O ministro das Cidades, Mário Negromonte, passou a ser tratado na Esplanada dos Ministérios como se fosse um fantasma. Ele deixou de ser chamado para reuniões sobre os preparativos para a Copa 2014, tem recebido menos recursos do que outros grandes ministérios e não influi mais no desenho dos principais programas da sua área, como o Minha Casa, Minha Vida. Negromonte nem sequer foi informado quando a presidenta Dilma Rousseff convocou três outros ministros para discutir os projetos de transporte associados à Copa, antes do feriado de Sete de Setembro. A ausência de Negromonte, cuja pasta é responsável por analisar e aprovar essas ações, foi estranhada pelos outros ministros, que viram ali um sinal de esvaziamento do poder do colega, que na época era alvo de várias acusações de irregularidades. Dias depois, quando as mudanças nos projetos foram anunciadas, Negromonte foi questionado pela imprensa sobre os efeitos das desapropriações para as obras. Ele não soube o que responder. (Folha)
domingo, 2 de outubro de 2011
O ministro das Cidades, Mário Negromonte, passou a ser tratado na Esplanada dos Ministérios como se fosse um fantasma. Ele deixou de ser chamado para reuniões sobre os preparativos para a Copa 2014, tem recebido menos recursos do que outros grandes ministérios e não influi mais no desenho dos principais programas da sua área, como o Minha Casa, Minha Vida. Negromonte nem sequer foi informado quando a presidenta Dilma Rousseff convocou três outros ministros para discutir os projetos de transporte associados à Copa, antes do feriado de Sete de Setembro. A ausência de Negromonte, cuja pasta é responsável por analisar e aprovar essas ações, foi estranhada pelos outros ministros, que viram ali um sinal de esvaziamento do poder do colega, que na época era alvo de várias acusações de irregularidades. Dias depois, quando as mudanças nos projetos foram anunciadas, Negromonte foi questionado pela imprensa sobre os efeitos das desapropriações para as obras. Ele não soube o que responder. (Folha)
sábado, 1 de outubro de 2011
ANTÔNIO CARDOSO/BAHIA
Esta seria a terceira vez que a pista é fechada pelos populares, nos dois sentidos, em menos de uma semana. Os manifestantes dizem que não sairão do local sem conversar com a ViaBahia, concessionária que administra a rodovia.
Fonte: Bahia Notícias.
Rosinha Garotinho aguarda julgamento no cargo através de liminar
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) confirmou que Rosinha Garotinho vai ficar no cargo de prefeita da cidade de Campos. De acordo com o TER, a prefeita entrou com um pedido de liminar na tarde desta sexta-feira (30), e foi atendida. Segundo o Tribunal, Rosinha fica no cargo até o julgamento de mérito, que deve acontecer dentro de um mês. Caso não haja julgamento, a liminar perde o efeito. Além de Rosinha, seu marido Anthony Garotinho, o vice-prefeito Francisco Arthur de Souza Oliveira e três radialistas foram condenados por uso indevido de meios de comunicação e abuso de poder econômico. Os seis envolvidos no caso estão inelegíveis, conforme decisão do Tribunal desta quarta-feira (28). A Justiça Eleitoral de Campos havia determinado que o presidente da Câmara dos Vereadores, Nelson Nahim, assumisse o cargo de prefeito da cidade.A juíza da 100ª Zona Eleitoral de Campos, Gracia Cristina Moreira do Rosário, publicou um documento na quinta-feira (29) informando da cassação de Rosinha Garotinho e determinou que Nahim assumisse a prefeitura dentro de 24 horas. A prefeitura de Campos informou que o presidente da Câmara chegou a assumir o cargo de prefeito na sexta-feira (30), mas renunciou logo em seguida. Quem assumiu foi o vice-presidente da Câmara de Vereadores, Rogério Matoso. Em seguida, a Câmara foi informada da decisão do TRE em manter a prefeita Rosinha Garotinho no cargo. Houve tumulto, mas ninguém saiu ferido. O deputado federal e marido de Rosinha, Anthony Garotinho, negou todas as acusações e afirmou que a decisão da juíza foi arbitrária.
O UniCEUB, uma das maiores faculdades particulares do Distrito Federal, anunciou neste sábado que o professor de Direito Rendrik Vieira Rodrigues, preso pelo assassinato da estudante Suênia Sousa Faria, de 24 anos, foi demitido. O crime aconteceu na noite de sexta-feira, quando a universitária deixava a instituição.
Veja casos de crimes passionais que chocaram o País
"A comunidade acadêmica do UniCEUB está profundamente transtornada e manifesta seu pesar pelo falecimento da aluna Suênia Sousa Faria. Prestamos solidariedade à família neste momento difícil e colocamo-nos à disposição", disse a universidade em nota.
De acordo com a Polícia Civil, a estudante foi abordada pelo professor na saída da aula desta sexta-feira, e ambos entraram no carro da vítima. Ainda conforme relato da polícia, Suênia teria ligado para o marido afirmando que reataria o relacionamento com o professor. Desconfiado pelo tom da voz da esposa, o marido registrou um boletim de ocorrência na 12ª Delegacia de Polícia.
Enquanto estava em poder do professor, Suênia foi baleada três vezes, duas na cabeça e uma no tórax. Rendrik se entregou ainda na sexta na 27ª Delegacia de Polícia, no Recanto das Emas.
NEW YORK CITY/USA


New York City
BRASÍLIA/DF
Professor de Direito mata aluna e entrega corpo na delegacia
Um professor do curso de Direito matou uma aluna nesta sexta-feira em Brasília. O professor Rendrik Vieira Rodrigues, 35 anos, do Centro Universitário de Brasília (Uniceub) deu dois tiros na cabeça e um no tórax de Suênia Sousa Faria, de 24 anos, que cursava o 7º semestre. Os dois haviam tido um caso quando a jovem estava separada do marido. Segundo a polícia, o professor não aceitou o fim do relacionamento e a ameaçava de morte desde o rompimento.
Rendrik abordou Suênia quando ela saía da faculdade, por volta das 13h30, e entrou no carro com a estudante. Depois de atirar contra a estudante, ele rodou por horas com o corpo dentro do carro e em seguida se entregou à 27ª Delegacia de Polícia no Recanto das Emas, cidade-satélite distante 26 quilômetros de Brasília. Segundo a polícia, o professor usou uma pistola 380, que jogou fora.
DEMORA DO STF PODE LIVRAR MALUF DE PUNIÇÃO
O tribunal costuma demorar anos para julgar uma ação desse tipo. Parte dos ministros entende que o crime prescreverá em 2014. Depois disso, se não forem julgados, Maluf e família saem impunes.
Além da demora tradicional do STF para analisar ações penais, há ministros que já têm dúvidas sobre se ainda é possível processar e punir o casal Maluf pelo crime de lavagem de recursos supostamente desviados de obras públicas na época em que o deputado administrava a cidade de São Paulo. O prejuízo ao erário teria sido de cerca de US$ 1 bilhão, de acordo com o ministro Ricardo Lewandowski, relator do processo.
Único a votar contra a abertura da ação, Marco Aurélio Mello argumentou que já teria ocorrido a prescrição no caso de Maluf e Sylvia, que têm mais de 70 anos - eles são beneficiados por uma legislação que divide pela metade o tempo de prescrição nessas situações. Outros dois ministros, Dias Toffoli e Cezar Peluso, adiantaram que quando o tribunal julgar o processo para decidir se os réus serão punidos eles analisarão o assunto.
Mas Lewandowski sustenta que o crime se prolongou até 2006, quando autoridades tiveram conhecimento amplo sobre a existência dos recursos no exterior. Para ele, a prescrição em relação ao casal Maluf ocorreria em maio de 2014. Com a abertura da ação, a contagem do prazo voltaria à estaca zero e não haveria risco de prescrição a curto prazo. A maioria dos ministros seguiu o voto do relator, a denúncia foi recebida e o inquérito foi transformado em processo criminal.




