sábado, 26 de junho de 2010

Orla da cidade de São Félix pronta para inauguração






As obras de requalificação urbana da Orla de São Félix, cidade localizada a 110km de Salvador, já estão prontas para serem entregues a população do Recôncavo e turistas que freqüentam a região. A expectativa é que a orla seja inaugurada pelo governador Jaques Wagner no final de junho, dia 25, quando acontece, oficialmente, a transferência do Governo da Bahia para Cachoeira em comemoração aos festejos pela Independência da Bahia, que culmina com o cortejo do 2 de julho, em Salvador.
Orçada em R$ 2,4 milhões a obra recebeu sua última vistoria técnica na semana passada (dia 3, junho, 2010), do secretário de Cultura do Estado (SecultBA), Márcio Meirelles, acompanhado do prefeito de São Félix, Alexandro Brito, o diretor geral do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac) - órgão responsável pela licitação e serviços realizados - Frederico Mendonça, além de arquitetos, engenheiros e fiscais estaduais.
"A requalificação da orla de São Félix complementa ações coordenadas pelo Ipac/Secult nessas duas cidades que totalizam mais de R$ 36 milhões do Programa Monumenta do Iphan/MinC e contrapartida do Governo da Bahia", explicou Meirelles durante a visita. A iniciativa já havia recuperado a orla de Cachoeira, 80 imóveis públicos, privados e monumentos tombados pelo Iphan, como o Conjunto da Ordem do Carmo, igrejas Matriz de N.S. do Rosário, do Monte e Rosarinho, capela da Ajuda, casa natal de Ana Nery, os antigos fórum e arquivo público municipal, entre outras edificações importantes.
A comitiva também se reuniu com representantes da prefeitura de Cachoeira para conversar sobre outras ações culturais na cidade e a programação prevista para o dia 25, quando a Secult/Ipac deve lançar publicação sobre o Carnaval de Maragojipe - Patrimônio Imaterial da Bahia -, anunciar registro da Festa da Boa Morte como Patrimônio Intangível e lançar o vídeo-documentário sobre o Cortejo do 2 de Julho, que já é, oficialmente, patrimônio cultural da Bahia.
Segundo o diretor do Ipac, "foram realizados serviços preliminares de limpeza, demolições e proteção de elementos arquitetônicos, para depois pavimentarmos a avenida, construirmos faixas de rodagem, 52 vagas para veículos, calçamento de passeios e construção de rampas para portadores de necessidades especiais", disse Mendonça.
O IPAC reconstruiu e recuperou a balaustrada, implantou novos postes de iluminação, caixas de árvore, drenagem, bueiros e grelhas, recuperou meio-fios e arruamentos, além de construir quiosque com sanitário e colocado grandes bancos recobertos de granito ao longo da orla. Serviços de jardinagem e terraplanagem de área para práticas esportivas, à beira-rio, complementam as ações.
"Além de devolver uma orla qualificada, esse projeto permite um diálogo mais digno e ininterrupto de São Félix com os monumentos da cidade, com a ponte D. Pedro II - tombada como patrimônio da Bahia - e com a cidade de Cachoeira que é patrimônio nacional através de tombamento do Iphan", ressaltou o diretor do Ipac. Na orla restaurada de São Félix estão alguns equipamentos culturais, como Centro Dannemann onde é realizada a Bienal de Artes do Recôncavo. Outras informações sobre ações do Ipac/Secult em Cachoeira e São Félix podem ser encontradas no site www.ipac.ba.gov.br.


Assessoria de Comunicação - IPAC - Em 07.06.2010
Jornalista responsável: Geraldo Moniz (1498-MTBa) (1498-MTBa) - (71) 8732-0220
Tel. ASCOM/IPAC: (71) 3116-6673, 3117-6490, ascom@ipac.ba.gov.br



Prof. Leandro Aragão dos Anjos destaca-se no ensino da língua inglesa

O Instituto de Idiomas Polycenter conta com as mais modernas práticas de ensino da lingua Inglesa, e a larga experiência do professor Pedro Borges dos Anjos, seu diretor-presidente.
Conta ainda com o jovem professor Leandro Aragão dos Anjos, 18 anos, que fala fluentemente a lingua Inglesa, o qual aprendeu quando ainda era criança, e se aperfeiçoa diariamente com o seu avô Prof. Pedro Borges. Recém-formado no ensino médio e acadêmico da UFRB, no curso de Gestão Pública, em Cachoeira, o Prof. Leo segue preparando-se para vestibular na área juridica, seguindo assim a carreira do seu avó materno, o conhecido advogado da região, Dr. Nélson Aragão Filho e mais, recentemente, seu pai Cláudio Almeida dos Anjos, que já concluíu o curso de Direito, pela Faculdade Metropolitana de Camaçari, com formatura programada para o próximo mês de agosto.
Novas turmas para o curso da lingua Inglesa estão abertas na sede do Polycenter cuja recepção aguarda a visita dos jovens da Cachoeira e cidades vizinhas para aprender a falar a língua mais importante do mundo dos negócios, das pesquisas e de maior imfluência nos meios aca-dêmicos. Tome uma decisão e mude seu futuro agora. Venha aprender Ingles com o Prof. Leo, no Polycenter.
O Polycenter fica situado na Rua Benjamin Constant, 15 - Centro Histórico
Cachoeira Tel (75) 3425-1107

O Mau Humor!





* Heraldo Cachoeira

Você, por certo, deve conhecer pelo menos, uma pessoa mal humorada e, portanto, antipática! O mau humor não chega a ser uma doença, mas, conviver com uma pessoa mal humorada, carrancuda, não deve ser nada fácil, principalmente para a família, que sofre com esse tipo de gente. A pessoa mal humorada, enfezada, é na realidade, uma pessoa antipática. Ela quando não está resmungando, está sempre reclamando de alguma coisa, nada para ela está bem! A expressão fisionômica da pessoa mal humorada é sempre fechada. Não é chegada a cumprimentar ninguém. Apertar a mão ou abraçar nem pensar! A pessoa mal humorada não tem o mínimo de estabilidade emocional. Muda de personalidade em fração de segundo e por qualquer bobagem deságua sua fúria com grosseiros palavrões.
É muito difícil a pessoa mal humorada pedir desculpas quando comete um erro. Por formação interior, é pedante e egoísta. Só gosta dela.
A pessoa mal humorada, além de não pedir nada, por favor, não gosta de agradecer nem de se desculpar. É tão idiota, que raramente esboça um sorriso e, quando o faz, é aquele sorriso amarelo, sem graça, com os lábios serrados.
Pior ainda, é quando essa pessoa tem um pouco de instrução e situação financeira estável. Acha-se a dona do mundo, a rainha ou rei da R APADURA!
A pessoa mal humorada não tolera programas humorísticos. Não é chegada a rir, não gosta de piadas, apimentadas ou não!
Lamentavelmente, a pessoa mal humorada é muito rancorosa. Não sabe desculpar ou perdoar. É o tipo de pessoa que quando se aborrece em casa com a família, descarrega a sua fúria contra os companheiros de trabalho e quando se aborrece na rua ou mesmo no trabalho, a família é quem sofre mais com suas grosserias! As palavras: amor, beijo, bem, querido e outras afetuosas palavras, não são do agrado da pessoa mal humorada. Talvez, por ignorância ou por falta de instrução, o mal-humorado não saiba que para manter a fisionomia enfezada, carrancuda, ocupa DEZENOVE músculos da face, enquanto que para manter a fisionomia alegre e por vezes sorrir, bastam apenas DOIS: o MASSETER e o RISORIO-DE-SANTORINE! Conlui-se então, que até por medida de economia muscular, é melhor a pessoa sorrir e dar boas gargalhadas do que ficar enfezada, carrancuda e mal humorada. O sistema nervoso da pessoa mal humorada é sempre alterado. Normalmente o mal-humorado sofre de prisão de ventre, já que a nossa flora intestinal é muito coberta pelo sistema nervoso, além do chamado “carma espiritual” ficar muito carregado! Você decide se é carma espiritual ou “ENCOSTO” (sarava mim-zim-fio!). Já observou que a pessoa mal humorada, quando conversa, não olha nos olhos do interlocutor?
Não olha porque a pessoa mal humorada, normalmente é falsa, traiçoeira e calculista. Para ela, o mundo deve se moldar a ela e não ela ao mundo, mais ainda, esquece de que não se deve humilhar o semelhante, principalmente quando estiver bem ou subindo, porque um dia, poderá encontrá-lo, quando estiver descendo! Viver bem com mordomias é uma coisa e viver com felicidade é outra coisa totalmente diferente. O mundo está cheio de milionários, que, de fato, vivem nadando em mordomias, mas, que lamentavelmente, às vezes, são infelizes no próprio lar.
Pela própria experiência de vida, chego à triste conclusão, que a pessoa mal humorada é uma infeliz complexada e recalcada, que vive, mas, ainda não aprendeu a VIVER. Isso porque, não colocou DEUS no seu interior!
Se você é uma pessoa que se acha enquadrada nessa CRÔNICA, trate logo de fazer as pazes com a VIDA, lendo o maravilhoso livro: “COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR PESSOAS”, isso para evitar um problema de saúde ou que se torne uma pessoa INTOLERÁVEL e INTRAGÁVEL.

*Heraldo Cachoeira é advogado e oficial reformado
da Marinha do Brasil

Câmara Municipal homenageia o educandário A Jesus por Maria em seu jubileu de prata

Presidente da Câmara, vereador Carlos Pereira, ladeado pelo bispo
Dom Roque e o Dr. Ranulfo Martins


Conceituado estabelecimento de ensino, que tem como entidade mantenedora a Igreja Católica Bra-sileira em Cachoeira, sob a direção espiritual e administrativa do bispo Dom Roque Cardoso Nonato, o Edu-candário A Jesus por Maria foi homenageado pela Câmara Municipal da Cachoeira, na data do seu jubileu de prata, em concorrida sessão especial no dia 1º. de junho. Em nome do Poder Legislativo discursou o vereador Júlio César traçando o perfil do Educandário homenageado, que preserva valores tradicionais da educação formando nos jovens gestos gentis, cívicos e posturas éticas não mais instruídas em outras instituições de ensino. Pelo Educandário, foi orador oficial, o jovem musicista e maestro Paulo Vítor Mascarenhas. Na seqüência, o bispo Dom Roque Cardoso Nonato, fundador do Educandário, discursou, caracterizando a importância da preservação de uma educação que honra valores éticos e cívicos, domínio das boas maneiras e fidalguia no tratamento com as pessoas, pilares fortemente presentes na estrutura do Educandário A Jesus por Maria.
O Educandário A Jesus por Maria integra a estrutura das obras sociais da Paróquia de São Cosme e São Damião, da obediência da Igreja Católica Brasileira.

Comemoração na Catedral de São Cosme e São Damião

Na Igreja, a data foi comemorada com missa em ação de graças, celebrada pelo bispo Dom Roque Cardoso Nonato. Na seqüência, o cerimonial da Igreja recepcionou convidados no auditório do Educandário A Jesus por Maria, na solenidade de conclusão das comemorações, a qual teve como orador o Prof. Adilson Gomes da Silva. Presentes ao evento, entre inúmeros convidados, estavam o padre Sabastião Heber, o Prof. Isaac Tito, presidente da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição do Monte, os professores Fábio Macedo e Edivaldina Almeida, representantes da Secretaria Municipal da Educação. Concluídos os trabalhos, os convidados foram recepcionados com saboroso coquetel servido com iguarias da região e bebidas de fino gosto.




25 de Junho

O novo significado da Data Magna da Cachoeira na visão
de seus oradores mais recentes


Todos os anos, a Câmara Municipal da Cachoeira projeta e executa programação de reconhecida expressão cívica, em concorridas solenidades em que o povo, autoridades, representantes e lideranças de diversos segmentos da comunidade, da região e de outras localidades se unem para comemorar a vitória da reação bélica dos cachoeiranos, contra o poder do governo opressor que comandava os destinos do Estado nos idos de 1822.
O feito, por si só, não alcançaria foro de durabilidade, não fosse a materialização do discurso mestre, perlocutório, feito no Salão Nobre da Casa da Câmara e Cadeia no dia 25 de Junho de 1822, em cuja estrutura incorpora poderes que operacionalizam a repetição do gesto por gerações sucessivas. É o que se faz hoje, 188 anos depois, na solenidade da Data Magna da Cachoeira – 25 de Junho de 2010.
Batalha vencida, oponentes se rendem, estabelece-se a normalidade. A cidade ganha expressão no cenário nacional, no entanto, outras modalidades de opressão surgem, desfigurando-lhe a soberania econômica. A população decresce. De 100 mil habitantes, conforme revelam as estatísticas do período da histórica efeméride de 25 de Junho de 1822, é hoje de 33.495 residentes, nos termos do censo de 2008. O comércio tornou-se frágil, seu casario de inestimável valor cultural virou ruína. Suas grandes e pequenas indústrias fecharam. Seus meios de transportes: ferroviário, marítimo-fluvial, rodoviário e até aéreo* interromperam suas operações, exceto o rodoviário que se mantém.
Escolhidos pela consideração, pelo apreço e distinção da Câmara Municipal de Vereadores, os oradores oficiais da Data Magna da Cachoeira, em seus discursos, antes buscavam expor detalhes do fato histórico. Os mais recentes mudaram o rumo dos pronunciamentos. Reivindicam intervenções e ações do governo com que a cidade possa ter o seu casario restaurado e retome o ciclo do seu desenvolvimento. Graças a este discurso, a cidade conquistou foro de Patrimônio Cultural da Nação. Providências foram tomadas com que o Programa Monumenta aqui se instalasse e procedesse à restauração de seu casario, de seus templos e imóveis de destacado valor arquitetônico. Reconheça-se o mérito do Programa Monumenta, ainda que as ações materializadas não hajam alcançado a inúmeras ruínas que prosseguem desfigurando o conjunto tombado.
A inteligência desta mudança de raciocínio, inobservada por alguns e ignorada por muitos, é que fez materializar a instalação da Universidade Federal do Recôncavo, em Cachoeira e na região, ante sua destacada referência histórica no cenário cultural da nação. Esse discurso inspirou a deputada cachoeirana Lídice da Mata a tomar a decisão de produzir o texto legal que torna Cachoeira capital da Bahia em sua Data Magna, razão por que, no dia de hoje, o governo do Estado, com todo seu secretariado, aqui está instalado, e com a presença do governador.
Três vezes orador oficial da Sessão Magna de 25 de Junho, em seus discursos, o Dr. Heraldo Cachoeira revolucionou a Tribuna do Orador no Salão Nobre da Câmara Municipal, expondo a visão com que a cidade e a região possam ganhar expressão de civilidade no cenário do desenvolvimento nacional. Desde o primeiro discurso, reclamou a ausência de iniciativas do governo federal na Cidade Histórica e Monumento Nacional, afirmando que aqui “só existem e resistem obras que datam do governo imperial”. A partir daí, o governo da República tem buscado mover ações e investimentos de elevado montante, em Cachoeira e na região, como a construção da estrada do Iguape, o anel ferroviário*, a implantação do pólo da indústria naval, em São Roque do Paraguaçu, o PAC das cidades históricas, sistema de esgotamento sanitário, etc.
A visão reivindicatória do discurso oficial dos oradores da Sessão Magna de 25 de Junho tornou-se a mais forte referência, o modelo por excelência, de que se servem o governo municipal, estadual e federal para materializar ações no município e região.
Urge sustentar este discurso que tem o poder de mobilizar ações, de gerar intervenções, de afastar ou até mesmo derrotar opressões e opressores, de identificar e preservar no cenário dos Poderes os que são qualificados para recepcioná-lo como instrumento de contribuição à projeção e à materialização de ações da administração pública na região.

* Já houve um campo de pouso de aeronaves em Belém. *As obras do anel ferroviário foram interrompidas há três anos, devido à identificação de operação fraudulenta em sua execução. Há informações que serão retomadas ainda este ano.


Júri simulado da turma do 10ºsemestre do curso
de Direito da FAMEC


No dia 26 de maio de 2010, ocorreu o 1º júri simulado da Faculdade Metropolitana de Camaçari, com a presença dos acadêmicos do curso de Direito. A organização sob a orientação do Prof. Wellington Morais Santos, fez com que o julgamento simulado se revestisse de uma verdadeira aula sobre a Instituição do Tribunal do Júri, sua competência e os rituais que existem nos papéis do juiz, do promotor e dos advogados, além de descrever todas as fases do julgamento, desde a denúncia até a sentença.
O evento contou ainda com a participação dos alunos de Direito de outros semestres. Contou também a presença da Profa. Arlinda Paranhos, coordenadora do referido curso. Ao discursar, a Profa. Arlinda Paranhos expôs a importância do Tribunal do Júri, apresentando a prática jurídica simulada numa perspectiva próxima à realidade e concluíu parabenizando a iniciativa.
O objetivo principal do júri simulado é propiciar aos discentes a prática da argumentação, debater o tema, levando os participantes a tomar um posicionamento, exercitar a expressão e o raciocínio, amadurecer o senso crítico. O júri simulado se deu nas dependências da FAMEC. Simulou-se uma tentativa de homicidio, em que o réu, representado pelo colega Josué, foi pronunciado pelo Ministério Público com base no artigo 121, parágrafo 2º, II, c/c artigo 14, II, e artigo 129, parágrafo 1º, todos do Código Penal.
O júri foi composto pelo juiz presidente, representado pelo acadêmico Edvaldo Costa Silva, pelo promotor de Justiça, representado pelo acadêmico Rogério Costa, pelo advogado de defesa, representado pelo acadêmico Luiz Carlos das Virgens, pela vítima, representada pela acadêmica Maria do Socorro, pelas testemunhas de acusação e defesa representadas pelos alunos Valdentino e Priscila, e escrivã representada pela acadêmica Maria das Graças, oficial de Justiça, representado pela acadêmica Jucinéia e pelo acadêmico do 9º semestre Edson Queiroz, e ainda tendo a participação dos sete jurados e dos demais estudantes, que prestaram relevantes serviços para a realização do evento: Antonio Jorge, Jucinéia, Marileide, Cláudio, Hilmara, Jucélia, Luciara e Micaelly.
Tudo ocorreu como se fosse um julgamento de verdade, com júri, provas, debates e condenação. De acordo com as palavras do professor orientador Wellington Santos, a realização do júri simulado tem o escopo de estreitar as relações entre teoria e prática, de maneira articulada, sem perder de vista o exercício da ética profissional de forma que os acadêmicos do curso de Direito possam desenvolver o espírito de debate, o pensamento especulativo e crítico em torno dos problemas enfrentados pela sociedade, especialmente no julgamento dos crimes dolosos contra a vida e de exercer a prática de falar em público, buscando o desenvolvimento de habilidades e competências, dentre elas: a oratória, as técnicas de argumentação, a responsabilidade e o zelo profissional.
Ao final do júri os participantes foram recepcionados com um coquetel servido com deliciosos petiscos e refrigerantes oferecido pela acadêmica Marileide Morais.

CLÁUDIO ALMEIDA DOS ANJOS É ESTAGIÁRIO DE DIREITO / OAB Nº 23282-E ASSESSOR JURIDICO DO GABINETE DO VEREADOR ALAN CASTRO DAYUBE DA CAPITAL

Mensagem do Dr. Tarcísio Dayube

Impressiona-me muito a Data Magna da Cachoeira. Desde minha infân-cia que vivo as emoções que esta data gera no espírito do povo cachoeirano e de todos que aqui vêm para participar das solenidades do 25 de Junho. Muito mais agora que a cidade nesta data torna-se a capital do Estado, com as presenças do governador e do alto escalão do governo. Tudo isso significa que a mensagem do 25 de Junho traz para a Cachoeira progresso, nova visão de crescimento e prosperidade.
Razão por que junto-me ao povo cachoeirano para juntos com todos comemorar a Data Magna de nossa cidade.