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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

CACHOEIRA/BAHIA

Festa Literária Internacional de Cachoeira começa amanhã




A festa será de 11 a 16 de outubro e reunirá diversos autores e especialistas em mesas de discussão de temáticas diversas. No palco que fica na orla da cidade, diversos shows animarão as noites do evento. Confira a programação de abertura da FLICA:


Terça 11/10


Literatura Brasileira: Sucesso de Crítica e Público?

Fernando Morais, Miguel Sanches Neto e Raquel Cozer

Mediador: Jefferson Beltrão
Horário: 19h
Local: Conjunto do Carmo, Praça da Aclamação

Programação Musical:


Orkestra Rumpilezz

Show de Abertura da FLICA 2011
Local: Palco Cachoeira (no porto)
Horário: 22h
Entrada gratuita

Para mais informações, veja a programação completa aqui.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

CACHOEIRA/BAHIA

2ª Parada da Diversidade da Cachoeira agitou a orla


Centenas de cachoeiranos celebraram a diversidade atrás do trio elétrico multicolorido no fim da tarde do dia 02 de outubro, na 2ª Parada da Diversidade. A parada percorreu parte da orla do Rio Paraguaçu durante o entardecer, fazendo seus seguidores dançarem ao som de muita música eletrônica.

Priscila, de Feira de Santana

As pessoas compareceram massivamente, e em família: várias gerações juntas dançando e aproveitando o entardecer na Praça do Coreto. Durante o evento, muitas bandeiras do movimento LGBTT foram comentadas: a luta contra a homofobia e pelos direitos humanos foram os que mais se destacaram.



Tássio Winter (18) diz que Cachoeira é um lugar muito tranquilo em relação à homofobia. Tássio sempre esperou o contrário, já que faz parte dum grupo de pessoas homossexuais e esses grupos costumam sofrer pressão por parte da sociedade. “No meu círculo social, nunca sofri nenhuma agressão homofóbica até hoje. A situação, pra mim, é confortável”, conta.


Já João Vitor Rocha (19) vive uma situação diferente em Salvador. Segundo conta, na área da saúde é preciso tomar cuidado com o que se diz para não ser discriminado. O convívio com os pacientes deve ser o meio de superar o preconceito: “Eu faço fisioterapia, então tento ficar o mais calado possível, pois atendo muitos homens. Depois, com o tempo, que a gente vai conversando e criando mais intimidade com o paciente, e se ele perguntar, eu falo”, explica.


O estado da Bahia lidera o ranking nacional de violência contra homossexuais pelo segundo ano consecutivo, com 29 homicídios em 2010, de acordo com o relatório publicado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) em abril deste ano. Entre as vítimas, 54% são gays, 42% são travestis e 4% de lésbicas.


Mais fotos do evento:








quarta-feira, 28 de setembro de 2011

CACHOEIRA/BAHIA

Cachoeira ganha sua primeira locadora de veículos


A MP Locadora de veículos chegou a Cachoeira para preencher uma lacuna no comércio regional, que não dispunha deste tipo de serviço

A locadora fica situada na rua do Porto de Cachoeira e possui matriz em Santo Amaro, onde se destaca como uma instituição de grande credibilidade, apesar de seu pouco tempo de existência - a empresa existe há apenas três anos. A busca pela qualidade total e excelente atendimento são os alicerces para este sucesso em tão pouco tempo.

Com uma variada frota de carros do ano, revisados, básicos, completos, utilitários e com seguro, a MP Locadora convida a população de Cachoeira, São Félix, Muritiba e região a realizar passeios, viagens e excursões com toda comodidade, conforto, agilidade e sem burocracia. Em pouco tempo de inauguração a empresa já vem recebendo manifestações de boas vindas da opinião popular, as quais relatam sentirem-se presenteadas com esta disponibilidade de serviço pioneiro e exclusivo na cidade e região vizinha.


A MP Locadora vem oferecer a este público uma relação comercial que vai além da compra, venda e pós-venda. Sua política empresarial consiste em estabelecer uma relação eficaz e duradoura de parceria entre clientes e fornecedores. Nesta visão, os valores concentram-se em promover a sinergia, a soma, a interação, a convergência. Esta ideia é evidenciada pelo volume de indicações de clientes que a MP Locadora recebe - traço de uma empresa que busca a maximização das relações, pelos laços de responsabilidade e credibilidade.




A adequação das necessidades do cliente e o esforço contínuo para que ele receba o melhor produto de seu interesse, com um serviço personalizado, ágil, sem burocracia e eficaz. Com esta política, não restam dúvidas de que a MP Locadora é uma empresa com potencial na região do Recôncavo.


Contatos:


www.mplocadoradeveiculos.com | mplocadora.cachoeira@gmail.com


Cachoeira: Rua do Porto de Cachoeira, s/n - Centro - Cachoeira - Bahia. Tels.: (75) 3425-3113 / 8270-7541 / 9212-8715

 Santo Amaro: Rodovia BA 420, Km 14, Nº 16, Santo Amaro - Bahia. | Tels.: (75) 3241-5902 / 8131-1055 / 9103- 2387


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

CACHOEIRA/BAHIA

Em Cachoeira, cidade histórica e monumento nacional

Polícia quer fechar tradicional rua de prostituição do Recôncavo baiano


A caça à Rua do Brega


Jorge Gauthier | Redação CORREIO - jorge.souza@redebahia.com.br

Verinha é a prostituta mais antiga da Rua do Brega

As paredes, mesmo sujas e com infiltração, guardam suas histórias. A cerveja, mesmo servida em copos engordurados, está sempre gelada. As mulheres, mesmo com os corpos castigados pela ação do tempo, exibem curvas que atiçam a imaginação masculina. Nas vitrolas, serestas e arrochas embalam os corpos nas camas, mesmo que velhas e sebosas. Mas a libertinagem da Rua do Brega, em Cachoeira, no Recôncavo baiano, mesmo tendo surgido há mais de 150 anos, está perto do fim.

As paredes, mesmo sujas e com infiltração, guardam suas histórias. A cerveja, mesmo servida em copos engordurados, está sempre gelada. As mulheres, mesmo com os corpos castigados pela ação do tempo, exibem curvas que atiçam a imaginação masculina. Nas vitrolas, serestas e arrochas embalam os corpos nas camas, mesmo que velhas e sebosas. Mas a libertinagem da Rua do Brega, em Cachoeira, no Recôncavo baiano, mesmo tendo surgido há mais de 150 anos, está perto do fim.

O delegado afirma que os prostíbulos servem como ponto de encontro para traficantes. Inclusive, um dos clientes assíduos é Edmilson Bispo dos Santos Júnior, o Júnior, 27 anos, fundador do Primeiro Comando do Interior (PCI), facção inspirada no grupo criminoso paulista Primeiro Comando da Capital (PCC).

“Vou entrar com representação na Justiça para fechar esses bregas, pois eles servem de abrigo para traficantes. No entorno dessas casas de brega circula todo tipo de delinquente”, justifica o delegado.

Prostitutas ouvidas pelo CORREIO, que preferiram não se identificar, confirmaram que Júnior frequenta as casas. “E paga bem, viu! Tem vezes que paga R$ 100”, contou uma das mulheres que já trabalha na rua há sete anos.
A violência, no entanto, elas confirmam que é uma constante. “Aqui tem muito vagabundo. Traficante? Tem às pencas, mas só vêm aqui para brincar de ser feliz na cama com a gente”, destaca uma. O delegado contesta. “Eles usam os bregas como esconderijo não é só pra sexo”, diz.

Temor
Vera Lúcia, 44 anos, conta que chegou na rua ainda menina e não vê futuro caso fechem seu negócio. “Sou puta e com muito orgulho. Tem 29 anos que vendo meu corpo nessa rua. Se fechar o brega, eu vou pra onde? Para a casa do delegado?”, brinca.

A irreverente Verinha, como é conhecida, chegou na rua quando a quantidade de bregas era bem maior do que as três atuais - o brega de Cabeluda, o Point das Morenas e a Casa Rosa.

“Há 20 anos tinha mais casa de brega nessa rua do que gente. Hoje, tem muito menos gente, mas essa rua sempre vai ser o lugar da putaria nessa cidade. Se fechar os bregas, o povo vai fazer sexo em todo lugar”, conta Verinha, que aos 14 anos abandonou a casa da família, em Maragogipe, para se prostituir nos bregas de Cachoeira.

Rua do Brega abriga prostituição de Cachoeira, no Recôncavo Baiano

Poder de Deus
E não são só as prostitutas que não querem o fechamento dos bregas. O pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular, Jailton Santos, que há três meses fundou a igreja evangélica ao lado do brega de Cabeluda, um dos mais antigos da cidade, defende que os prostíbulos permaneçam funcionando.

“O ensinamento divino é que se pregue a palavra de Deus onde o pecado está e por esse motivo preferimos que os bregas continuem abertos para que essas mulheres tenham a chance de encontrar o conforto na palavra de Deus”, defende o pastor, que trabalha como operário da construção civil em Cachoeira.

Para o delegado, o fechamento dos bregas é necessário. “Júnior e seus comparsas usam essas casas de brega com regularidade. Manter esses bregas abertos é facilitar a ação do crime na nossa cidade. Quem quiser fazer sacanagem vai ter que ir para outra cidade”. O pastor acredita que, caso os bregas sejam fechados, o ‘poder do evangelho’ vai se enfraquecer. “Temos a intenção de estar onde as pessoas que precisam de ajuda estão. Por isso, resolvemos abrir a igreja na rua onde estão os bregas da cidade”.

Tempos Áureos
Natural do Ceará, uma das prostitutas que trabalha na Rua do Brega, já está no local desde a década de 90. “Vim aqui por causa da fama, mas nos últimos anos caiu muito. Mesmo assim ainda vale a pena trabalhar aqui. Tirando essa onda de violência, o lugar é muito tranquilo. Agente respira um ar que é único nesse mundo. O clima de sexo aqui tem outro sabor”, relata a prostituta, entre um cigarro e um gole na cerveja gelada.

Frequentador assíduo da casa, o comerciante J.S., 64 anos, teve sua primeira relação na Rua do Brega - e muitas outras depois. Para ele, fechar os bregas é acabar com a alegria. “Metade dos homens de Cachoeira conheceu o prazer nessa rua. Se os paralelepípedos e as paredes dessas casas falassem o nome de cada pessoa que já transou aqui ...Ah, o mundo ia ficar surdo”, brinca.
Religiosa, a dona de casa Elisabete Lima de Jesus, que é moradora na rua há mais de 50 anos, atualmente é vizinha da igreja e dos prostíbulos. Ela conta que muita coisa mudou na rua ao longo dos anos.

"Meu filho, isso aqui era um celeiro de mulher da vida. Todas vinham pra cá aprender como fazer as coisas. Hoje tem muito menos. Aqui na rua agora tem muita casa de família. Por mim, pode ficar tudo aí. Acho até que diverte por causa da música que eles tocam”, comenta.
Artimanhas
Uma relação sexual na Rua do Brega tem preço: R$ 40. O valor, segundo as profissionais do sexo, inclui todas (e mais variadas) posições sexuais. “R$ 10 a menina paga pelo aluguel do quarto.

O programa depende muito de duração. Se a menina souber mexer, faz o cara se aliviar em cindo minutos. Daí acaba e está pronta para outra. Cada menina, no final de semana chega a ter uns 4 a 5 clientes”, conta a gerente de uma das casas.

Durante a semana, o movimento é escasso. “Vem os meninos das escolas, marido que não tem alegria do bate coxa em casa. Entregadores de bebidas, que vêm abastecer a casa e também se abastecem com agente”, comenta uma prostituta natural do Piauí que trabalha na Rua da Brega há três meses.

Em poucos minutos de conversa, enquanto bebericam dos copos de clientes nos salões dos bregas à meia luz, as mulheres contam as mais variadas estratégias para satisfazer o cliente. Infelizmente, a maioria tem palavras impublicáveis. Mas, elas afirmam que o prazer é garantido.

Policial aposentado manteve brega na rua por 30 anos
Quando se aposentou da Polícia Militar, há 35 anos, o sargento Eduardo Conceição resolveu abrir um brega em Cachoeira, que virou um dos mais tradicionais redutos do sexo na cidade. “Chegou épocas de ter 12 meninas trabalhando aqui”. Hoje, Eduardo mantém apenas um bar na rua.
Decidiu fechar o brega e vender o imóvel para “descansar da agonia de muita mulher falando ao mesmo tempo”. Na casa de paredes verdes, cheia de equipamentos eletrônicos, Eduardo abrigou muitos sonhos de mulheres que abandonaram as famílias para viver do sexo. “Já vi muito sofrimento nessa rua. Mulher sendo espancada por marido que descobriu que ela fazia vida. No brega tudo é mais difícil”.
Simpático com a parca freguesia, Eduardo se orgulha dos tempos de Rua do Brega. “Lembro do dia que cheguei aqui pela primeira vez. Me encantei com as luzes, o som e o cheiro das putas perfumadas. Aquilo me encantou”, lembra.

Vocação centenária para prostituição na rua

Nem os carteiros de Cachoeira lembram com facilidade o real nome da Rua do Brega. Registrada como rua Sete de Setembro, o local é conhecido por todos pela referência das casas de prostituição. A vocação da rua, segundo os moradores mais antigos surgiu em função de Cachoeira ser uma cidade portuária.
“Tinha muito viajante no passado que passava por Cachoeira e tinha necessidade de encontrar uma mulher e acabou tudo se concentrando nessa rua”, conta a dona de casa Elisabete Lima de Jesus, que é moradora na rua há mais de 50 anos.
O fato de Cachoeira ser o último ponto navegável atrás da Baía de Todos os Santos colocou a cidade no século XIX como entreposto comercial do estado. Criou-se então, nas margens do Rio Paraguaçu várias casas ou cabarés de prostituição, mais conhecidos como bregas, para atender às necessidades sexuais dos viajantes.
Por ficar à beira do rio, a rua Sete de Setembro, hoje conhecida como Rua do Brega, acabou concentrando a maior parte dos prostíbulos. Hoje, a maioria das mulheres que trabalham na rua é do interior da Bahia, mas há prostitutas de quase todos os estados do Nordeste.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

SÃO FÉLIX/BAHIA

Conferência de Cultura em São Félix aqueceu as discussões para o fortalecimento da cultura no município




O evento que foi marcado pela participação ativa de agentes culturais do município, teve como destaque, importantes propostas de resgate, valorização e aquecimento da cultura.

“Planejar é preciso” foi o tema da Conferência que abriu discussões em torno da elaboração do Plano Municipal de Cultura. Artistas, artesãos, representantes da cultura de matriz africana e de outras instituições, bem como a sociedade em geral que se fizeram presentes, demonstram através de suas falas nos debates, o desejo de ver as manifestações e expressões culturais do município fortalecidas.

A Conferência aconteceu em dois dias (12 e 13/09)iniciada com uma mensagem do Prefeito Alex Sandro Aleluia de Brito e ao final da mesma foi entregue à Secretária Municipal de Educação, Cultura e Esportes – Elba Matos – 24 projetos pensados pelos grupos de trabalho formados durante a realização do evento. Esses projetos irão para o Conselho Municipal de Cultura que deverá aperfeiçoá-los e buscar meios para que sejam concretizados.

Para a Secretária, Elba Matos, a Conferência teve saldo muito positivo. “Vejo como um dos pontos positivos da Conferência o aumento da participação de alguns setores, a exemplo, o povo de santo que esteve mais presente e algumas comunidades tradicionais”, diz.Outro ponto que a secretária destaca como positivo foi adeterminação dos grupos presentes em fazerem projetos de melhorias para a Cultura sanfelista. “Os projetos elaborados vão contribuir muito para fazer um Plano Municipal de Cultura bem consistente, muitas propostas são viáveis de serem realizadas”, ressalta Elba.

Paralelo a Conferência aconteceu a exposição do trabalho de um artista da cidade, o Zuranga.

O evento foi encerrado com uma caminhada pelas ruas da cidade, acompanhada de várias baianas e com a lavagem das escadarias da Casa de Cultura, além de ser servido aos participantes, comidas típicas da culinária de matriz africana.




Casa da Cultura Américo Simas de cara nova


Um dos principais pontos debatidos na Conferência foi a revitalização da Casa de Cultura Américo Simas. Espaço que tem importante história na trajetória da cultura, não só de São Félix, mas da região. A Casa é um dos prédios tombados, com projetos de reforma, mas ainda sem previsão para acontecer. Porém o Governo Municipal está sensibilizado e tentando, junto a seus funcionários e comunidades interessadas em cultura, melhorar as condições estruturais do espaço e também dar-lhes funcionalidade, resgatando o que a Casa um dia já foi. Neste sentido, foi realizada pela Prefeitura uma reorganização do espaço, com pinturas e reparos, no entanto, preocupando-se em manter a sua originalidade, mesmo que em seu interior. Agora existe o local aonde irão funcionar os cursos, uma sala de exposições, uma sala para direção da Casa e outra para o Departamento de Turismo e um auditório que está aberto à comunidade para realização de eventos.

Na Conferência que aconteceu na Casa de Cultura, o palestrante Hygor Almeida, falou da importância e do impressionante amor que os agentes culturais têm pelo local. Beatriz da Conceição, Diretora da Casa, é uma das pessoas declaradas amantes do espaço e é autora de um poema, cujo título é “Casa Mãe”, que fala sobre o desejo de revitalizar a Casa.

A Secretária Elba Matos ficou satisfeita com o resultado. “O que a gente fez ainda não foi uma reforma propriamente dita, mas sim uma reorganização de espaços, que vai dar conta das nossas necessidades atuais, que é oferecimento de cursos e utilização do local pela comunidade, além de oferecer um espaço melhor para as pessoas que trabalham no local e trazer artistas que possam expor seus trabalhos com maior segurança e organização”. Para ela, essa é uma forma de incentivar as pessoas a abraçarem a causa da reforma da Casa de Cultura.

O trabalho não para em São Félix

Somente neste semestre:

  • Reforma do Ginásio de Esportes Cândido dos Santos E DA Quadra do Porto
  • Construção da Praça da comunidade de Sutério (Zona Rural)
  • Reforma e ampliação da Praça de São Bento (Zona Rural)
  • Construção de Casas Populares para famílias da Zona Rural
  • Aquisição de 03 novos veículos (Mille) para atender as USF de Outeiro Redondo, Pilar e Boa Vista, além de uma Courier e um caminhão Baú para a Educação
  • Reforma da Escola do Sutério
  • Manutenção das Estradas da Zona Rural
  • Sistema de abastecimento de agua no Povoado de Subauma e do bairro Caanga
  • Ampliação das obras de urbanização do bairro da Caanga
  • Nova iluminação no povoado de Tabocas

Em breve:

  • Nova iluminação no Bairro Salva Vidas
  • Revitalização paisagística no Bairro Salva Vidas
  • Iluminação na entrada da Cidade (da BR 101 ao bairro 135)
  • Construção do novo Posto de Saúde do Salva Vidas
  • Reforma da Praça da Boa Vista (Zona Rural)
  • Construção dos Pontos de ônibus na Zona Rural
  • Aquisição de uma Patrol para manutenção das estradas da Zona Rural