terça-feira, 25 de maio de 2010




Um Novo Olhar Jornalístico & extemporaneidade



Editorial Jornal O Guarany
Edição Maio/2010
Por Luciano Borges dos Anjos
Diretor - Administrativo


O pensamento é como o oceano, tem fluxo e refluxo. Quando se entra em qualquer campo no domínio do exagero, produz-se, cedo ou tarde, vigorosa reação. Os excessos provocam excessos contrários. Afirmações temerárias produzem sempre negações furiosas.
A direção do Jornal O Guarany busca evitar quaisquer excessos no que expõe, tanto nas ações quanto nas reações, com que busca impedir a veiculação de matérias inspiradas nos exageros das emoções, na manifestação de inverdades, também em afirmações que não honram a inteligência da capacidade crítica.
Para honrar sua estrutura de valores e sua visão de sucesso, o Jornal O Guarany não se permite respostar a manifestações com que incautos buscam fingir não reconhecer-lhe os valores, encurtar-lhe a influência no horizonte de sua atuação, movido por mágoas ou ressentimentos. Opta pelo processo da dilação, até que se identifique livre da prisão da mágoa, do ressentimento, da vingança, para, então, defender-se.
O Reverso, jornal laboratório do curso de Jornalismo do CAHL/UFRB, trouxe em sua primeira edição, em abril de 2009, referência sobre jornais que circularam em Cachoeira, em cujo texto, afirma que o Jornal O Guarany é extemporâneo, em “Ineditorial”, de autoria do Prof. Raimundo Cerqueira, com a seguinte expressão: “...o Guarany que ainda circula extemporaneamente.”
O filólogo e dicionarista Aurélio diz que “extemporâneo” é o que está ou vem fora do tempo próprio; inoportuno; que não é próprio do tempo em que se faz ou sucede.
Recentemente, no dia 08 de abril de 2010, o autor buscou justificar tacitamente a sua intenção, a intentio auctoris, diretamente ao editor-chefe do Jornal O Guarany. Em sua visão, o Prof. Raimundo Cerqueira argu-menta que, por força das circunstâncias, o Jornal O Guarany veicula notícias ocorridas há um mês, de até dois meses ou mais. Afirma que as edições não são regulares, razão por que entende tratar-se de jornal extemporâneo. É a opinião dele acatada pelo Reverso da qual discordamos frontalmente.
Fatos e eventos divulgados pela mídia permanecem na comunidade leitora e na vida dos cidadãos, ocupando espaços, por períodos que excedem a data de sua materialidade. Notícias não se encaixam na extemporaneidade só porque divulgadas 30 ou 60 dias após a data que sucederam. Considere-se também que a extemporaneidade de textos reveste-se de reconhecidos valores lingüísticos, culturais e sociais, podendo revelar fatos mais atuais do que os produzidos na temporalidade, além de ser o campo, por excelência, para pesquisadores e estudiosos da lingüística a procederem a estudos sincrônicos e diacrônicos da língua, com a qual os fatos são redigidos e divulgados.
A periodicidade do Jornal O Guarany não o torna extemporâneo nem inoportunizam as matérias veiculadas em suas edições. O período de vigência de tudo quanto publica é reconhecidamente atual, insere-se integralmente no espaço da atualidade. O passado, o presente e o futuro de tudo quanto o Jornal O Guarany expõe, está no tempo presente, mesmo quando se refere a fatos do domínio dos tempos passados ou do porvir.
O Guarany é jornal mensal, mesmo quando traz a referência de meses duplos na mesma edição. Todas as vezes que as circunstâncias impõem registrar notícias além das vernaculares, o Jornal O Guarany as expõe em tiragens especiais, razão por que há anos em que chega a exceder de doze edições. Cobre ocorrências e fatos nos períodos que antecedem e sucedem a tiragem. Mantém suas edições com integral regularidade desde quando foi (re)fundado, em 1990, o que não ocorre com todos os jornais citados pelo mencionado ineditorialista de O Reverso, Prof. Raimundo Cerqueira. Os jornais apontados no ineditorial de O Reverso tiveram existência efêmera, não se sustentaram, inclusive A Cachoeira, A Ordem, O Alfinete, O Jornal do Recôncavo, etc.
O Jornal O Guarany dispõe de escritório de Redação em imóvel próprio, integra o sistema de comunicação de Empresa Reconhecida de Utilidade Pública Municipal pela Lei No. 669/2004. Tem em seu acervo de registros, comendas e moções procedentes de autoridades e instituições de reconhecido valor, como a Câmara Municipal de Salvador, Assembléia Legislativa da Bahia, Câmara Federal, Academia de Letras da Bahia, etc.
Respeitamos o direito dos editores do Jornal O Reverso em expressar opiniões. É direito inviolável quanto o direito de qualquer cidadão de expor convicções, mesmo as mais esdrúxulas. Razão por que manifestamos publicamente não reconhecer valor nem verdade na afirmação com que o ineditorialista sustenta que Jornal O Guarany é extemporâneo.
Além da versão impressa mensal, o Jornal O Guarany está na internet, com notícias diárias, em seu blog “jornaloguarany.blogspot.com”, um dos mais concorridos na Rede Mundial de Computadores, além do Português, com versões em Inglês, Francês e Espanhol.
Não é extemporâneo o Jornal que desde sua primeira edição está presente e divulga os principais fatos que dominam e fazem a história atual da comunidade. Não é extemporâneo o Jornal que integra a cobertura de comunicação dos maiores eventos, de ações e solenidades mais importantes e significativas da cidade, entre muitas e mais recentes, a instalação da capital do Estado da Bahia em Cachoeira em sua Data Magna, a solenidade de instalação e inauguração do campus da UFRB, o São João/Feira do Porto, as sucessivas festas da Irmandade da Boa Morte, etc.
A alegação de ausência de regularidade e extemporaneidade, conforme sustentada pelo Reverso em seu “ineditorial,” parece ter agradado em cheio e inspirado outras manifestações numa reduzidíssima rede virtual de “guaranyfóbicos”. Só não influiu nem tem credibilidade par influir na decisão de empresários em não divulgar seus produtos nas páginas do Jornal O Guarany, desfigurando-lhe a receita com que sustenta a tiragem de suas edições, ante sua manifesta atualidade diária na internet e a versão impressa que chega a todos com absoluta regularidade.
Aumenta o consumo de crack em Cachoeira

Por Lucas da Silva Fernandes:

O consumo de drogas ilícitas está bem presente no cotidiano de muitos cachoeiranos. Uma das mais utilizadas no município é o crack. O Relatório Mundial sobre Drogas 2009, lançado pelo Escritório da Organização das Nações Unidas contra Drogas e Crimes (UNODC), mostra que foram triplicadas as apreensões de crack no intervalo de ano no Brasil. O tenente S. Silva, da polícia militar (PM), afirma que o consumo em Cachoeira cresce junto com a média nacional e que é a droga que a PM mais apreende na cidade, superando a maconha. "Infelizmente é uma droga que está assolando a sociedade e Cachoeira não está livre disso", afirma.
Depois que se faz o processamento da cocaína, obtém-se um subproduto, uma espécie de resíduo da cocaína, que é o crack. Ele é popular, pois se trata de uma droga barata, portanto as camadas mais carentes da população têm fácil acesso. Mas ao mesmo tempo em que é barata, suas conseqüências custam muito ao corpo do usuário. Segundo o tenente, há alguns anos atrás, o usuário de crack tinha a média de seis meses a um ano de vida, devido à sua elevada nocividade, mas hoje, já existem processos químicos para deixá-lo menos agressivo, e que os viciados na droga têm uma expectativa de vida bem maior.
De acordo com o Ministério da Saúde, assim que o crack é fumado, ele alcança o pulmão, que é um órgão intensamente vascularizado e de grande superfície, levando a uma absorção instantânea. Através do pulmão, chega instantaneamente ao cérebro, e em 10 a 15 segundos, os primeiros efeitos já ocorrem, o que faz dele uma droga "poderosa". Os efeitos duram em média cinco minutos, em contraposição à cocaína, que dura cerca de 20 a 45 minutos. Essa pouca duração faz o usuário consumir mais frequentemente a droga, às vezes de maneira compulsiva, levando-o à dependência muito mais rapidamente.
"Tem pessoa que dá um 'pauzinho' e diz: que nada, só fumo uma pedrinha por dia, não sou viciado não. Só que um dia você vai encontrar dez na sua mão", relata um usuário que optou por não se identificar. "A droga ela é tão forte que destrói qualquer ser humano. A sua mente apaga. Fumou, a sua mente não é aquela mais", acrescenta ele. Diz ainda que a pessoa viciada dificilmente ouve conselhos, não adianta tentar conscientizá-la. Pode até ficar sem usar um ou dois dias, mas não agüenta muito tempo. "A droga, ela lhe chama", relata. Para exemplificar como a dependência transforma o caráter da pessoa, o anônimo conta ainda o caso de um amigo seu, que o pai pediu para depositar o dinheiro no banco e ele gastou comprando o crack, alegando depois ao pai que havia sido roubado. A dependência faz a pessoa usar diferentes ardis para conseguir a droga quando não tem o dinheiro pra comprá-la.
Maria da Graça Castro, educadora física e artesã do Centro de Atenção Psico-Social (CAPS), junto com uma equipe de profissionais, lida com dependentes químicos. Ela declara que o crack é muito utilizado pelas pessoas de rua. Não só pela falta de poder aquisitivo, levando-os a comprar a droga barata, mas também porque faz esquecer o frio, a fome, as violências que acontecem nas ruas, por dar coragem para assaltar, matar. Diz que é uma das drogas que mais ocasiona a depressão e que eles trabalham bastante com pessoas que tem depressão por causa do uso dessas substâncias psicoativas. Realizam diariamente, oficinas com desenhos, colagens, costura, utilizando a arte e o lúdico como uma forma fuga, esquecimento das drogas. Ela diz que é preciso que essas pessoas busquem outros amores. As oficinas servem pra isso. O CAPS está também introduzindo agora, uma oficina de redução de danos, que através do diálogo, mostra os efeitos das drogas em geral, as conseqüências, e principalmente como usá-las, de forma que venha a reduzir os danos nos consumidores. "A intenção às vezes, na redução de danos, não é a abstinência, é uma forma de lidar com a droga, até chegar ao sucesso da abstinência", fala a educadora. Amanda Prata, psicóloga do CAPS explica que muitas vezes o usuário não tem intenção de largar a droga. Às vezes ele quer obter o controle, ou substituir uma droga por outra menos danosa. Em função disso, é ensinado, por exemplo, que eles não devem compartilhar os canudos nos quais cheiram a cocaína, não devem derreter o crack em tampas de metal, pois poderiam estar colocando outras substâncias no seu aparelho respiratório, como a próprio metal, ou resíduos que ali ficam, etc. No CAPSad, que é voltado pra álcool e drogas, eles distribuem cachimbos, para que os dependentes reduzam mais os danos no seu corpo, pra que ele não usem o crack derretendo em latas.
É muito importante esse trabalho social que o CAPS desenvolve. Maria da Graça considera a relevância da divulgação dele através das políticas públicas, dos jornais, das parcerias com a iniciativa privada, convidando-a a ser um agente da saúde mental, que coopere diretamente com o Estado, com o município, auxiliando na diminuição do número de internações à medida que, identificando aqueles que necessitam de ajuda, os dirija ao CAPS e à outras unidades terapêuticas. Um dos pacientes do CAPS, que preferiu permanecer no anonimato, declara o seguinte sobre o crack: "Tem cura, mas só depende da própria pessoa se interessar e vir pro consultório".

Efeitos do crack no corpo
Segundo dados do ministério da saúde, os efeitos do crack são parecidos com os efeitos da cocaína. Ele pode produzir um aumento da pupila (midríase), prejudicando a visão, que fica "borrada". Pode provocar dores no peito, contrações musculares, convulsões e até coma. Os efeitos são mais intensos sobre o sistema cardiovascular, pois a pressão eleva e os batimentos cardíacos aceleram bastante (taquicardia). Em casos mais graves, pode haver a parada cardíaca por fibrilação ventricular. A redução da atividade dos centros cerebrais que controlam a respiração pode ocasionar a morte também. O uso crônico do crack pode levar a uma degeneração irreversível dos músculos esqueléticos, chamada rabdomiólise.
Alem desses efeitos no corpo, o "craquero" compulsivo geralmente tem comportamento violento, irritabilidade, tremores e atitudes bizarras devido ao aparecimento da paranóia. Eventualmente podem ter alucinações e delírios além de ocasionar também, a perda do interesse sexual.

* Lucas da Silva Fernandes é universitário do
curso de Jornalismo da UFRB

Nota do Prof. Antônio Pereira de Souza, presidente do SINDPUC


Nesta oportunidade, esta matéria vem como uma forma de mostrar aos servidores que bem ao contrário de toda campanha difamatória que se tem levantado contra nosso Sindicato, tendo como objetivos claros a busca de um desgaste gradativo da nossa gestão, tendo estes difamadores seus olhos fixos no objeto final que são as eleições sindicais ainda este ano. Porém, enquanto calúnias são levantadas, gostaria de trazer a este conceituado Jornal de grande aceitação pública algumas atuações do nosso Sindicato nestes últimos dois anos e gostaríamos de começar citando que nossa gestão começou já com desgaste terríveis, pois, atravessamos também, como todo cidadão cachoeirano, período de conturbação política em nossa terra o que de certa forma não nos proporcionava como Sindicato terreno para atuações marcantes porem sempre continuamos nas lutas e conseguimos conquistas como, por exemplo, uma grande conquista na qual muitos professores quarentistas e desdobradores que já possuem no mínimo um ano nestes desdo-bramentos foram e são beneficiados quando na manutenção dos desdobramentos (pagamento das 40 horas), mesmo período de férias escolares quando a lei lhes daria direito apenas após três anos de desdobramentos, fato inédito, diga-se de passagem. Também, citamos a manutenção e o acompanhamento constante das ações na Justiça que estão paulatinamente sendo vencidas e já com servidores recebendo seus direitos em valores numerários, onde estamos na expectativa de mais decisões judiciais, que inclusive acreditamos que sairia logo outro lote em função de que todos os que fizeram o acordo trabalhista já receberam o de direito terminando estes pagamentos no escritório de nosso advogado há duas semanas, para que os demais que ainda não foram contemplados o sejam e para isso mantemos advogado pago com o dinheiro de todos nós servidores sindicalizados para que de forma nenhuma estes ações sejam perdidas, mas a salientamos que manteremos ações apenas dos servidores que permanecem sindicalizados e aposentados, pois não é justo que uma vez não contribuindo mais, o servidor ou servidora para a instituição que paga regulamente um profissional de Direito, seja mantido para este servidor ou servidora direito que não lhe mais assiste de acordo com nosso estatuto. Porém encontramos dificuldades com ações que foram movidas antes de nossa gestão na vara comum aqui em Cachoeira, onde não temos até então juiz titular e simplesmente as ações independentes de nosso empenho simplesmente não andam, mas estamos todas às sextas-feiras com nosso advogado cobrando as decisões da Justiça, quando o juiz substituto comparece à Cachoeira para tentar despachar uma enorme quantidade de processos travados, porém temos consciência que precisamos e merecemos já um juiz titular e assim possamos logo resolver de uma vez por todas essa questão das ações indenizatórias referentes ao período do governo José Fernandes. Também, mantemos acordos e cobranças à Prefeitura quanto à individualização dos FGTS e tornamos possível a vigilância e o acompanhamento no mutirão realizado semanas atrás nos arquivos do setor pessoal da Prefeitura, identificando cada servidor da ativa e sua data de contratação, não deixando de fora os aposentados que fazem jus a esse direito para que injustiças não sejam cometidas e ninguém fique de fora receber seus direitos que muito mais cedo do que imaginamos estarão em nossas contas, é claro, que obedecendo ao disposto na legislação quanto ao poder de saque desses valores. Ainda temos uma atuação sempre presente diante das dificuldades de saúde que algumas vezes acometem nossos servidores e nunca nos acomodamos e sempre tornamos possível a assistência quando solicitados a marcação de consulta e atendimento médico, também estabelecemos Convênios Odontológicos com a Prevdonto onde uma grande parte de nossos servidores afiliados é beneficiada no trato com sua saúde bucal.

Tornamos possível pela primeira vez na historia de nossa Instituição a realização de Cursinhos Pré-Concurso Público onde conseguimos um índice de mais de 40% de aprovação de nossos alunos concursados no último Concurso Público da Prefeitura Municipal de Cachoeira/BA. Sempre procuramos representar bem nossa instituição em todas as conferências da sociedade organizada onde em todo momento como representante do SINDPUC, vencemos a todas as disputas e representações nas entidades em foco (Conselhos, Comissões Públicas, etc.). Não podemos deixar de citar um fato relevante que quando conscientes do peso que era a cobrança dupla de contribuição no mês de março tanto da cobrança do imposto sindical bem como do desconto em folha da contribuição sindical. Esta nossa gestão decidiu e abriu mão de realizar o desconto da contribuição sindical do mês de março, isentando o servidor sindicalizado desta cobrança que antes era feita em beneficio do Sindicato. Fato inédito que nunca aconteceu antes e esperamos que as futuras gestões dentro do nosso Sindicato continuem com a mesma postura para que o Sindicato não seja pesado aos nossos afiliados naquele período de imposto Sindical.

Sabemos que enfrentamos muitas dificuldades nas lutas pelos direitos e conquistas dos servidores, pois ao assumirmos nos deparamos com um Plano de Carreira do Funcionalismo obsoleto, o qual nefastamente quando foi elaborado nas gestões passadas onde foi aprovada pela Câmara e sancionado pelo gestor deixando este plano nefastamente com indexador do salário do Servidor Público Municipal Cachoeirano, o famigerado (IGPM) que de certa forma blinda os poderes Executivos e Legislativos quanto no cumprimento do disposto em Lei e para piorar a situação, a Legislação Brasileira não permite que o salário mínimo seja indexador de reajuste do funcionalismo público, como foi nossa bandeira de mudança quando assumimos o SINDCUP. Quando nós assumimos esta gestão o IGPM apresentou o índice nacional de pouco mais de 8% que após as negociações foi aplicado, no segundo ano, foi pouco mais de 6% e para nossa surpresa neste ano, este índice cai de joelhos chegando a iniciar menos de 0% de reajuste, deixando-nos mercê de difíceis negociações com a gestão pública, negociações estas que nunca cessaram ao contrário do que muitos insatisfeitos declaram de plenos pulmões e depois de muita negociação alcançamos o índice de 4% de aumento para o Servidor Público Municipal este ano e mesmo sabendo que se trata de um índice maior que o índice de reajuste da categoria de funcionários federais. Sabemos que ainda não é o almejado, porém continuamos na luta e nas negociações para atualização do nosso plano de carreira, bem como o da administração, bem como do magistério e da saúde e asseguro que continuaremos na luta, pois, em minha jornada, desde que assumimos o SINDPUC estivemos ativos sim em todos os processos de reajuste salarial tentando manter nosso propósito de negociações que inclusive foi a marca de nossa campanha de eleição e com esta postura conseguimos um aumento de 4%, como todos sabem, enquanto que na gestão anterior a nossa foi de 3,6% de aumento. Em momento nenhum negociei em causa própria com o prefeito e mesmo também tendo defasagem em meus vencimentos sempre tive a honradez de manter uma relação com o gestor de forma institucional sem negociatas. Quem me conhece sabe que sou assim, no mais companheiros, as nossas lutas continuam. Sabemos que muito temos que avançar e avançaremos e para terminar, queremos apenas declarar que estamos alerta para garantir os direitos do trabalhador (salários pagos em dia, férias, 13º salários, jornada de trabalho, etc.), não permitindo que sob hipótese nenhuma ninguém ou força nenhuma venha destruir essas conquistas, bem como o valioso patrimônio físico e moral de nossa Entidade, que manteremos a todo e qualquer custo, tendo que cortar na própria carne se necessário for para mantermos e passarmos com integridade todo o patrimônio e bens do nosso Sindicato quando chegar ao final esta nossa jornada.

Antônio Pereira de Souza

Presidente do SINDPUC


Presidente da Câmara, Carlos Pereira, acompanhado do Prof. Raimundo Cerqueira, presidente da Lyra, autoridades a admiradores da Filarmônica homenageada.


Câmara de Vereadores da Cachoeira homenageou a Lyra Ceciliana no aniversário de 140 anos de fundação


A Câmara de Vereadores homenageou no dia 14/05, com a realização de uma sessão especial, a Sociedade Orpheica Lyra Ceciliana, pela passagem do seu aniversário de 140 anos de fundação, comemorado 13 de maio. O vereador Wendel Chaves da Silva, autor da indicação para a realização da sessão especial, fez a saudação em nome da Câmara à entidade homenageada destacando em sua fala, a importância da Lyra Ceciliana para a cultura e a formação cidadã de jovens cachoeiranos. O vereador também entregou ao presidente da filarmônica, uma placa comemorativa pela data. Representando a Sociedade Orpheica Lyra Ceciliana discursaram o secretário Adilson Gomes da Silva, o orador Isac Tito e o presidente Raimundo Cerqueira. A solenidade foi encerrada pelo presidente da Mesa Diretora da Câmara, Carlos Menezes Pereira, que ressaltou o reconhecimento do Poder Legislativo à função sociocultural da filarmônica para a sociedade cachoeirana. Sob a regência do maestro Orlando José Mascarenhas a Lyra Ceciliana executou o Hino Nacional e dobrados. O ato foi prestigiado por representantes de diversos segmentos da sociedade, além de dirigentes da filarmônica, a exemplo do vice-presidente Edivaldo Costa, dos diretores Salustiano Coelho de Araújo e Vivaldo Costa.

Segmentos católicos pedem retorno do Padre Adriano Franco para Paróquia da Cachoeira


Depois de servir durante alguns meses em Cachoeira, como vigário auxiliar da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário que tem como pároco o Cônego Hélio Leal Vias-Boas, o Pe. Adriano Franco foi de repente removido para Salvador, interrompendo o forte vínculo pastoral que mencionado sacerdote construiu na comunidade.
O documento com que a comunidade católica pede ao arcebispo o retorno do Pe. Adriano Franco, traça o perfil e sua postura pastoral, valores reconhecidos não só pelos segmentos incorporados à paróquia, mas também por instituições culturais e da fé do povo de santo, integrantes das religiões de matrizes africanas, sincretismo fortemente presente nas expressões da fé católica em Cachoeira. Já seguiram sete documentos para o arcebispo, incorporados em um memorial reivindicatório, subscrito por lideranças e membros das comu-nidades que integram os segmentos acima e abaixo mencionados, cujo número alcança o total de 600 assinaturas procedentes do Enclave Urbano do Rosarinho, da Irmandade Sagrado Coração de Maria do Monte Formoso, da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte Carmelo, da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição do Monte, da Sociedade Cultural Filarmônica Lyra Orphéica Ceciliana, da Associação Cultural Samba de Roda Dalva Damiana de Freitas, da Associação Nossa Senhora Aparecida/Terreiro Guarany de Oxossi. Nos documentos, os subscritores destacam que “louvamos muito a seriedade, a postura, os trabalhos religiosos do Pe. Adriano Franco.” “Sustentamos que a Igreja do Rosarinho, também conhecida como a Igreja dos Nagôs, há muito tempo sem qualquer atividade religiosa, ganhou expressão com o Pe. Adriano Franco em cujo templo, semanal-mente celebrava missa”. Ele resgatou a festa de Nossa Senhora do Rosarinho que há décadas não se realizava. Pe. Adriano conquistou a credibilidade da comunidade do Rosarinho e muitos que estavam afastados da Igreja, voltaram a freqüentar as missas e atividades instruídas pela mencionado padre. Nas homilias, o Pe. Adriano Franco incentivava a prática do dízimo e das ofertas na Igreja. Possuidor de discurso forte, convincente, é fácil identificar a sua poderosa relação e comprometimento com os valores cristãos. Em outro documento, os subscritores afirmam que “a sua ausência nos incomoda”. Assinado pelo Dr. Édson Ivo de Santana, ex-prefeito da Cachoeira, como moderador da OTC, e todos os membros da Mesa Administrativa, a Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte Carmelo - Sodalício da Cachoeira, expressa ao cardeal dom Geraldo Mejella Agnelo, que as celebrações da Santa Missa pelo Pe. Adriano Franco se revestiam de reconhecido zelo apostólico, atraindo para o templo numeroso público às cerimônias, sobretudo para ouvir a sua homilia reveladora, cheia de exemplos dignificantes e de domínio da oratória. O documento é uma homenagem aos valores do Pe. Adriano Franco e contesta veemen-temente quaisquer referências que desabonem o seu caráter. O documento revela ainda que a remoção do Pe. Adriano Franco surpreendeu a comunidade cachoei-rana. Cachoeira tem duas paróquias Oficialmente, a Igreja Católica Romana tem duas paróquias no município da Cachoeira: a de Nossa Senhora do Rosário, criada em 1695 e a mais antiga, a de São Tiago do Iguape, criada em 1608. A comunidade entende, mesmo com o dinamismo empreendido pelo cônego Hélio Leal Villas-Boas, como pároco de ambas, e com a assistência prestada pelo Pe. Cid José da Cruz, como administrador paroquial da mais antiga, que será medida inteligente a Arquidiocese designar outro padre para ser titular da Paróquia de São Tiago do Iguape. Em visita ao escritório de Redação do Jornal O Guarany, Lúcia Pinheiro afirmou “outros documentos estão sendo produzidos procedentes de mais quatro instituições da comu-nidade, com aproximadamente 300 assinaturas solicitando ao cardeal o retorno do Pe. Adriano Franco à Cachoeira”. Disse ainda Lúcia Pinheiro que “o Pe. Adriano foi vítima de calúnia, razão por que a comunidade está se mobilizando para conseguir o seu retorno à paróquia e reparar a injustiça.” Também, com o mesmo objetivo, compareceram ao escritório de Redação do Jornal O Guarany, o Prof. Isaac Tito dos Santos Filho e o Prof. Adilson Gomes da Silva, respectiva-mente juiz e secretário da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição do Monte, cuja Instituição produziu documento dirigido ao cardeal dom Geraldo Mejella Agnelo, incorpo-rando-se ao memorial da comu-nidade, com que unidos pedem ao arcebispo primaz do Brasil, o retorno do Pe. Adriano Graça Franco, às suas funções na paróquia da Cachoeira. No documento, o Prof. Adilson Gomes da Silva e o Prof. Isaac Tito dos Santos Filhos sustentam que a presença do Pe. Adriano Franco em Cachoeira “foi marcada com a palavra e o exemplo de homem de Deus, servo e seguidor do Cristo Sacerdote.” Afirmam, ainda, “sentimos saudades do Pe. Adriano, sobretudo das palavras de conselho, orientação espiritual e árduo trabalho



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O PT anunciou oficialmente que o deputado federal Nelson Pelegrino desistiu em definitivo de sua pré-candidatura ao Senado nas eleições de 2010. Em entrevista ao Bahia Notícias, o parlamentar disse que o gesto partiu dele e que simboliza um movimento consensual dentro do partido em favor da candidatura de Walter Pinheiro, apesar do desejo manifestado por Waldir Pires de assumir a disputa em outubro. Para Pelegrino, é chegado o momento de renovar lideranças no estado e no PT. “Respeito muito Waldir, ele é um monstro sagrado da política baiana, mas ele é um nome já formado. Já foi governador e tudo. Acredito que agora é a hora de nós formarmos novas lideranças. É a hora de Pinheiro”, explicou. O parlamentar afastou ainda a ideia de que desistiu do pleito por ter recebido a promessa de que seria o nome petista para as próximas eleições municipais, em 2012. “Isto foi um gesto meu pensando no partido. Mas claro que defendo o rodízio dentro da legenda e considero natural a candidatura em 2012. Mesmo assim, não há nada definido quanto a isso, não houve negociação. O plano prioritário é a eleição de Dilma (Rousseff) e a reeleição de Wagner. Antes de 2012 tem 2010”.
(Lucas Esteves)
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