana chamado Godofredo. O garoto estava duro, queria assistir o filme então de tardinha, pulou a janela do cinema e se escondeu no sanitário. Seu Antonio,o porteiro,ao chegar para o seu trabalho,teve necessidade de ”tirar a água do joelho”. Percebendo a chegada de seu Antonio, Godofredo pulou o muro pra casa de Lafaiete. O cinema já estava com boa lotação, afinal era domingo, quando Eti foi até ao pátio da casa. Ao ver o vulto escondido, soltou um grito que chamou a atenção de todo o mundo. O garoto então pulou de volta para o cinema sendo “capturado” pelo professor Aldérico (que nutria uma paixão oculta por uma filha de Benga, que morava na ocasião, no sobrado do Night) e desfilou pela praça com o seu “prisioneiro”.

O Night and Day, logo depois, passou a pertencer a um dono de uma pequena “Biboca”, no Caquende, chamado Pedro Conceição, um cidadão íntegro e trabalhador e que, desde o início, deixou patenteado o diferencial entre a sua casa comercial e as demais concorrentes; um bar familiar, atendido por sua senhora e os filhos mais crescidos.

Um dos filhos de Pedro, Clóvis, bancário igual a mim, era meu amigo. Pertencente à Loja Maçônica igual ao pai e seu irmão, Claudionor, recentemente falecido, tirei uma fotografia na enchente de fevereiro de 1980 onde Clóvis aparece bem em frente ao Night. Observe que falta pouco para a marquise ficar submersa e as águas invadirem o sobrado onde a família Sacramento morava.

Hoje o Night and Day, também rebatizado de “Bar de Pedro”, segundo preciosa informação do também saudosista da época, professor Pedro Borges, o sessentão estabelecimento vem sendo mantido pelo sexto filho de Pedro, Cristovaldo.

Deveria ser tombado como patrimônio da cidade, que assiste contristada a ortotanásia de uma artéria tão cheio de vida, no passado.

Então leitor saudosista, com as nossas condolências à família enlutada pela perda de mais um membro que dignificou a todos e não apenas aos familiares, com a lembrança viva do gosto daquele refresco de limão e o saboroso sanduíche de salaminho preparado por Pedro, daquele local de bate papos e encontro de amigos, ergamos um brinde ao Night and Day:

- Então, como é que é, galera? É big, é big é hora, é hora, é hora...!

.Night and Day! Night and Day !

Pastor iraniano Yousef Nadarkhani pode ser enforcado a qualquer momento

A qualquer momento o pastor iraniano Yousef Nadarkhani (foto com a esposa e os dois filhos) pode ser enforcado. Fontes que acompanham o caso informaram que o pastor foi sentenciado à pena de morte e que a execução pode acontecer a qualquer instante. De acordo com o Centro Americano para a Lei e a Justiça (ACLJ), não há como saber se o pastor continua vivo, mas a probabilidade de que a ordem de enforcamento de Nadarkhani já tenha sido firmada é alta.

Outros veículos de comunicações internacionais também noticiaram sobre o caso. Em matéria publicada ontem, o site estadunidense Fox News citou: “o tribunal no Irã emitiu seu veredito final, ordenando um pastor cristão para ser condenado à morte”. Vários membros do congresso americano e também istituições cristãs têm se unido na luta para salvar a vida de Yousef Nadarkhani, mas a situação parece ter chegado ao seu ponto mais crítico desde sua prisão.

O mundo tem acompanhado o dramático caso do pastor iranaiano, ele foi preso em outubro de 2009, após ter sido acusado de apostasia por ter se desligado do islã e se convertido ao cristianismo. Desde então, Yousef Nadarkhani vem enfrentando uma batalha judicial e lutando contra o risco de sua própria execução, já que, a pena máxima, segundo as leis islâmicas é a pena de morte.

Fatos como este têm preocupado a igreja brasileira, pois o Brasil é o segundo país que mais envia missionários em todo o mundo. Algumas nações têm pouca abertura ao cristianismo, como é o caso do Irã e outros países de religião islâmica. Isso tem gerado reincidentes casos de violência contra os missionários, muitos deles chegam a correr risco de morte por serem cristãos e por anunciarem o evangelho.

Fonte: Gospel+

Banco Itau

ACORDA BRASIL.
Até quando?
Clique em mim!Importante! Faça a leitura integral do texto!

Esta carta foi enviada ao Banco Itaú, porém devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direcionada a todas as instituições financeiras. Tenho que prestar reverência ao brasileiro(a) que, apesar de ser altamente explorado(a), ainda consegue manter o bom humor.

Poderia ser dirigida a qualquer banco brasileiro. . .
Senhores Diretores do Banco Itaú,
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc).. Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante.
Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.
Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal?
Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.
Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço..
Além disso, me impõe taxas. Uma "taxa de acesso ao pãozinho", outra "taxa por guardar pão quentinho" e ainda uma "taxa de abertura da padaria". Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.
Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de crédito'"- equivalente àquela hipotética "taxa de acesso ao pãozinho", que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.
Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco.
Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de conta".
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a uma "taxa de abertura da padaria", pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como "papagaios". Para liberar o "papagaio", alguns Gerentes inescrupulosos cobravam um "por fora", que era devidamente embolsado.
Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos
gerentes inescrupulosos.
Agora ao invés de um "por fora" temos muitos "por dentro".
- Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
- Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 "para a manutenção da conta" semelhante àquela "taxa pela existência da padaria na esquina da rua".
- A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo.
- Semelhante àquela "taxa por guardar o pão quentinho".
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.
Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma!
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.
Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.
Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados..
Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, vocês concordam o quanto são abusivas?!
ENTÃO ENVIEM A QUANTOS CONTATOS PUDEREM.
VAMOS VER SE MEXE COM A CABEÇA DE QUEM FEZ ESSAS LEIS PARA PENSAREM O QUANTO ESTÃO ERRADOS!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012


Vera Cruz-BA, 24 de fevereiro de 2012.

NOTA DE FALECIMENTO

É com grande pesar que a Loja Maçônica de Vera Cruz, nº 156 da Grande Loja Maçônica Estado da Bahia, noticia o falecimento do ilustre cachoeirano, mestre maçom, Claudionor Sacramento da Silva, irmão consanguíneo de Clovis Sacramento da Silva, Antonio Paulo Sacramento da Silva, Claudemir, Cristovaldo, María Céliz, Maria Rita e Pedro Conceição da Silva Filho, quis o Grande Arquiteto do Universo chamá-lo para trabalhar ao seu lado, pois, os bons obreiros assim o Mestre dos Mestres os convida para trabalhar ao seu lado e nós aqui na terra vamos nos burilar para o grande aperfeiçoamento humano.

Sabemos do grande amigo, companheiro, irmão e grande maçom que foi o nosso querido Claudionor, um grande guerreiro aqui na terra e prestará melhor serviço ao lado de DEUS Todo Poderoso. O seu falecimento aconteceu nesta madrugada do dia 23/02/2012 para 24/02, às 03h30min. O sepultamento será hoje, 24/02, às 17 horas no Cemitério do Jardim da Piedade na cidade da Cachoeira. O corpo será velado na Loja Maçônica Caridade e Segredo que fica na Rua Benjaminn Constant, nº 03 – Centro – Cachoeira-BA.

A vontade do Pai celestial levou o nosso irmão para o Oriente Eterno, reconhecendo-lhe as verdadeiras qualidades, como ser humano, amigo, leal, enfim era um homem de bom coração. Nossas sinceras condolências a família enlutada rogando a DEUS Todo Poderoso que dê muita força para suportar tamanha perda.

Direção da Loja Maçônica de Vera Cruz

CACHOEIRA/BAHIA

Câmara Municipal comemora o aniversário de 175 da elevação da Cachoeira à categoria de cidade

A Câmara de Vereadores da Cachoeira, repetindo gesto cívico de todos os anos, comemora neste 13 de março de 2012, o aniversário de 175 da elevação da Cachoeira à categoria de cidade, em cuja programação destaca-se a sessão solene, às 9h da manhã, em seu Salão Nobre, cerimônia que tem como orador oficial, o Prof. Rogério César Almeida, presidente da Filarmônica Minerva Cachoeirana e instrutor da Banda Marcial do Colégio Estadual da Cachoeira.

Quem é Rogério César Almeida

Membro de tradicional família cachoeirana, filho do saudoso Robustiano Almeida, o Prof. Rogério César Almeida é fazendeiro, funcionário público do Estado, integra o quadro de docentes da Secretaria Estadual da Educação, como regente da Banda Marcial do Colégio Estadual da Cachoeira.

Além da ocupação secular, Rogério Almeida tem permanente participação na vida de cidade, em causas sociais e segmentos de expressão da comunidade, em cujo contexto destaca-se como maçom militante, membro da Loja Maçônica Caridade e Segredo, já tendo sido o seu venerável por dois períodos consecutivos. Atual presidente da centenária Filarmônica Minerva Cachoeira, Rogério Almeida vem proporcionando avanços considerados no processo de preservação dos valores culturais e peças musicais de reconhecida expressão da centenária Filarmônica.

Em rápida entrevista ao Jornal O Guarany, o Prof. Rogério Almeida disse que seu discurso destaca a importância da elevação da Cachoeira à categoria de cidade, incluindo em sua linha de raciocínio, as Instituições seculares da sociedade, a exemplo da Loja Maçônica Caridade e Segredo, fundada há 134 anos, as filarmônicas Minerva Cachoeirana e Lyra Ceciliana, ambas seculares com 134 e 142 anos de fundadas respectivamente, segmentos de expressão da sociedade organizada, guardadores dos mais ricos valores culturais desta comunidade.

Morre em São Paulo a herdeira da Daslu, Eliana Tranchesi


A empresária lutava contra o câncer no pulmão desde 2006

SÃO PAULO - Morreu na madrugada desta sexta-feira, a empresária Eliana Tranchesi, aos 56 anos, vítima de complicações de um câncer no pulmão. Ela estava internada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

A empresária comandou a butique multimarcas Villa Daslu, fundada por sua mãe Lucia Piva. Em 2009 foi condenada a 94 anos e seis meses de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, fraude em importações e falsificação de documentos, mas logo foi solta por meio de habeas corpus.

Em 2006, Tranchesi foi internada para a retirada de um tumor no pulmão. Desde então a empresária lutava contra o câncer.

O velório acontecerá no hospital até as 12h desta sexta-feira e o enterro será realizado às 15h, no cemitério do Morumbi.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Uma gangue oficial
Por Délio Teixeira <delioteixeira1948@yahoo.com.br

Matar
Uma "historinha" que talvez você não saiba...
POUCA GENTE SABE DISTO, VAMOS ESCLARECER...
ACREDITE SE QUISER:
O
PAULO BERNARDO
cid:95218303047F423492BB6167A0BE050B@anastacia
MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES É MARIDO DA SENADORA
GLEISI HOFFMANN
cid:1404C2DB26874ADD8B248D437434D1CC@anastacia
CHEFE DA CASA CIVIL.
O
GILBERTO CARVALHO
cid:A11CAA849A854850955E6979E191F00A@anastacia
SECRETÁRIO GERAL DA PRESIDÊNCIA É IRMÃO DA MIRIAN BELCHIOR
cid:EE6DA0E8F7DC486884C573BDAAE1CDF7@anastacia
MINISTRA DO PLANEJAMENTO.
ESSA
MIRIAN BELCHIOR JÁ FOI CASADA COM O CELSO DANIEL
cid:ED8976E98CCD49A795E4B0D3510399DB@anastacia

EX-PREFEITO DE SANTO ANDRÉ, QUE MORREU ASSASSINADO.
VOCÊ SABIA E NÃO CONTOU PRA NINGUÉM?
A DOUTORA ELIZABETE SATO
cid:AC5D694F41A94E8F8412B578C34AC60E@anastacia
delegada que foi escalada para investigar o processo sobre o assassinato do Prefeito de Santo André, Celso Daniel é tia de Marcelo Sato
cid:44D98FE1A6D34882BCF4FACC8D0D0F2D@anastacia
cid:C7E13D64D9F54EE1B5C419E2AB1F1C2D@anastacia
marido da Lurian da Silva
cid:2D3F921250064B9C8FE3A6C0BC5A8DCA@anastacia
que, apenas por coincidência, é filha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
cid:0EDCAF952C1447F083BB73E17E0128E6@anastacia
Exatamente:
Marcelo Sato, o genro do ex presidente da República, é sobrinho da Delegada Elisabete Sato, Titular do 78º DP, que demorou séculos para concluir que o caso Celso Daniel foi um "crime comum", sem motivação política.
Também apenas por coincidência,
Marcelo Sato é dono de uma empresa de assessoria que presta serviços ao BESC - Banco de Santa Catarina (federalizado), no qual é dirigente Jorge Lorenzetti
cid:20E8CC64F5714DD5A37DA8A18A645737@anastacia
(churrasqueiro oficial do presidente Lula e um dos petistas envolvidos no escândalo da compra de dossiês).
E ainda, por outra incrível coincidência, o marido da senadora
Ideli Salvatti (PT)
cid:1F15AA5ECE6E4F459D1B416B765438B8@anastacia
é o Presidente do BESC.
cid:B1CA50D8B5F949B1A544CF12BE2C8611@anastacia
CONCLUSÃO:
"O POVO TÁ DORMINNO. NÓIS TÁ ACORDADO. NÓIS CUMPANHERU DA INTERNET SOMO VERDADERAMENTE UNIDO PRA FAZÊ O QUE NUNCA ANTES FOI FEITO NESSE PAÍS:
OU A CORRUPÇÃO PARA OU NÓIS PARA O BRASIL!
cid:0327A035D10548A69601F1D3D22020D1@anastaciacid:C2A33CBB6E3141D4A94D6111A67713CF@anastaciacid:D4168B3F47B44247A086B4EAD1860399@anastacia
SEJA PATRIOTA: Passe adiante.